@BlogdoNoblat Falta ele ser processado, garantias constitucionais observadas, julgado e a sentença de condenação ter transitada em julgado. Prisão cautelar é excepcional. Vamos parar com o punitivismo.
A mídia corporativa chamou Dilma Rousseff - superministra, economista, ex-militante contra a ditadura - de “poste” de Lula.
A mídia chamou Fernando Haddad - ministro da educação, professor universitário, advogado - de “poste” de Lula.
Mas a mídia não chama Flávio Bolsonaro - nulidade política, suspeito de crimes, indicado por ser filho - de “poste” de Jair.
Porque a mídia é o “poste” da direita.
O verdadeiro motivo da invasão americana à Venezuela remonta a um acordo que Henry Kissinger fez com a Arábia Saudita em 1974.
E vou explicar por que isso se trata, na verdade, da SOBREVIVÊNCIA do próprio dólar americano.
Não se trata de drogas. Não se trata de terrorismo. Não se trata de "democracia".
Trata-se do sistema do petrodólar que manteve os Estados Unidos como potência econômica dominante por 50 anos.
E a Venezuela acaba de ameaçar acabar com ele.
Eis o que realmente aconteceu:
A Venezuela possui 303 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo.
As maiores do planeta.
Mais do que a Arábia Saudita.
20% de todo o petróleo mundial.
Mas aqui está a parte que importa:
A Venezuela estava vendendo ativamente esse petróleo em yuan chinês. Não em dólares.
Em 2018, a Venezuela anunciou que se "libertaria do dólar".
Eles começaram a aceitar yuan, euro, rublo, qualquer moeda MENOS dólares pelo petróleo.
Eles estavam solicitando a adesão ao BRICS.
Estavam construindo canais de pagamento direto com a China que ignoravam completamente o sistema SWIFT.
E tinham reservas de petróleo suficientes para financiar a desdolarização por décadas.
Por que isso importa?
Porque todo o sistema financeiro americano é construído sobre uma única coisa:
O petrodólar.
Em 1974, Henry Kissinger fez um acordo com a Arábia Saudita:
Todo o petróleo vendido globalmente deveria ser cotado em dólares americanos.
Em troca, os Estados Unidos forneceriam proteção militar.
Esse único acordo criou uma demanda artificial por dólares em todo o mundo.
Todos os países do planeta precisam de dólares para comprar petróleo.
Isso permite que os Estados Unidos imprimam dinheiro ilimitadamente enquanto outros países trabalham para isso.
Financia as forças armadas. O estado de bem-estar social. Os gastos deficitários.
O petrodólar é mais importante para a hegemonia dos EUA do que porta-aviões.
E há um padrão no que acontece com os líderes que o desafiam:
2000: Saddam Hussein anuncia que o Iraque venderá petróleo em euros em vez de dólares. 2003: Invasão. Mudança de regime. O petróleo iraquiano voltou imediatamente a ser cotado em dólares. Saddam Hussein linchado.
As armas de destruição em massa nunca foram encontradas porque nunca existiram.
2009: Gaddafi propõe uma moeda africana lastreada em ouro, chamada "dinar de ouro", para o comércio de petróleo.
Os próprios e-mails vazados de Hillary Clinton confirmam que essa foi a PRINCIPAL razão para a intervenção.
Citação do e-mail: "Este ouro tinha como objetivo estabelecer uma moeda pan-africana baseada no dinar de ouro líbio."
2011: A OTAN bombardeia a Líbia. Gaddafi é sodomizado e assassinado. A Líbia agora possui mercados de escravos abertos.
"Viemos, vimos, ele morreu!" Clinton riu diante das câmeras.
O dinar de ouro morreu com ele.
E agora Maduro.
Com CINCO VEZES mais petróleo do que Saddam Hussein e Gaddafi juntos.
Vendendo ativamente em yuan.
Construindo sistemas de pagamento fora do controle do dólar.
Petição para ingressar no BRICS.
Parceiros: China, Rússia e Irã.
Os três países que lideram a desdolarização global.
Isso não é coincidência.
Desafie o petrodólar. Mude o regime.
Todas. As. Vezes.
Stephen Miller (conselheiro de segurança interna dos EUA) disse isso em voz alta há duas semanas:
"O suor, a engenhosidade e o trabalho árduo dos americanos criaram a indústria petrolífera na Venezuela. Sua expropriação tirânica foi o maior roubo de riqueza e propriedade americana já registrado."
Ele não está escondendo nada.
Eles alegam que o petróleo venezuelano PERTENCE aos Estados Unidos porque empresas americanas o desenvolveram há 100 anos.
Seguindo essa lógica, todos os recursos nacionalizados na história foram "roubo".
Mas aqui está o problema MAIS PROFUNDO:
O petrodólar já está morrendo.
A Rússia vende petróleo em rublos e yuans desde a Ucrânia.
A Arábia Saudita está discutindo abertamente pagamentos em yuan.
Segue…
No @nytimes hoje, defendo a soberania do Brasil 🇧🇷 e ressalto a importância do respeito mútuo e da cooperação entre 🇧🇷 e 🇺🇸 para superar desafios comuns. O Brasil rejeita interferências externas e está sempre aberto ao diálogo construtivo. Leia pelo link: https://t.co/3dFkzyzYiD
LINDA HOMENAGEM: os jovens do skate encontraram os bolsominions a caminho da Avenida Paulista e deixaram um belo recado para o líder deles!
XANDÃO SEJA MEU VICE!
Participei hoje da Audiência Pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de discutir as emendas impositivas. Durante o evento, enfatizei os significativos avanços que o diálogo interinstitucional, facilitado pelo Poder Judiciário, trouxe ao nosso país com a promulgação da Lei Complementar 210/2024. Expressei minha convicção sobre a importância de trabalharmos em prol da harmonia entre os poderes.
Ao priorizarem o diálogo e a compreensão mútua, as instituições não apenas consolidam a democracia, mas também demonstram seu compromisso com a justiça social e o desenvolvimento nacional.
É o momento de deixar de lado os conflitos e, juntos, construirmos um futuro de paz, cooperação e prosperidade para o Brasil.
O ataque ao show da Lady Gaga foi impedido graças à atuação coordenada de inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Publica @mjspgov e da Polícia Civil do RJ @PCERJ. A PEC da Segurança proposta pelo presidente @LulaOficial tornará esse modelo de cooperação permanente, com criação do Sistema Único de Segurança Pública, o compartilhamento de inteligência e formação do sistema nacional integrado de dados.