QUEM NÃO É A ALMA MAIS HONESTA DO BRASIL QUE NÃO TEM 24 MILHÕES PRA ENTREGAR PRA AMIGO QUE JOGUE A PRIMEIRA PEDRA!!!!!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Só nesta semana:
-Globo cancela debate denunciando interferência política.
-Dino passa por cima do TSE para liberar fake news sobre Nossa Senhora.
-TSE barra 14 pedidos de observadores internacionais.
-PT pede a Dino que investigue “interferência dos EUA”.
O primeiro turno é daqui a dois dias. Sabe-se lá o que farão até um eventual segundo turno. Precisamos vencer no primeiro turno.
Domingo, vote Flávio Bolsonaro para presidente.
Em São Paulo, vote 3007: Marina Helena, deputada federal.
- Reforma Tributária precisa ser REVOGADA.
- Taxação dos dividendos precisa ser OU revogada OU compensada com redução da carga das empresas.
- Taxação das offshores precisa ser ajustada e eliminar a bizarrice do imposto sobre o ganho não realizado.
- IOF precisa ser ABOLIDO.
É curioso o temor vigente de que um dos candidatos possa vir a ser alvo de um grande escândalo de corrupção, enquanto ficam todos de boa com o outro candidato que protagonizou os maiores escândalos de corrupção desse país. O brasileiro precisa ser estudado.
O problema é a falta de federalismo. Nos EUA cada estado tem leis, regras e legislações próprias, e a união tem muito menos interferência. Tanto que a gasolina na Califórnia é 8 no Texas e 4 , tem estado com pena de morte e tem estado sem.
Se o Brasil realmente fosse federalismo já ajudava muito, principalmente pois cada unidade federativa tinha que se bancar sem a união redistribuindo.
O Brasil já despejou o equivalente a três Planos Marshall no Norte e Nordeste.
Mesmo assim, 1 em cada 3 famílias ainda enfrenta insegurança alimentar.
O problema nunca foi falta de dinheiro.
Parem de se iludir. Eleição não vai mudar o Brasil. Se existe alguma chance de mudar este país é atacando o verdadeiro problema: A CULTURA MÉDIA DA SOCIEDADE. Sem mudar a cultura, tudo é enxugar gelo.
🇧🇷❌🇫🇷 Ex-embaixador da França, Gérard Araud:
“Perdi todas as minhas ilusões sobre a política externa deste país (Brasil), de um terceiro-mundismo tão caricaturado que defendia a Coreia do Norte.”