O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu neste sábado, 17, que a reportagem de capa de VEJA que traz relatos exclusivos do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, com denúncias que atingem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem qualquer irregularidade e deve continuar sendo veiculada.
Em sua decisão, o ministro Nunes Marques, presidente do TSE, diz que "em exame preliminar, não identifico elementos suficientes para a retirada da reportagem e das publicações que a reproduzem". O magistrado acrescenta no texto da decisão: "Há, é certo, passagens em que a revista se expressa em voz própria, como a identificação do documentário com a obra de Oliver Stone, a legenda que associa a imagem de Paulo Okamotto ao financiamento dessa produção e a apresentação da inclusão do banco na 'lista exaustiva' como abertura dos cofres dos fundos de previdência. Essas passagens devem, contudo, ser examinadas no contexto da reportagem, que atribui ao banqueiro o núcleo da acusação, publica a negativa do candidato e registra ressalvas relevantes. Consideradas essas circunstâncias em conjunto com as divergências apontadas, não identifico, neste exame provisório, falsidade perceptível de plano ou descontextualização grave que justifique a retirada da matéria, nem está suficientemente demonstrado, para essa medida, que a reportagem tenha ido além do conteúdo dos relatos e documentos utilizados, apresentando conclusões sem apoio nesses elemento".
O trabalho jornalístico de VEJA mostrou áudios do banqueiro nos quais ele admite ter enviado dinheiro a aliados do governo federal para acessar fundos de pensão de estatais, como Petrobras, Correios, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. A meta era captar 10 bilhões de reais em investimentos para o banco e, com isso, repassar 1 bilhão de reais para seus "interlocutores" com o governo.
As informações reveladas por VEJA foram apresentadas pela defesa de Vorcaro à Procuradoria-Geral da República em uma das tentativas de construir um acordo de colaboração premiada. O órgão recusou por duas vezes a proposta de delação.
Saiba mais no site de VEJA (link na bio).
Foto: reprodução
Cara, qual a dificuldade de respeitar as escolhas partidárias das pessoas? O único motivo dela votar no Flavio Bolsonaro é justamente Isabelle Nardoni.
A filha dela foi ASSASSINADA pelo pai e a madrasta e tinham direito a saídinhas. Agora estão em semi-aberto e a filha dela MORTA!
Manda o Lula parar de defender bandido, que talvez ela vote nele.
Marina contou a Fábio Porchat como a sua campanha presidencial foi desidratada pelo PT com mentiras como a que ela iria, se eleita, acabar com o Bolsa Família, proibir o Círio de Nazaré e acabar com a Padroeira do Brasil; como evangélica, iria até mesmo acabar com o videogame das crianças, etc. O PT é uma máquina de mentiras. E hoje, Marina e Porchat, que estavam criticando, estão apoiando a mesma prática e as mesmas mentiras.
@KruifAngela@juliaklausgf@fellyume Kkkkkk qual foi a perseguição que sofreram em 2019-2022? Porque até jogar futebol com a cabeça do presidente da época jogaram e ninguém foi cassado, perseguido e etc.
E no dia 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, eis a "homenagem" que a esquerda prepara para a Padroeira do Brasil.
Eles até fingem respeitar, mas não conseguem manter o personagem por tanto tempo.
Imagina levantar a bandeira da Palestina em uma manifestação, sendo que, nesse país, pessoas LGBTQIA+ são mortas e mulheres sofrem restrições aos seus direitos
@juliaklausgf@fellyume Porque contavam a mesma historia em 2018 e não lembro de ter gente queimando lgbts, negros e mulheres em praça pública. Todo ano de eleição vem com o mesmo terrorismo político.