We are outraged but undaunted by the disgraceful news of @BolsonaroSP ‘s conviction on bogus charges amounting to more leftist lawfare. Pray for the Bolsonaro’s and stand up against tyranny wherever you find it. Stay tuned.
In a rare moment of candor from Brazil’s highest court, Supreme Federal Tribunal (STF) Justice André Mendonça has confirmed what free speech advocates have warned about for years: aggressive new judicial rules on social media platforms are creating a dangerous chilling effect that leads to widespread preemptive censorship.
The admission came during discussions on the Marco Civil da Internet, Brazil’s framework for online regulation. Mendonça acknowledged that vague interpretations of “joint responsibility” for content—coupled with the threat of heavy fines—push platforms to remove even doubtful or borderline material rather than risk punishment. Instead of waiting for clear violations, companies now err on the side of deletion to protect themselves from Brazil’s activist judiciary.
A segurança dos americanos vem em primeiro lugar! Em países como México, Haiti e Equador, os EUA estão designando cartéis violentos e organizações criminosas transnacionais como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs), cortando seu acesso ao sistema financeiro global, congelando ativos e fornecendo ferramentas para desmantelar suas redes. E não vamos parar! Junto com parceiros globais, vamos desmantelar quem ameaça nossas comunidades.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
https://t.co/ceoTCiVA0Q
PCC is now a top-tier Latin American criminal power, comparable in strategic importance to the major Mexican and Colombian organizations, though with a different model: prison governance plus global cocaine logistics.
Comando Vermelho is a major regional armed-criminal power, dominant in parts of Rio and expanding through Amazonian and South American routes.
Together, they represent Brazil’s version of the cartel-state challenge: not simply crime, but criminal governance with transnational reach.
There is no official map saying “PCC controls X square kilometers” or “CV controls Y square kilometers.” That is not how these groups operate. Their control is nodal and networked: prisons, ports, favelas, trafficking corridors, border towns, river routes, logistics hubs, retail drug markets, and corrupt state interfaces.
PCC is Brazil��s most internationally connected criminal organization, with roughly 40,000 members and at least 2,000 operating across 28 countries. Its international expansion is tied to cocaine logistics, alliances with the Italian ’Ndrangheta and Balkan criminal groups, and routes into Europe, Africa, and Asia.
Comando Vermelho remains deeply territorial in Rio de Janeiro, where it has exercised control in favelas for decades. Americas Quarterly describes CV as Brazil’s oldest major criminal faction, with long-standing territorial control in Rio’s favelas. El País reported that CV has about 30,000 members and that it has expanded in the last decade through alliances with regional groups and has reconquered neighborhoods in Rio through violence since 2022.
The CV governs territory in the classic criminal insurgency sense with armed presence, checkpoints/barricades, retail drug markets, informal rules, intimidation, services, transport control, extortion, and violent exclusion of state authority. A 2025 Small Wars Journal analysis even noted CV’s development of a ride-sharing app as evidence of how it is integrating digital tools into illicit economies and territorial control in Rio.
A principal e imediata consequência da classificação do PCC e do CV como organizações terroristas é fechar o cerco financeiro sobre essas entidades, dificultar lavagem de dinheiro e facilitar o congelamento dos ativos e bens que forem identificados. Não é por acaso que o comunicado do Secretário Marco Rubio faz expressa referência a este ponto (“negar financiamento e recursos a narcoterroristas”).
Mérito de @FlavioBolsonaro que conseguiu convencer o Governo norte-americano a adotar essa medida.
Já o PT alega, por motivos eleitorais, que a medida viabiliza uma invasão territorial norte-americana, o que é uma fantasia.
Nada mais vergonhoso do que assistir o PT e seus aliados defendendo criminosos e terroristas por motivos eleitorais.
Lula sempre esteve ao lado do crime em seus governos, ao defender os mensaleiros, ao criminalizar o combate à corrupção, ao defender a saidinha dos presos e legislação leniente, e agora ao defender, pelo seu governo, organizações criminosas.
Para que o Brasil possa se tornar um país seguro, não podemos ter um presidente que trabalha em favor dos criminosos.
These Brazil-based violent criminal organizations pose a grave security threat not only to the Brazilian people but to all the people of the Western Hemisphere, including the US. Under @POTUS@realDonaldTrump and @SecRubio, we take this threat very seriously and are committed to fighting and destroying these organizations. 🇺🇸🤝🇧🇷
O Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Seu alcance se estende por toda a nossa região e até o nosso país.
Hoje, designei essas organizações como Organizações Terroristas Estrangeiras e Terroristas Globais Especialmente Designados.
O governo Trump continuará usando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e negar o acesso de narcoterroristas a financiamento e recursos.
Primeiro Comando da Capital and Comando Vermelho are two of the most violent criminal organizations in Brazil. Their reach extends throughout our region and into our country.
Today, I designated these organizations as Foreign Terrorist Organizations and Specially Designated Global Terrorists.
The Trump Administration will continue using every available tool to protect our national security interests and deny funding and resources to narco-terrorists.
https://t.co/x3cPYjelwZ
Here we go again. In 2022, Alexandre de Moraes used emergency anti-disinformation powers to police online political speech during the decisive final stretch of the election to ensure @LulaOficial could get elected. Even with that exponential advantage, Lula barely managed to come out ahead by 1% in official results making the 2022 margin the closest Brazilian presidential election result to date.
Lula then promptly tried to codify into law the Moraes censorship tools that helped secure his election in 2022, but the Brazilian Congress flatly refused to bless an even broader version of that censorship architecture.
Now, understanding the Brazilian Congress would never pass such a repugnant censorship package, Lula is moving to impose it by presidential decree four months before the 2026 election.
When speech rules cannot pass democratically and are desperately imposed by signature of the guy sinking in the polls, it raises a legitimate question about whether elections in such circumstances can credibly be called free and fair.
https://t.co/6rWnzn0ykn
Today, pursuant to an order from a U.S. federal court, Rumble and Trump Media served Brazilian Supreme Court Justice Alexandre de Moraes by email.
Summons attached.
O caso precisa ser tratado com menos histeria e mais objetividade.
Se o dinheiro era privado, destinado a um filme privado, sem participação do mandato do senador na negociação, e isso pode ser demonstrado ou comprovado, não há ilícito.
Se Vorcaro, para além de seus crimes, era um investidor e tinha interesse na lucratividade do filme, como noticiou o Metrópoles, e financiou diversas outras produções, como informou O Globo, juridicamente, é o que importa.
Politicamente, o que importa é que agora parece claro a todos: a CPI do Master é necessária e inevitável.
FBI faz alerta para vítimas de repressão transnacional nos EUA — quando governos estrangeiros tentam intimidar e até sequestrar seus opositores políticos em solo americano, usando muitas vezes como justificativa “a existência de um mandado de prisão” no país de origem.
👮♂️ O FBI pede que eventuais vítimas denunciem via https://t.co/CjNUAIJviy ou 1-800-CALL-FBI
Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso.
Moraes vai controlar e censurar o discurso político nas eleições de 2026, assim como fez nas de 2022. Enquanto isso, sua ala pró-Lula do STF ameaça punir um senador.
Mesmo com a fortuna de R$ 129mi do Banco Master, querem que o Brasil saiba que o STF manda no país sem limites.
Para autorizar Jair Bolsonaro a se deslocar ao hospital, o ministro Alexandre de Moraes levou mais de 24 horas. Já para constranger o Conselho Federal de Medicina e tentar intimidar seu presidente, foram necessárias apenas poucas horas.
Moraes agiu com rapidez para constranger e intimidar o CFM e determinar que a Polícia Federal ouvisse seu presidente — rapidez essa que não se verificou quando se tratava de autorizar Bolsonaro a realizar exames médicos.
Conclusão: esse contraste revela uma preocupante assimetria de prioridades: quando o tema envolve restrição institucional e intimidação, as decisões são céleres; quando envolve direitos básicos e proteção à saúde, a demora se impõe — reforçando a percepção de desequilíbrio e arbitrariedade no exercício do poder.
Concordo plenamente, Senador @FlavioBolsonaro! Lula é Maduro e Maduro é Lula.
Admiro profundamente sua coragem, seu sacrifício e seu compromisso inabalável com o Brasil. Sua liderança firme no Senado, guiada por princípios conservadores sólidos — Deus, família, pátria e liberdade tem sido essencial para unificar a direita em torno de uma agenda de prosperidade econômica, respeito ao povo e rejeição ao autoritarismo.
Oro para que os brasileiros permaneçam vigilantes, defendendo sempre esses valores fundamentais. O povo Brasileiro é reconhecido no mundo todo como acolhedor, trabalhador e pacífico — um povo que carrega no coração a fé em Deus.
Já vimos o socialismo destruir nações inteiras. O governo socialista não muda. Ele inicia com as promessas fantásticas de justiça social e sempre termina em ditadura, censura, miséria e perda de liberdade do povo.
O Brasil atravessa momentos de grande tensão, com parlamentares covardes e juízes que, infelizmente, têm violado as leis e a Constituição Brasileira. O Brasil não vai cair. Senador, com líderes firmes e comprometidos como o senhor, o Brasil permanece em boas mãos para seguir o caminho da liberdade, da ordem, da prosperidade e do respeito ao povo brasileiro.