contrapartida, esses pequenos membracídeos ainda são encontrados com mais facilidade em regiões rurais, onde conseguem resistir. Esse contraste evidencia não apenas o declínio da biodiversidade nas cidades, mas também o distanciamento da população urbana em relação à fauna nativa
Conhecido por marcar a infância de muitas pessoas, o inseto popularmente chamado de “soldadinho” tem se tornado cada vez mais raro nos grandes centros urbanos. A redução de áreas verdes e o uso frequente de inseticidas estão entre os principais fatores para esse desaparecimento.
Amanhã será o lançamento do programa Favela Cuida. Sua presença é muto importante, pois queremos trabalhar junto aos líderes locais, e você é extremamente atuante.
Liderança também cuida!!! ✊🏽✊🏽
No dia 14 (sábado) nós da Roda Cultural Bairro 13, daremos início ao nosso circuito de oficinas. Será aberto ao público e gratuito!! Ainda temos algumas vagas para inscrições, pra quem quiser participar do circuito. Será na Av. Cidade de Deus, 56
Mocidade Unida da Cidade de Deus.
Inspirado no pensamento do mestre Nêgo Bispo e em seu conceito de biointeração, o encontro convida o público a refletir sobre formas de reconexão entre seres humanos, natureza e território, contrariando a lógica antropocêntrica do desenvolvimento
Cine Taquara celebra 8 anos com roda de conversa “Afrovisualidades Biointerativas”
Evento marca trajetória do cinema negro na Zona Zudoeste e propõe reflexão sobre ancestralidade, moda, meio ambiente e arte como práticas de resistência.
O Cine Taquara completa oito anos de estrada e resistência celebrando as narrativas negras que ecoam pela Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Para marcar a data, o coletivo realiza no dia 15 de outubro, às 17hs, a roda de conversa “Afrovisualidades Biointerativas”, no GRES Mocidade
Rio de Janeiro a polícia militar entra atirando e na praia a polícia chega com calma para não causar alarde? O Estado e o serviço de inteligência tem nomes, tem rotas, tem informações. A única razão para agirem de forma violenta nas favelas do Rio de Janeiro tem nome: Preconceito
Mais um dia de rotina alterada na Cidade de Deus.
O tráfico de drogas existe no Rio de Janeiro desde a década de 70. Estamos em 2025 e a prática de chegar nos territórios vulnerabilizados pelo próprio Estado de forma violenta permanece, o que demonstra racismo genocídio e
interesses pessoais de quem está no comando da polícia.
Outro dia a polícia civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu um traficante na praia de Cabo Frio sem disparar um único tiro. Isso reforça que há uma decisão sobre a forma de atuar de acordo com o CEP.
Por que nas favelas