Como joga Iago Borduchi?
Iago Amaral Borduchi, brasileiro de 29 anos, foi contratado pelo São Paulo. O lateral-esquerdo tem 1,81 m, 67 kg e nasceu em Monte Azul Paulista, São Paulo.
Por clubes, registra passagens por Internacional, Augsburg e Bahia.
Abaixo, destaco os principais pontos sobre o atleta. Se gostar e puder engajar, ajudaria a divulgar o trabalho. Também estou em https://t.co/f7psA9LQiR, fornecendo análises exclusivas, comunidade no Telegram e curadoria sobre futebol.
Características: É um lateral de arraste, mas que não chega tanto ao fundo. Quanto mais campo tem para progredir, mais oferecerá ofensivamente. Não costuma potencializar os ataques nem ser o mais indicado para equipes que desejam protagonismo.
Cruzamentos: Nível mediano. Não compromete nem se destaca grandemente. Lado positivo é que alterna bem entre chão e alto. Costuma cruzar desde a intermediária.
Papel defensivo: Para mim, sua melhor versão. Relativamente agressivo, com posicionamento consciente e de acordo com a linha. A abordagem é equilibrada, sempre à espera do que o oponente vai fazer. É onde ajudará mais.
Potência: Perdeu por causa das muitas lesões musculares. Isso o prejudicou, dado que é um atleta de arraste e explosão. Hoje, é comum vê-lo arrancando e sendo rapidamente igualado na velocidade.
Enfrentamento: Em duelos de um contra um, é tímido. Tem um claro limite e, por isso, evita ser incisivo. Ideal é que chegue ao ataque com espaço. Se precisar criar pelos próprios pés, não terá grande vantagem.
Duelos aéreos defensivos: Onde mais deixa a desejar. Além de não conquistar o espaço através dos braços, nem sempre entra inteiro na disputa. Precisa ser mais competitivo.
Lesões: Sofre muito com o corpo. Ao todo, registra 28 afastamentos ao longo da carreira. Iago não soma 30+ jogos em uma mesma temporada desde 2021/22.
Nível: C+ para o contexto do São Paulo. Pelos tópicos levantados e o tempo de contrato (6 meses), não penso que será uma passagem de destaque.
Como joga Iago Borduchi?
Iago Amaral Borduchi, brasileiro de 29 anos, foi contratado pelo São Paulo. O lateral-esquerdo tem 1,81 m, 67 kg e nasceu em Monte Azul Paulista, São Paulo.
Por clubes, registra passagens por Internacional, Augsburg e Bahia.
Abaixo, destaco os principais pontos sobre o atleta. Se gostar e puder engajar, ajudaria a divulgar o trabalho. Também estou em https://t.co/f7psA9LQiR, fornecendo análises exclusivas, comunidade no Telegram e curadoria sobre futebol.
Características: É um lateral de arraste, mas que não chega tanto ao fundo. Quanto mais campo tem para progredir, mais oferecerá ofensivamente. Não costuma potencializar os ataques nem ser o mais indicado para equipes que desejam protagonismo.
Cruzamentos: Nível mediano. Não compromete nem se destaca grandemente. Lado positivo é que alterna bem entre chão e alto. Costuma cruzar desde a intermediária.
Papel defensivo: Para mim, sua melhor versão. Relativamente agressivo, com posicionamento consciente e de acordo com a linha. A abordagem é equilibrada, sempre à espera do que o oponente vai fazer. É onde ajudará mais.
Potência: Perdeu por causa das muitas lesões musculares. Isso o prejudicou, dado que é um atleta de arraste e explosão. Hoje, é comum vê-lo arrancando e sendo rapidamente igualado na velocidade.
Enfrentamento: Em duelos de um contra um, é tímido. Tem um claro limite e, por isso, evita ser incisivo. Ideal é que chegue ao ataque com espaço. Se precisar criar pelos próprios pés, não terá grande vantagem.
Duelos aéreos defensivos: Onde mais deixa a desejar. Além de não conquistar o espaço através dos braços, nem sempre entra inteiro na disputa. Precisa ser mais competitivo.
Lesões: Sofre muito com o corpo. Ao todo, registra 28 afastamentos ao longo da carreira. Iago não soma 30+ jogos em uma mesma temporada desde 2021/22.
Nível: C+ para o contexto do São Paulo. Pelos tópicos levantados e o tempo de contrato (6 meses), não penso que será uma passagem de destaque.
Feliz ou infelizmente, tenho uma boa memória. Guardo nomes, rostos e atitudes por muitos anos. Chega a assustar.
Lembro com muita clareza dos justiceiros casaristas. Aquela turma que agia em bando, como hienas, contra quase todo posicionamento crítico ao que o ex-presidente fazia sistemática e semanalmente.
Bradaram todo tipo de argumento. "Está prejudicando o clube" e "Militantes de rede social" eram os mais utilizados.
Hoje, muitos deles sequer se pronunciam a cada notícia ligando o São Paulo ao Ministério Público e às páginas policiais. No máximo, mostram leve arrependimento, esquecendo do modus operandi adotado por volta de 2021 e 2022, quando ser opositor ao "cara do momento" não era uma medida popular.
Julio Casares encerra sua passagem como membro cardial do São Paulo. Ele sabe os motivos. Quem também sabe são as hienas. Foram irresponsáveis, ignorantes e mostraram do que são capazes. É o que facínoras fazem.
Orgulho por ter estado do outro lado desde o princípio. Sei a briga que cada um comprou. Aos que não venderam a moral, o caráter e a credibilidade, aplaudo e parabenizo. Sabemos quem é quem.
@leittedaniel Me expressei mal. Quando digo “tecnicamente”, não é sobre apenas qualidade com bola, é o pacote completo. Acho que é um lateral bem mediano (mesmo saudável), mas, considerando a escassez de bons jogadores no setor, acaba levando vantagem. Também achei um erro do São Paulo.
Iago Borduchi, tecnicamente, perde para poucos laterais-esquerdos do país. O problema é a disponibilidade. Trava uma disputa com o corpo desde 2018. Nos últimos 4 anos, por exemplo, registrou 18 afastamentos (entre lesões, fraturas e enfermidades). Publico a análise em breve.
@diegokwi Porque ele tem que jogar desde já. Não como titular, mas chegar em 2027 com minutos o bastante para ser considerado importante para o elenco.
Complementando e respondendo: acho um movimento bem ruim do São Paulo. Empréstimo curto, Wendell pouco regular... Provável que seja uma passagem tímida. Enzo Díaz não quer permanecer, e a impressão é que o clube está preparando Nicolas Bosshardt para 2027 (o que não concordo).
Iago Borduchi, tecnicamente, perde para poucos laterais-esquerdos do país. O problema é a disponibilidade. Trava uma disputa com o corpo desde 2018. Nos últimos 4 anos, por exemplo, registrou 18 afastamentos (entre lesões, fraturas e enfermidades). Publico a análise em breve.
Como joga Thiago Almada?
Thiago Ezequiel Almada, argentino de 25 anos, está negociando com o Flamengo. O meia-atacante tem 1,71 m, 63 kg e nasceu em Ciudadela, Buenos Aires.
Por clubes, registra passagens por Vélez, Atlanta United, Botafogo, Lyon e Atlético de Madrid.
Abaixo, destaco os principais pontos sobre o atleta. Se gostar e puder engajar, ajudaria a divulgar o trabalho. Também estou em https://t.co/f7psA9Mo8p, fornecendo análises exclusivas, comunidade no Telegram e curadoria sobre futebol.
Essência: Thiago Almada é segundo atacante puro. Nos sistemas atuais, joga como falso extremo ou mediapunta (o famoso 10). Gosta do corredor central, de chegar e/ou de estar onde a bola se localiza. Se potencializa assim.
Atlético de Madrid: Um dos motivos para não se sustentar como titular na Espanha é que Diego Simeone preza por um time posicional e simétrico. Por ser mais “rebelde”, buscar no pé, não ofereceu o que o treinador mais desejava.
Técnica: Sobrará no Brasil — como já aconteceu. Tem primeiro toque sensível, orientado, e mantém a bola próxima ao pé, mesmo conduzindo em campo aberto. O nível da ambidestria é funcional, onde lida bem com a esquerda.
Enfrentando goleiros: Capacidade de conclusão muito acima. Finaliza calmamente, alternando lados e alturas — muitas vezes com o pé não-dominante.
Dribles: Prioriza as saídas à direita, mas, mesmo assim, tem sucesso por colar a bola ao pé ou girar rapidamente. Esconde e mantém bem a posse. Destoa dos demais.
Construindo: Dono de passes cavados e arcos buscando o lado oposto. Cruza bem, sempre tirando o peso da bola. Além do mais, é capaz de oferecer inversões e passes longos nas costas da última linha.
Pênaltis: Não existe padrão. Alterna lados e alturas e raramente erra. Verdadeiramente especialista. Prova disso é que, na garrafa do goleiro Jordan Pickford, se o confronto fosse para os pênaltis, analistas da Inglaterra recomendaram um lado para cada jogador da Argentina. Para Thiago Almada: "feel on the day". Em português claro, "se vira".
Velocidade: Pode parecer exagero, mas a passada é muito semelhante à de Lionel Messi (a passada). Capacidade de mudar de ritmo e atingir o pico de velocidade brutal.
Último toque: Não sempre, mas, por vezes, peca ao optar por driblar ou arrastar a jogada ao invés de concluí-la. A impressão que passa é que, por ser muito seguro de sua técnica, acha que vencerá todos os duelos dentro da área.
Sob pressão: Para o nível que possui, precisa assumir mais riscos de costas. Quando pressionado, rapidamente transfere a posse a um toque, só verticalizando quando está de lado ou de frente. É capaz de mais.
Fase defensiva: Quando escolhido para fechar o corredor, tende a sobrecarregar o lateral. Isso porque é ativo sem bola, mas agressivo além da conta. Não é especialista em duelar e salta sem timing. Chega atrasado e não tem sucesso em muitos casos.
O que vive Luis Osorio no São Paulo me remete muito à história de Murillo Santiago, hoje no Nottingham Forest, ao ser revelado pelo Corinthians. Ambos entregaram no mais caótico dos cenários, muito próximos de serem queimados. Mas a personalidade falou mais alto.
Tecnicamente, Luis Osorio sequer é o melhor da última safra de Cotia (abaixo de Isac Silva), mas não deve nada para ninguém. Deu competitividade dentro de uma equipe desfalcada, imprevisível e mentalmente órfã.
Se Robert Arboleda tivesse renunciado às vontades, não sofresse apagões e não desrepeitasse o clube, as partidas como a de hoje, em que mandou no Maracanã e não são raras, seriam elogiadas e amplamente discutidas. Mas escolheu um caminho e terá de arcar com as consequências.
Como joga Zé Lucas?
José Lucas Gomes da Silva, brasileiro de 18 anos, foi contratado pelo Cruzeiro. O meio-campista tem 1,74 m, 70 kg e nasceu em Vitória de Santo Antão, Pernambuco.
Foi formado e revelado pelo Sport.
Abaixo, destaco os principais pontos sobre o atleta. Se gostar e puder engajar, ajudaria a divulgar o trabalho. Também estou em https://t.co/f7psA9LQiR, fornecendo análises exclusivas, comunidade no Telegram e curadoria sobre futebol.
Controle e ritmo: Zé Lucas é meio-campista de gerir passes a todo momento. Ativo na zona da bola, se oferece muito. Demonstra personalidade para assumir riscos. Não se isola no setor. Já foi utilizado como extremo nas categorias de base, por isso a naturalidade para pisar no campo rival e nos últimos metros.
Precocidade: Podemos falar sobre o momento exato ou não de estrear entre os adultos, mas fato é que respondeu bem. Foi colocado em cenários mais complexos e provocadores e deu conta do recado. Ótimo sinal.
Flamengo: A proposta era para compor o time de base, o que seria um erro grave. Entendo que ainda não é um jogador pronto, mas mantê-lo no sub-20 seria frear o desenvolvimento já visto no time principal.
Técnica: Muito habilidoso. Costuma dar continuidade às jogadas, bate pressões através de dribles curtos e giros. Alguns domínios são feitos com a sola — o que não é necessariamente um problema.
De costas: Sob pressão, as respostas não são tão evoluídas. Entrega mais um jogo a dois toques, mas raramente expõe a equipe. Tem bom desempenho.
Thiago Alcântara: Um ponto de destaque é como alguns domínios, intencionalmente ou não, são idênticos aos do hispano-brasileiro (antes da bola chegar, mapeia, indica que vai orientar para um lado e, quando o oponente cai na armadilha, sai para o oposto). Não o faz sempre, mas tem o costume.
Jogo longo: Bom aproveitamento. Passes bem direcionados, sejam cavados ou inversões. Ainda falta um pouco de potência, mas a leitura é boa. Também por isso, cruza bem (melhor da intermediária do que nos corredores laterais).
Duelos aéreos: Postura surpreendente para o biotipo e a estatura. Naturalmente, leva menos vantagem, mas tem boa impulsão e sabe tomar a frente pré-duelo.
Segundas bolas: Justamente por estar muito no campo rival, vai bem nos rebotes. Posicionamento correto na frente da área.
Fase defensiva: Postura é bem simplista, ainda precisa evoluir na abordagem. É ativo, mas falta timing e proximidade ao oponente. Questão de ajustes.
Ambidestria: Ideal é que desenvolva melhor o jogo com o pé não-dominante. Utiliza a esquerda, mas ainda há discrepância.
Finalizando: Outro ponto a melhorar, sobretudo por vencer muitas segundas bolas. Questão de corrigir o corpo pré-batida e dar mais direcionamento.
Nível: B para o contexto do Cruzeiro. Não vejo, hoje, um teto para o primeiro escalão, mas é inegável que há talento e personalidade para ser protagonista no Brasil em até duas temporadas. Vai ajudar muito.
Muito torcedor acha que todo mundo consome futebol da mesma forma que ele.
O que mais tem em elenco é jogador insatisfeito. No meu, no seu, no de todos. Por causa de salário, minutagem, comissão, assuntos pessoais…
Tenho a opinião que, se o atleta não deseja continuar, a prioridade é a transferência. Sempre é o melhor para todos. Se não acontece (como com Danilo) e há contrato a ser cumprido, que jogador e estafe saibam que há uma obrigação e que tentem uma nova transferência na próxima janela.
Danilo tinha o desejo de jogar pelo Palmeiras. O Botafogo estava e está no direito de exigir o que quiser, porque pagou por ele. Não aconteceu? Ele comunicou que não quer jogar na Rússia? Que haja reciprocidade, o clube aguarde outra oferta e Danilo continue representando o Botafogo da forma mais responsável e digna.
Postura enorme de Danilo Santos, e não falo necessariamente sobre ter ou não acontecido a venda para o Palmeiras. Falo sobre respeitar o plano de carreira quando as propostas sedutoras chegam. É para o Brasil, um grande centro ou nada.
Entendo as necessidades, apontar desse lado do balcão e no ar condicionado é fácil. Mas admiro quando nossos talentos recusam Rússia, Arábia Saudita e semelhantes.
@saulinhoresende Sem problemas em discordar, Saulo. Entendo os pontos, são válidos. Sobre eles, falei na análise que publiquei recentemente. Além de achá-lo um bom jogador, também penso que as características, que o São Paulo não tem no elenco atual, serão importantes. Vamos ver se encaixa.
Sobre São Paulo 1-2 Athletico Paranaense
Primeiro tempo do São Paulo: Há muito tempo não se via a equipe promovendo ataques posicionais tão naturais. De pé a pé, pisou muito na área rival. Fluído assim, não acontecia desde 2025.
Segundo tempo do São Paulo: Vítima do próprio mental, como ocorre rotineiramente na temporada. Demorou para se concentrar, sofreu o primeiro gol e tudo desabou. Grave. Se não for trabalhado, pode acontecer o pior.
Athletico: Das melhores equipes do campeonato. Coletivo de verdade. Odair Hellmann montou uma base de muita consistência, disciplina e proatividade, como de costume. Segundo tempo foi uma aula defensiva.
Luiz Gustavo: Silencioso, o nome da noite. Naturalmente, o autor dos gols leva o maior crédito, mas foi ele quem destravou o meio-campo. Tudo a dois toques, pegando atalhos.
Pablo Maia: Continua prejudicando a equipe em uma frequência acima do normal. Além de não contribuir com bola, algo que acontecia mesmo no auge, está em queda defensiva.
Luciano: Mais uma noite em que não transforma uma chance clara em gol. Empataria o jogo e poderia recolocar a equipe nos eixos. Custou caro.
Stiven Mendoza e Kevin Viveros: Máquinas. Coadjuvantes de extrema importância na partida. Causaram incômodo, pressionaram, cumpriram com todas as tarefas. Foram enormes.
Rafael Tolói: Não existe mundo onde seja titular com essa saúde. Lesão muscular com 20 minutos de jogo depois de 40 dias de pausa é de uma ironia avassaladora.
O talento de João Moreira sempre se provou. A capacidade técnica nunca foi dúvida para ninguém, nem mesmo dentro do São Paulo. Mas o alto nível não pede só isso. Além das lesões constantes, os relatos são de um jovem muito ansioso e com travas psicológicas — também foi assim no Porto.
Foi acompanhado por diferentes comissões, diretorias e clubes ao longo dos anos. Todos chegaram na mesma conclusão.
Sempre uma pena que jogadores passem por isso. Mais ainda quando o talento é visível, quase uma garantia de entrega. Que possa se recuperar nos Emirados Árabes Unidos. Torcida não faltará.