🌻🌻🌻"Não tenha medo de nada, o medo é mal aconselhado. Não podemos ser imprudentes, mas não podemos ser cuidadosos. Não vá, não tenha pressa e não volte, não espere até sairmos? NUNCA, nunca na sua porca vida." Prof. Olavo de Carvalho
Manifestação: Balneário Camboriú/SC
Lula para Trump:
“Não se meta nas eleições do Brasil. As eleições brasileiras são um problema do Brasil, assim como as eleições americanas são um problema deles.”
O regime judiciário de exceção foi literalmente exposto ao mundo, pelo presidente da maior potência do mundo.
#Repost@karinamichelin
Durante a coletiva de encerramento do G7 em Evian, nesta quarta-feira, 17 de junho, uma pergunta sobre o encontro com Lula acabou levando Donald Trump a fazer declarações duras sobre o cenário político brasileiro.
Questionado sobre o encontro, Trump afirmou que passou “bastante tempo” com Lula. Ao comentar a situação do Brasil, o presidente americano deixou de lado a diplomacia e fez uma avaliação do cenário político brasileiro.
“O país está ficando um pouco complicado. Politicamente. Tem sido um pouco perigoso”.
Trump também disse ter sido informado, após o encontro com Lula, sobre a condenação de Eduardo Bolsonaro. Chamando-o de “Bolsonaro Júnior”, o presidente americano demonstrou surpresa ao comentar que um dos principais nomes da oposição brasileira havia sido condenado à prisão após declarações feitas em território americano:
“Eles agem com bastante dureza”.
Este é mais um sinal de que a crise institucional brasileira deixou de ser um tema restrito ao debate interno e passou a ser observada no exterior com crescente preocupação. Nos últimos anos, decisões judiciais envolvendo censura, investigações contra opositores, bloqueios de contas, prisões e restrições a parlamentares passaram a atrair atenção internacional.
Curiosamente, Trump sequer respondeu à parte da pergunta sobre tarifas comerciais ou sobre o combate às facções criminosas. O que lhe veio à mente ao falar do Brasil foi a situação política e o tratamento dispensado a adversários do sistema.
O constrangimento para o governo Lula é evidente. Em vez de sair do G7 com manchetes sobre acordos, cooperação econômica ou protagonismo internacional, o encontro terminou com o presidente dos Estados Unidos descrevendo o Brasil como um país politicamente “perigoso” e comentando a situação de um dos principais nomes da oposição.
Uma cena impensável há poucos anos e que ajuda a explicar por que a imagem das instituições brasileiras vem sofrendo desgaste crescente fora do país.
Lula volta a atacar Trump por punir facções: "age como imperador e fala demais"
Lula subiu agressivamente o tom contra Donald Trump durante a cúpula do G7. Em um forte discurso, classificou como um "desaforo ao Brasil" a decisão de Washington de rotular o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, disparando que o líder americano "age como um imperador" e "fala muito e ouve pouco".
Lula contra-atacou a postura dos Estados Unidos com acusações diretas. O petista afirmou que diversos estados americanos lavam dinheiro de bandidos e realizam o contrabando das armas que abastecem o crime. Elevando o nível das hostilidades, Lula mandou um recado explícito para que o republicano "não se meta nas eleições do Brasil" e declarou que Trump não conhece o país.
Ao finalizar, o presidente brasileiro fez questão de desdenhar de qualquer aproximação diplomática direta com o chefe da Casa Branca. Lula afirmou categoricamente que não tinha motivos para pedir uma reunião bilateral com Trump no G7, sacramentando que "não tinha o que conversar com ele".
🤡🐙🚩// Em discurso no G7, o presidente Lula citou o empresário Elon Musk ao comentar a concentração de riqueza no mundo, usando o trilionário como exemplo para destacar desigualdades econômicas globais. A fala gerou repercussão por contrastar visões diferentes sobre o acúmulo de fortunas, com o presidente associando grandes patrimônios à desigualdade social, enquanto defensores de empresários de tecnologia argumentam que essas riquezas decorrem de inovação, investimento e geração de empregos.
🚨QUANDO O “CHEFE” CHEGA ;Trump chamou atenção no G7 após chegar atrasado a uma sessão específica, somente com os Chefes de Estado, sem a presença de “Lula”, no encontro em Évian-les-Bains, na França. Ao entrar na sala, com os demais líderes já presentes, ele brincou dizendo: “I’m the boss” (“Eu sou o chefe”), provocando risadas entre os participantes.
A demora não provocou incidente diplomático. Pelo contrário, os demais líderes receberam Trump de forma cordial, evidenciando o respeito, o peso político e a influência que o presidente americano exerce no cenário internacional.
Ao se sentar ao lado de Macron, Trump ainda brincou com a espera dos líderes:
Glad you stayed for me.”
(“ Que bom que vocês esperaram por mim.”)
Lula não sabia que estava sendo transmitido ao vivo, e dá bronca no ministro das Relações Exteriores e em um auxiliar por ter chegado muito cedo ao local da reunião do G7.
O ministro avisou, olha a mídia!
É muito arrogante esse litro de 51!!
@reportersalles Qual é o plano de quem é radicalmente contra o programa Bolsa Família? Acabar com o assistencialismo enraizado há décadas num estalar de dedos? Condenar morte por inanição os beneficiados incluindo as crianças? Acabar de maneira gradativa é a única maneira humanizada.