UMA PORTA PERIGOSA
Após o triunfo que garantiu o confronto com a Espanha, a Bélgica postou nas redes sociais uma foto da comemoração de Lukaku, com a mão no ouvido, provocando o mandatário intruso: “Reverte isso”.
Minha coluna de hoje no jornal Zero Hora, @gzhdigital
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ADEUS À COPA
“É muito diferente de vibrar com seu clube e se defender da rivalidade. É quando todos são iguais pelo mesmo objetivo, conhecendo o esporte ou não. Minha mãe, que não se interessa por futebol, ralhava junto. É um torneio que converte não praticantes, levando-os a adoecer de preocupação e berrar para a televisão.”
Minha coluna de hoje em @gzhdigital
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HEXA DAS ELIMINAÇÕES
Completaremos mais um ciclo sem Copa do Mundo. Serão 28 anos, a maior abstinência de nossa história. Não aguento mais ouvir a palavra “hexa”.
Minha coluna de hoje no jornal Zero Hora, @gzhdigital
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Não aguento mais ouvir campanha pelo “hexa”. O único hexa que atingimos foi o da desclassificação. Um hexa consecutivo de eliminações:
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“Só tinha um homem dentro do mar de Ipanema.
Olhei para Beatriz e comentei:
— Quer ver que é mineiro?”
Leia a minha coluna no jornal @otempo:
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MEIAS INVISÍVEIS
“Você jamais testemunhará o presenteado se exibindo com o regalo. São as novas roupas íntimas.”
Minha coluna de hoje no jornal Zero Hora, @gzhdigital
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Todo mundo é frágil de algum jeito. Em algum canto da memória. Por uma vivência. Por um medo. Por uma dor.
O que parece um detalhe insignificante para você pode ter o peso de uma vida inteira para alguém. Uma palavra atravessada é capaz de desestabilizar. Um gesto rude é capaz de ferir. Uma opinião apressada é capaz de destruir.
Quem olha de fora não enxerga o que há dentro.
Empatia não é se colocar no lugar do outro. É compreender que você não faz ideia do quanto o outro sofre.
Cada pessoa trava batalhas invisíveis. As cicatrizes apresentam a pele fechada, mas a alma aberta.
Antes de dizer “é drama”, experimente perguntar: “o que aconteceu?”.
O julgamento assusta. A escuta acolhe.
AZARÕES E CONSERVADORISMO
“A tradição prevalece. É um torneio conservador. Há espaço para milagres, mas esparsos, não consecutivos. Afinal, das 48 nações participantes, apenas sete levantaram a taça: Brasil, Alemanha, Argentina, França, Uruguai, Inglaterra e Espanha.”
Minha coluna de hoje no jornal Zero Hora, @gzhdigital
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QUEM ME ALFABETIZOU
Minha mãe, poeta Maria Carpi, autora premiada com APCA e Casa de las Américas (Cuba), vai fazer palestra nesta quinta-feira (2/7) em Curitiba (PR), às 19h, na Biblioteca Pública do Paraná, com entrada franca. Seu tema será “O lugar da poesia”. Ela tem 87 anos, não costuma viajar, é uma oportunidade única para ouvir quem me alfabetizou em casa, recusou rótulos e não aceitou o meu diagnóstico de retardo mental:
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