Mendonça precisa urgentemente de uma estratégia para não se isolar no STF. Os ministros da banda podre já começaram a articular contra ele e contra o Master. Não adianta ser apenas justo e correto, precisa entender o jogo e saber se proteger
E teve pedido de voto antecipado na Parada Gay.
Erika Hilton pediu a reeleição de Lula e falou de escala 6 x 1.
Sequestraram um movimento de anos para atender interesses de quem censura e persegue mulher.
Oposição articula para derrubar os decretos de Lula que regulamentam as big techs.
O grupo busca apoio de Davi Alcolumbre, que mandou o Senado analisar se o governo extrapolou suas prerrogativas. PDLs podem barrar a iniciativa do Planalto
O deputado Tiririca (PSD-SP) já gastou quase 800 mil reais com assessoria, apenas até maio!
Com só 51 presenças no Congresso em 2026, gastou 172 mil em auxílios para gasolina, carro etc.
Tem 0 projetos relatados e 0 discursos em plenário!
Os palhaços somos nós!
Jairinho foi condenado a 43 anos por torturar e matar Henry Borel, uma criança de 4 anos. Com progressão de regime e remição, pode sair em menos de 20 anos. E a mãe, que ocultou as agressões, recebeu perdão judicial.
"Não tem essa mais de Lulinha paz e amor. Essa eleição vai ser uma guerra, e nós vamos ter que estar preparados para ela". Lula, discursando no quadragésimo-sexto aniversário do PT, em Salvador.
Saber que seu filho é torturado e não fazer nada porque quer pequenos luxos pode ser um crime grave.
Mas não vamos fazer todo esse auê, afinal existe coisa bem pior como homeschooling ou contar piadas em show de standup.
O brasileiro trabalha 149 dias por ano só para pagar imposto. Os alimentos subiram 302,6% desde 2006.
Catarina Agra explica o custo institucional do Brasil 👇
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A soberania sequestrada
Editorial, O Estado de S. Paulo (06/06/2026)
Trump e a família Bolsonaro entregaram a Lula a pauta da soberania como trunfo eleitoral, e certamente o PT vai caracterizar todo opositor do governo como entreguista
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o clã Bolsonaro vêm prestando ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT um serviço político de valor inestimável: devolveram à campanha presidencial deste ano a palavra “soberania”, que não faz muito tempo ajudou o presidente a recuperar um pouco sua popularidade e que os petistas, por isso mesmo, estavam ansiosos para resgatar.
Primeiro veio a classificação de facções criminosas como organizações terroristas, anunciada logo após a visita do candidato Flávio Bolsonaro à Casa Branca e que, segundo os petistas, abrirá caminho para ações americanas no Brasil. Em seguida, veio a ameaça dos EUA de impor novas tarifas sobre produtos nacionais e, supremo pecado, contra o Pix – inovação pública que se tornou parte da vida dos brasileiros de todas as ideologias e que incomoda os administradores americanos de cartões de crédito.
Pouco importa que as ações dos EUA sejam pautadas exclusivamente pelos interesses internos de Trump e que os esforços da família Bolsonaro para influenciar a Casa Branca a tomar decisões contra o Brasil, na expectativa de que prejudicassem Lula, são praticamente irrelevantes. O que importa, do ponto de vista da campanha eleitoral, é que Lula e os morubixabas petistas mais uma vez ganharam a chance de posar como defensores da soberania nacional diante de uma ingerência estrangeira. Não é pouco para um governo de resultados modestos e de uma candidatura, a de Lula, que nada tem a oferecer ao País.
Eis a armadilha brasileira. De um lado, o patriotismo de fancaria dos Bolsonaro, cuja devoção a Trump tornou-se disposição servil de buscar em Washington aquilo que não consegue obter nas instituições brasileiras. Não raro, integrantes do bolsonarismo tratam tarifas, sanções ou gestos de pressão contra o Brasil como vitórias de seu campo político, deixando de agir como oposição a Lula para se comportar como despachantes de interesses estrangeiros. De outro lado, há a transformação da soberania em ativo de campanha, como se o demiurgo petista fosse o único capaz de responder à altura ao imperialismo trumpista combinado à vassalagem bolsonarista.
É claro que não se pode permitir que o cálculo político de um governo estrangeiro redefina, segundo seus próprios interesses, os termos de um problema brasileiro. Mas isso não torna Lula proprietário do tema. A soberania nacional não pertence ao PT, à esquerda, à direita nem a qualquer governante de turno. Pertence ao Estado brasileiro e à sociedade que ele representa. O fato de Trump e os Bolsonaro terem aberto uma avenida política ao lulopetismo não obriga o País a aceitar que Lula desfile sozinho por ela, como se todo crítico de seu governo fosse cúmplice do entreguismo bolsonarista.
Convém separar o dever republicano da conveniência lulopetista. Defender o Brasil de pressões externas é obrigação de qualquer presidente, mas não se pode confundir soberania com licença para bravatas diplomáticas, protecionismo improvisado, estatismo anacrônico ou blindagem ideológica de um governo medíocre. Tampouco se deve permitir que a crítica legítima ao servilismo bolsonarista interdite o debate sobre os erros de Lula, sua política externa errática, sua dificuldade de modernizar a economia e sua incapacidade de apresentar uma política robusta de segurança pública.
Registre-se, porém, que há um limite eleitoral que Lula e o PT conhecem. Soberania é palavra nobre, mas vaga. Mobiliza sentimentos legítimos de dignidade nacional, porém não organiza sozinha as preocupações imediatas de quem enfrenta inflação de alimentos, insegurança, serviços públicos ruins, baixa renda e descrença na política. Para o eleitor comum, o tema só ganhará densidade se traduzido em consequências concretas: empregos preservados, exportações defendidas, empresas competitivas, crime enfrentado, fronteiras vigiadas, tecnologia protegida, instituições respeitadas e governo capaz de negociar com firmeza.
O Brasil tem o dever de reagir a qualquer tentativa de coerção estrangeira. Mas terá fracassado se essa reação servir apenas para alimentar a campanha de Lula ou encobrir a falta de projeto de seu governo. Soberania não é comício, nem salvo-conduto para populismo.
Tem gente defendendo o perdão judicial à mãe que deixava o amante torturar o filho.
Meses atrás tinha gente defendendo o monstro que matou os dois filhos porque a mulher arrumou outro.
Nunca trate essas pessoas feito gente, são demônios.