Investidor Global em Empresas. Portfólio “Long-Only” com Reserva e Proteção em Ouro e RF. Estratégia “Bottom-Up” e de olho no Macro e nos Ciclos de Mercado.
A)Estava conversando com um amigo aqui do twitter sobre Stops , se devemos utilizá-los ou não. No meu ponto de vista, stops são fundamentais para manter a sanidade a carteira e do trader. Da mesa forma que os objetivos de lucro das posições devem ser definidas antes de abri-las.
8 em cada 10 investidores do FMS esperam um “pouso suave” ou “sem pouso algum” enquanto 41% acreditam que os EUA evitarão uma recessão em 2024, de acordo com BOFA.
O consenso já foi. Teríamos uma oportunidade “to be contrarian” aqui? Reflita um pouco.
The S&P 500 closed at an all-time high.
The Russell 2000 is still in a bear market*, down more than 20% from its high.
That's never happened before.
OIL AND GAS ARE NOT "FOSSIL FUELS" THEY ARE A RENEWABLE ENERGY SOURCE CREATED BY A GEOTHERMAL REACTION BETWEEN THE SOLID MANTLE & LIQUID CORE:
'Abiogenic Deep Origin of Hydrocarbons and Oil and Gas Deposits Formation'
"The theory of the abiogenic deep origin of hydrocarbons recognizes that the petroleum is a primordial material of deep origin [Kutcherov, Krayushkin 2010]. This theory explains that hydrocarbon compounds generate in the asthenosphere of the Earth & migrate through the deep faults into the crust of the Earth. There they form oil & gas deposits in any kind of rock in any kind of the structural position (Fig. 1). Thus the accumulation of oil & gas is considered as a part of the natural process of the Earth’s outgrassing, responsible for creation of its hydrosphere, atmosphere & biosphere. Until recently the obstacle to accept the theory of the abyssal abiogenic origin of hydrocarbons was the lack of the reliable & reproducible experimental results confirming the possibility of the synthesis of complex hydrocarbon systems under the conditions of the asthenosphere of planet earth."
Link to scientific article in post below:
MRV (#mrve3): Após cair 12%, companhia divulga prévias fortes de seu resultado:
Vendas Brasil subiram 55,8% a/a e 4,3% t/t, sendo o recorde histórico da companhia.
Após vários trimestres queimando caixa, gerou R$ 137mm na operação Brasil.
Nos EUA, houve queima de caixa de R$ 47,6mm.
The US #inflation numbers, while (very slightly) hotter than the consensus forecasts, will neither change the dominant market narrative nor the policy one.
This is, however, a bit of a warning shot, especially given that the dis-inflationary process gets harder from here.
#economy #econtwitter
Brasil bate recorde de importação de #fertilizantes
O total importado foi de 39,69 milhões de toneladas, com destaque para KCL 12,9 mmt (recorde) e Ureia 7,17 mmt
A principal origem foi a Rússia (23%), seguida pelo Canadá (15%), China (9,6%) e Estados Unidos e Marrocos (6,6%)
Por isso tenho dito que as oportunidades para o médio e longo prazos estão em boas empresas que já estão relativamente bem descontadas e não são as Top 7 do S&P500. O mundo está de olho nelas e o preço atual é alto de mais. Tem Mid Cap interessante.
Gráfico muito interessante e diz muito sobre o que foi 2023 nos EUA.
72% das ações que fazem parte do SP500 NÃO tiveram performance superior do próprio índice SP500.
Nível mais alto de “underperformance” desde 1980
@RaphaFigueredo Por isso tenho dito que as oportunidades para o médio e longo prazos estão em boas empresas que já estão relativamente bem descontadas e não são as Top 7 do S&P500. O mundo está de olho nelas e o preço atual é alto de mais. Tem Mid Cap interessante.
Brazil is is an interesting microcosm to study in the oil industry.
It's a large, growing consumer of petroleum products. It's the 8th largest producer of crude oil in Dec 2023 as well as a large producer & consumer of biofuels.
Most importantly, it's energy agency reports the data in detail & timely (unlike most countries globally).
1/n
Giro da Semana
By Dan Kawa
07jan24
A primeira semana do ano trouxe uma emoção diferente daquela dinâmica mais positiva e unidirecional que presenciamos nos meses de novembro e dezembro de 2023.
Acho importante, antes de tudo, diferenciar um pouco o cenário econômico, dos movimentos de mercado que muitas vezes, podem ser afetados por questões pontuais, como posição técnica e sentimento de curto-prazo, além de indicadores de valuation.
Para o intuito desta discussão, vamos focar no cenário americano, que tem determinado, e deve continuar guiando, o cenário econômico global e as principais tendências dos ativos de risco.
Após a forte recuperação dos ativos de risco no final do ano passado, é inegável que houve alguma deterioração de curto-prazo nos indicadores técnicos e de sentimento, além de uma piora na relação de risco versus retorno de alguns indicadores de valuation.
Essas questões de mercado, sozinhas, dificilmente alteram tendências de longo-prazo para os mercados. Contudo, podem gerar volatilidade de curto-prazo, além de eventuais correções pontuais (como a que vivenciamos nesta primeira semana do ano).
Em relação ao cenário econômico, a semana trouxe indicadores de emprego um pouco acima do esperados nos EUA. Os números divulgados em nada alteram o pano de fundo de um mercado de trabalho ainda saudável, porém em um processo gradual de arrefecimento.
Os números podem ter decepcionado aqueles que já esperavam uma desaceleração mais aguda do emprego. A reação do mercado (alta de juros e pressão nas bolsas) pode ter sido impulsionados pela posição técnica de curto-prazo um pouco menos saudável. Em termos econômicos, o cenário base parece não ter sofrido alterações relevantes.
As Minutas do FOMC tentaram tirar um pouco a impressão de um corte de juros eminente por parte do Fed, o que acabou ajudando o movimento de abertura de taxa de juros. No final das contas, os próximos dados de inflação quem serão determinantes para a postura do Fed.
Os indicadores de crescimento nos EUA continuam mistos, mas há um acumulo de sinais de desaceleração, ainda para patamares saudáveis. Este foi o caso do ISM Serviços divulgado na sexta-feira.
Em suma, os ativos de risco parecem ter promovido um ajuste mais técnico do que fundamental nesta semana. O Core CPI (núcleo da inflação) que será divulgado na semana que se aproxima, quem irá determinar a dinâmica das próximas semanas dos ativos de risco.
Ainda vejo um cenário base de inflação cadente, desaceleração do crescimento, mas sem sinais concretos de recessão nos EUA. A probabilidade de um Pouso Suave aumentou, mas ainda tenho receio de uma eventual recessão em algum momento do tempo (não como cenário base, mas como risco em torno do cenário central).
Obviamente, o número de inflação (ou emprego, ou crescimento) de apenas 1 mês, pouco nos informa sobre a tendência futura e pode nos surpreender para qualquer um dos lados (alta ou baixa). Isso pode acabar gerando movimentos pontuais mais voláteis, mesmo sem que tenhamos uma mudanças clara de fundamentos.
A semana que se aproxima será extremamente importante para a dinâmica de curto-prazo dos mercados, assim como para medirmos o quanto a visão estrutural de cenário está evoluindo.
PARA VOCÊ, QUE ACHA QUE 'A BOLSA JÁ SUBIU'
O Neofeed fez uma matéria com os estrategistas e CIOs dos principais private do Brasil.
Eu conheço muito bem quase todos. Nenhum é bom, todos são ÓTIMOS, gente muito inteligente e que faz alocação faz tempo.
Pequena thread 🧵