I'm announcing that I created this Citizen Vigilante X account so Patriots can learn about anti-Islam citizen vigilantism...
Join me in our American Mission to defeat Islam and Domestic Terrorism...
We are going to take our country back.
— Mike Sanders
#CitizenVigilante
O anúncio foi partilhado esta terça-feira à noite. Dinis de Bragança vai casar-se com Anna Schaffgotsch, que está a estagiar em Lisboa.
Saiba mais no link nos comentários.
#Casamento#Lifestyle#Sociedade
☢️ Reflexão da Cooperativa: já viram? o filme foi banido na Alemanha. É mais um incentivo para o ver.
Depois eu partilho o filme nos comentários.🥸
É violento, fomenta a divisão e o racismo na sociedade europeia. Não é nada de novo, só vira o tabuleiro. Durante anos a fio o cinema habituou-nos a olhar para determinados conflitos através de uma lente moral muito bem definida. Havia vítimas e culpados reconhecidos, causas justas e causas indignas. O "Vigilante" também encaixa na mesma categoria, mas há uma profunda mudança nos papéis de vilão e herói. É propaganda, mas não ao estilo Clint Eastwood no Gran Torino.
Eu explico-te a diferença.
É a transformação do cinema numa fábrica de identidades coletivas, onde o indivíduo deixa de existir para passar a representar um grupo inteiro. Ora num filme o polícia é o símbolo de uma opressão sistémica; já noutro, o imigrante torna-se a personificação da insegurança. Num caso, a emoção pretende convencer-nos de que há uma injustiça estrutural; no outro, de que há uma invasão silenciosa. A técnica é a mesma. Muda o alvo.
O perigo começa precisamente quando deixamos de contar histórias sobre pessoas e passamos a contar histórias sobre categorias. Quando um homem deixa de ser um homem para ser "o branco", "o negro", "o polícia", "o imigrante" e por aí fora. ➡️A partir daí o cinéfilo já não é convidado a pensar; é convidado a escolher um lado.⬅️⬅️
Quando o cinema entra nesta campo é a arte que perde qualquer pretensão de universalidade. Deixa de procurar compreender a condição humana para se limitar a alimentar as trincheiras. Cada filme passa a funcionar como uma peça de propaganda. Cada personagem existe para confirmar aquilo que quem está a ver já acreditava antes mesmo de entrar na sala.
O resultado é previsível. Se durante anos dissermos a uma comunidade que é permanentemente perseguida por outra, ela acabará por olhar para essa outra comunidade com desconfiança. Se durante anos dissermos ao grupo oposto que está a ser substituído, silenciado ou atacado, o efeito será exatamente o mesmo. As emoções mudam de direção, mas a mecânica permanece absolutamente intacta. O ressentimento não tem ideologia; tem é diferentes destinatários.
⚠️É por isso que me custa aceitar que um tipo de cinema seja celebrado como consciencialização social e o seu espelho tratado automaticamente como discurso intolerável. Não porque ambos tenham o mesmo mérito artístico ou a mesma responsabilidade moral, mas porque utilizam ferramentas semelhantes, simplificam a realidade, transformam algumas exceções em símbolos e procuram mobilizar emoções muito mais do que compreensão.
Uma sociedade não se fragmenta apenas com leis ou discursos políticos. Fragmenta-se quando começa a consumir histórias onde o vizinho deixa de ser uma pessoa para passar a representar uma ameaça coletiva.
Escrevo isto em consciência, porque vi muitos filmes de propaganda racial contra brancos que muito ajudaram a fomentar movimentos como o BLM, onde me senti também um alvo. Isto funciona para os dois
lados; é colocar a imaginação ao serviço da divisão. Mas lá está, esses filmes de culpa branca, de incentivo ao ódio racial contra brancos nunca foram proibidos. Foram?
Camaradas, um barril de pólvora não escolhe quem acendeu o rastilho, limita-se a explodir quando se lhe chega lume. 🥸
Tenho dito.
o dono da cooperativa
Proibir um filme por causa das ideias que transmite não é democracia. É censura. Num Estado verdadeiramente livre, as pessoas devem poder ver, ouvir e decidir por si próprias. Hoje é um filme. Amanhã pode ser um livro, uma opinião ou a voz de quem pensa diferente. A liberdade de expressão só existe quando também protege aquilo de que alguns discordam.