@elivieira É que só quem é pobre nao pode enriquecer com ações na justiça, quem já é rico não tem problema em ganhar valores altos, nao tem o risco kkkkkk
@shino_marcos@RubinhoNunes E onde fala que deve buscar condenados estrangeiros e levar ministro para ver futebol?
Para se aproveitar só Estado tudo pode,.para ajudar o povo, o peso da lei.
Amazon axing the new STARGATE series because it was supposedly too niche is such a frustrating executive decision.
This is STARGATE.
The original movie launched in 1994. STARGATE SG-1 ran for 10 seasons. STARGATE ATLANTIS ran for five more. Fans have kept this franchise alive for decades.
Martin Gero, who wrote on SG-1 and ATLANTIS, was developing the new series. Brad Wright and Joe Mallozzi were consulting producers.
People who understood the franchise were involved.
And Amazon apparently got nervous that the show would appeal too much to STARGATE fans.
That is insane.
Die-hard fans are not the problem. They are the bridge.
They tell friends to watch. They explain the premise. They build word of mouth before casual audiences ever show up.
Studios keep wanting legacy IP without the people who actually love it.
But that “baggage” is the audience.
STARGATE does not need to be sanded down for everyone.
It needs to be good enough that fans bring everyone else in.
Sadly, it's true. Amazon has elected not to move forward with the new Stargate series.
There's not much I can add beyond confirming what's happened. But I will say this...
Creator Martin Gero developed a new Stargate series over two years, ultimately crafting a show that offered a fresh jumping-on point for new viewers while deeply respecting existing canon. It was a series that avoided the pitfalls of several modern remakes and reboots by fully embracing the core of its predecessors: action, adventure, exploration, wonder, heart, humor, and found family. And based on that creative vision, the new Stargate series was greenlit in November of 2025.
As of today, officially, that original vision is no more. We'll never get the opportunity to introduce you to that world and those characters - or reintroduce you to, and check in with, some familiar faces from the past.
My heart breaks. For the incredibly talented writers who worked tirelessly to bring this show to life. For Martin who maintained an unwavering positive outlook throughout despite the challenges, and who always strove to make a show that would honor the fans while welcoming a new audiences. And for the long-suffering Stargate fandom who waited so long and came so close to getting a show they truly would have loved.
@MisterSonnySays@MichaelShanks "modern audiences" has already became a meme and is a sign of a poor and soulless show without identity.
It's high times the industry let that idea die
Ministro Fachin, por favor relate a ONU que um dos seus colegas bloqueou as contas bancárias, redes sociais (sob ameaça de prisão da sua mãe), passaporte, e até autorizou uma operação de busca e apreensão, com direito a revista pessoal, contra uma adolescente de 16 anos pelo crime de denunciar os abusos cometidos contra seu pai, que recebeu asilo político na Espanha por culpa da perseguição de Alexandre de Moraes.
Isso tudo sem julgamento, sem denúncia, sem direito a defesa.
Explique a turma da ONU como isso foi importante para defender a democracia no Brasil.
A recomendação de ação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), na investigação da Seção 301, menciona as ações de censura de Alexandre de Moraes e do STF contra as redes sociais. Trago a tradução:
“Primeiro, tribunais brasileiros emitiram ordens sigilosas determinando que empresas de redes sociais dos EUA, incluindo X, Meta e Google, removessem determinado conteúdo político e suspendessem perfis de residentes dos EUA, por vezes globalmente, e proibindo as plataformas de revelar essas ordens aos proprietários dos perfis. Tribunais brasileiros também impuseram a empresas de redes sociais dos EUA multas diárias substanciais por descumprimento, ou exigiram que cessassem suas operações no Brasil em caso de descumprimento. Por exemplo, o Rumble, uma plataforma de compartilhamento de vídeos, está suspenso no Brasil desde fevereiro de 2025, depois que se recusou a censurar um residente dos EUA em cumprimento a uma ordem sigilosa de um tribunal brasileiro, e posteriormente decidiu defender publicamente os direitos de liberdade de expressão desse usuário. De modo semelhante, tribunais brasileiros proibiram o X de operar no Brasil de agosto a outubro de 2024, depois que a empresa se recusou a remover conteúdo criado por um jornalista brasileiro que vive nos Estados Unidos e a nomear um representante local. Além de impor multas diárias significativas ao X por não cumprir essa ordem de remoção, um tribunal brasileiro congelou as contas bancárias, ativos financeiros, veículos automotores e bens imóveis do X; impediu aeronaves registradas em nome da empresa de entrar ou sair do Brasil; impediu o Banco Central do Brasil de enviar ativos financeiros do X para o exterior; e bloqueou plataformas de processamento de pagamentos de processar pagamentos para o X.
Em 2023 e 2024, tribunais brasileiros ordenaram a remoção e a desmonetização de numerosas contas e canais relacionados a um popular podcaster brasileiro que vive na Flórida. Em 2025, tribunais brasileiros permitiram o desbloqueio das contas desse podcaster apenas sob a condição de que o conteúdo supostamente ofensivo permanecesse inacessível. Os relatórios de transparência da Meta indicam que, de julho a dezembro de 2025, o Brasil ordenou que a empresa restringisse mais conteúdo do que havia restringido em qualquer período comparável desde 2016, incluindo aproximadamente 9.800 itens em cumprimento a ordens de tribunais locais e por meio de ações legais de remoção relacionadas a processos civis, criminais e eleitorais. Agravando essa situação está a decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro, de 26 de junho de 2025, que declarou parcialmente inconstitucional o Artigo 19 do Marco Civil da Internet de 2014, que exigia uma ordem judicial antes que pudesse haver responsabilidade civil decorrente de conteúdo de terceiros.
As ordens de remoção do Brasil são sigilosas no sentido de que são conhecidas pela empresa de rede social, mas não pelo indivíduo afetado. Essas ordens tiveram consequências financeiras adversas para empresas e pessoas dos EUA. Por exemplo, o acesso ao X no Brasil só foi restabelecido em outubro de 2024 depois que a empresa pagou uma multa de US$ 5 milhões, e muitas das ordens de remoção do Brasil ameaçam impor multas diárias significativas em caso de descumprimento. Ordens para cessar operações no Brasil e bloquear contas ou plataformas no Brasil também resultam em perda de oportunidades de mercado no Brasil para empresas e pessoas americanas. A decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro de 26 de junho de 2025 agrava essa situação de incerteza e risco, e efetivamente obriga as empresas a escolher entre potencialmente incorrer em responsabilidade substancial por conteúdo gerado por usuários e remover preventivamente conteúdo potencialmente lícito.
Essas ordens sigilosas de tribunais brasileiros e as duras penalidades por descumprimento são irrazoáveis porque exigem que empresas de redes sociais dos EUA removam conteúdo político e suspendam perfis de residentes dos EUA e do Brasil por discurso político que é protegido nos Estados Unidos e necessário para um debate político vigoroso. Essas ordens também oneram ou restringem o comércio dos EUA ao expor empresas de redes sociais dos EUA a responsabilidade financeira por não remover ou suspender tais materiais, ao impor multas, restringir o acesso a ativos, contas e sistemas de processamento de pagamentos e, em pelo menos um caso, ao derrubar completamente um site.”
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