Nunca sabemos quando pode ser o último momento…
E o que eu posso dizer desse cara, dessa pessoa incrível, é sobre a intensidade que ele colocava em tudo que fazia.
Quando fui campeão do Mister @mrolympiallc , desci do palco naquele momento de euforia, felicidade e realização. Em meio a tudo aquilo, eu olhei de longe e vi ele me observando. Quieto, sem querer interromper, mas dava pra ver nos olhos dele a emoção e a felicidade genuína pela minha conquista.
Então eu chamei:
“Vem aqui, moleque… me dá um abraço.”
E ele respondeu:
“Eu não quis atrapalhar o teu momento.”
Mas não era só o meu momento… era o nosso momento naquele dia.
Depois disso, a @oficialfarma proporcionou um encontro entre nós dois, um treino, uma conexão que virou amizade. Não só pelo esporte, mas pela vida, pelo time, pela energia boa que ele carregava.
E o que mais marcava nele era justamente isso… a forma leve de viver.
Sempre feliz, sempre brincalhão, sempre arrancando risadas de quem estava perto. Era impossível estar com ele e não lembrar das piadas, das brincadeiras, da energia boa que ele levava pros lugares. Um cara genuíno, de coração puro, que fazia questão de fazer todo mundo se sentir bem.
Esse conteúdo era pra ter sido postado no dia 25… mas hoje, infelizmente, ele ganha outro significado.
Descansa em paz, meu amigo.
Onde você estiver, continue inspirando pessoas com a tua intensidade, tua essência, teu sorriso e essa alegria contagiante que sempre carregou.
Meus sentimentos a toda família, amigos e ao seu time.
Da família Ramon Dino e de toda nossa equipe, ficam aqui nossas condolências e orações.
Obrigado por tudo, Ganley . 🤍
QUANDO PROTEGER VIRA AFASTAR? Um tema delicado está gerando debate nas redes. Casos em que um dos pais impede ou dificulta o convívio da criança com o outro, alegando motivos graves, levantam uma discussão importante: trata-se de proteção real ou de alienação parental? Nem toda denúncia é falsa, e nem toda restrição é abuso de poder — por isso cada situação exige cuidado e análise séria. Especialistas e a Justiça costumam avaliar sinais de risco, dinâmica familiar e o que realmente atende ao bem-estar da criança. O ponto central não deve ser a briga entre adultos, mas o impacto emocional no filho.
Quando viu seu pai carregando sua mãe nos braços, ele também começou a carregar sua irmã nos braços.
As crianças primeiro tomam suas famílias como exemplo.