NYT - apresenta Flávio como fujão e corrupto investigado;
Folha de São Paulo - fez enquete para saber se a fuga do Flávio foi fuga mesmo ou exílio.
Eis a diferença entre jornalismo e cara de pau.
OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses
As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica.
Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país.
Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial.
O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro.
Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” .
Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza.
Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada.
Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil.
Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana.
Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil?
Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina.
Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
🚨 Saiba como preparar seu Kit de emergência!
Em desastres de grande proporção, o socorro pode demorar a chegar a algumas localidades devido às dificuldades de acesso.
Depois desse caso, parei pra ver a série 'Malabi Express', que popularizou a Bahia como destino pra quem termina o serviço militar em Israel.
É basicamente um soft porn que retrata a Bahia como destino sexual. As mulheres se oferecem de fio dental e as imagens fazem o Pânico na TV parecer Malhação.
Não é por acaso que eles enxergam a Bahia como destino sexual onde tudo é permitido. Venderam essa imagem na TV israelense.
Uma parte da série é em hebraico e não tá traduzida. Aparentemente, pouquíssimos brasileiros deram atenção. Tá no YouTube pra quem quiser ver, traduzir, clipar etc. Acho importante aumentar a visibilidade dessa história e dessa série.
A situação só vai melhorar quando as redes sociais criarem um incidente diplomático que faça a sociedade israelense enxergar que o Brasil tá revoltado com a imagem projetada pela série.
Nosso país tem a reputação de um Golden Retriever e pouco histórico de antissemitismo. Israel nunca teve uma reputação tão ruim, por bons motivos.
Não vejo outra solução que não passe pelo Brasil criando uma polêmica de escala internacional para proteger a Bahia.
A desembargadora Adriana Pileggi, que autorizou o retorno das bets, era defensora de Flávio e chamava o governo de corrupto nas redes sociais, mas foi acusada mais de uma vez de corrupção 👀.
🚨 A DESEMBARGADORA QUE LIBEROU 3 BETS JÁ FOI AFASTADA DAS FUNÇÕES!
Em 2004, Adriana Pileggi foi afastada pelo TRF-3 durante apuração sobre “placas frias”. Em 2005, o STF trancou a ação penal.
Agora, uma liminar dela libera 3 bets. É mãe das BETs mesmo.
#BetsNuncaMais
Da escola Moro de direito freestyle... Uma desembargadora do TRF3 teve a cara de pau de ir contra a decisão nacional do presidente Lula de proibir as Bets.
Ela "autorizou" a operação de três casas de aposta específica, todas ligadas a mesma empresa (!), com a justificativa de que elas são lesadas financeiramente.
Sobre as famílias serem lesadas financeiramente pelas bets, ela agiu com deboche: "governo não vai fazer milagre."
Pelo jeito a senhora Adriana Pileggi tá bem desinformada. Ou ela não viu que os mercados indicaram aumento da atividade após o fim das bets?
Essa decisão é um cuspe na cara do povo brasileira. E precisa ser derrubada urgentemente.
🚨GRAVÍSSIMO: A desembargadora Federal Adriana Pileggi liberou retorno de 3 Bets pra continuar operando no país . A mesma juíza que adulterou uma placa de veículo .
Cara , que absurdo isso!
🚨 ABSURDO! O BRASIL NÃO QUER BET!
Uma decisão da desembargadora Adriana Pileggi abriu caminho para a volta de três plataformas de bets, contrariando a proibição do governo Lula.
Enquanto o governo tenta proteger a população, a Justiça dá uma mãozinha para quem lucra com o vício e o endividamento dos brasileiros.
A AGU já anunciou que vai recorrer. E o Conselho Nacional de Justiça, vai permitir?