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Ah, Drumm! Não se preocupe, e perdão pelo estado degradável o qual me encontro. De fato, estou lidando com um problema que pode exigir uma perspectiva... 𝘔𝘦𝘯𝘰𝘴 𝘤𝘰𝘯𝘷𝘦𝘯𝘤𝘪𝘰𝘯𝘢𝘭. Está preparado para o relato?
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Sinto muito por isso, mas eu preciso cuidar desse invasor antes que ele acabe chamando por alguns amigos. Vamos às perguntas, sim? Faz quanto tempo que você mora aqui?
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Ah, ele é . . . Um colega de trabalho. Espírito? Tipo. . . Não tenho notado nada estranho por aqui. Só a Chica — apontou para a gatinha deitada no chão, ao lado da cadeira. — que tem se assustado com algumas coisas. Tem certeza que isso é necessário?
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Creio que tenha sido seu amigo quem abriu a porta para mim, senhorita Marshall. Meu nome é Jericho Drumm, e eu venho livrá-la de um espírito em sua casa.
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Oh, olá. E sim, afinal, eu estou nem aqui, não estou? Se quiser saber mais sobre essa história, posso te dizer que o final dela não é muito feliz para a criança e a sua peculiar família.
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A criança de um grande nome recentemente desapareceu, e fui convocado para ajudar em sua busca. Havia algo de sobrenatural naquela velha casa que moravam, sim. Uma armadilha para mim, feitiços antigos e runas entalhadas na base da casa. Tentaram me queimar.
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ㅤㅤㅤㅤ Perdoe-me por isso, mas você ainda não respondeu a minha pergunta. Sinto que eu não deveria investigar, mas eu estou curioso demais. [ Cruzou os braços enquanto deixava um sorriso se formar em seus lábios. ]
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ㅤㅤㅤㅤ Sei que este seu sorriso indica que estava aprontando algo, senhorita Maximoff. Minha única dúvida quanto a isso é se eu deveria me preocupar.
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