“Estamos haciendo un esfuerzo muy grande”: Quiroz justifica nueva alza en las bencinas y afirma que ya le costó $300.000 millones al fisco
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La senadora Nuñez ha sido muy sensata, digna del cargo, y no se ha dejado llevar por los cantos de sirena. El que la gente la premie por eso, es esperanzador porque significa que hay demanda por una política seria y no estridente. @paulinanu
La promesa de campaña fue clara: NO se recortarían beneficios sociales. Por eso, no puede incomodar que le pidamos al Presidente @joseantoniokast que cumpla su palabra. La única lealtad posible frente a esto es con Chile.
En tiempos difíciles, la protección social importa más que nunca. Espero que el Congreso revierta estos retrocesos.
#YoElijoMiPC #LiceosBicentenarios #Melitrén #GORE #Cultura
En el último año, se destruyeron 81 mil puestos de trabajo. Para enfrentar la crisis, necesitamos fortalecer la magnitud de la agenda de corto plazo y empujar medidas estructurales
Así, Chile suma 2 trimestres consecutivos en los que se destruyen más empleos de los que se crean.
La contienda es muy desigual, porque el presidente en ejercicio @joseantoniokast puede todo el día hablar mal del presidente anterior y su gobierno, pero los expresidentes no pueden mandar una carta abierta con su opinion sobre lo que hace el presidente en ejercicio. ¿Ellos deben mantener silencio? Lo que hace la oposición en una democracia es eso, dar su opinión.
Apoyo las declaraciones de ex presidentes @MBachelet y @GabrielBoric porque es un llamado de alerta sobre un acuerdo, el Escudo de las Americas, que no sabemos hasta donde puede llegar.
Y sabemos que con Trump las cosas pueden llegar muy lejos.
📝 Discurso do presidente Lula na Assembleia Geral da ONU
Esta é a décima ocasião em que abro o Debate Geral desta Assembleia.
Desde que ocupei pela primeira vez esta tribuna, em 2003, este é o momento mais crítico das Nações Unidas. O sentimento que me move hoje é o da indignação.
A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas: a de livrar a humanidade do flagelo da guerra.
Sua credibilidade nunca esteve tão baixa.
Sua capacidade de proteger os mais vulner��veis – os que não têm exército, nem arsenais – nunca foi tão pequena.
Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel.
Em 1946, já na primeira sessão desta Assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto.
Esse vício de origem da Carta da ONU conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez.
A esse pecado original soma-se agora uma profunda crise de liderança.
O ano de 2025 registrou o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial.
Trilhões de dólares financiam uma nova corrida armamentista.
Tensões geopolíticas ameaçam transformar confrontos regionais em uma conflagração de proporções globais.
Os que detêm as rédeas das decisões cruciais devem atuar com responsabilidade e sentido de urgência.
Os líderes dos países que integram o Conselho de Segurança precisam se reunir.
Não desconheço as realidades do poder.
Mas as concessões à lei do mais forte já passaram dos limites.
Isso não é idealismo. É o mais puro realismo.
A guerra não é a continuação da política por outros meios. É a falência total da política.
Num mundo interdependente, liderar é conciliar os interesses da pátria com os da humanidade.
Essa é a constatação de alguém que representa uma nação amante da paz e da liberdade.
Alguém que lutou contra uma ditadura militar e defendeu seu país contra um golpe de estado.
É a convicção de um operário eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do Mapa da Fome.
Esta Assembleia corrigiu recentemente distorções históricas.
Reconheceu o tráfico de africanos escravizados como o mais grave crime contra a humanidade.
Aprovou a representação mais precisa do mapa-múndi.
Agora deve se debruçar sobre temas determinantes para o futuro da humanidade.
Somos chamados a optar entre o multilateralismo ou unilateralismo. A democracia ou extremismo. Soberania ou subordinação.
Essas escolhas demandam coragem, vontade política e clareza de objetivos.
Isso é o que se espera de um Estadista.
📸 @ricardostuckert
“Ambos dieron un salto de calidad”: Juan Carlos Muñoz destaca la evaluación positiva del transporte público y atribuye logros a gobiernos de Piñera y Boric
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Creo que los votantes de Kast y su pandilla deben estar complicados.
Viendo como los que ordenarlas el país solo se han arreglado ellos y su sector a costa del sufrimiento de todo el país.