«La “densidad” de hombres doctos y el resurgimiento de las letras latinas en la Hispania visigoda del siglo VII es de una fuerza sin parangón en el Occidente de la época». El Aula regia toledana tenía «más en común con la corte imperial bizantina que con la merovingia».
@HHugoemilio1@chaotichermes , como o baixo alemão também o era, mas nada minimamente comparável à proximidade que existe entre o português e o castelhano ou o inglês e o "scots", como é óbvio
@HHugoemilio1@chaotichermes Comentário retardado. O português está para o castelhano como o inglês para o "scots", no mínimo. São mais próximos um do outro que vários casos de dialectos de um mesmo idioma. O alemão está menos próximo do inglês que o francês do português. O holandês sim, já é mais próximo
@TonyVPortugal Aquilo que tu chamas de "português crioulo" está consideravelmente mais longe do português que o português do italiano ou do romeno, por exemplo.
@TonyVPortugal Português crioulo não existe, como é óbvio. É literalmente um pidgin, como o que se fala num Haiti. Não tem nada a ver com português do Brasil, de Portugal ou de Angola.
@JuanFriJFry@PaulAtr38110410@ToniKX3 E em Olivença (província de Badajoz) falava-se literalmente português até há poucas décadas, pois foi sempre um município português até princípios do século XIX.