librarian, becoming translator, composer, physicist, writer | analysing the uses of books | reading what Foucault (and others) read and wrote | translating Char
@hegelerahippie ih, gostei do que você falou. depois vou ler com calma a tradução e comparar. o Lourenço coloca “vacuidade” no lugar da “vaidade”. depois eu transcrevo o motivo.
@hegelerahippie o tal réquiem do Brahms na Sala São Paulo. nunca fui lá. calhou de ser no fim de semana que eu já ia pra São Paulo, e no momento em que eu pensava em fazer algo em torno da ideia do réquiem, como se o destino. da virada eu não sei nada, nem dessa versão de Jerusalém. break a leg!
@hegelerahippie p. s.:
- ler a bíblia no original: https://t.co/tuasWll4TA, ou numa versão de trilha sonora: https://t.co/KABo2sZL4k
- ler a bíblia em tradução: https://t.co/ZuvSd7STWZ (essa aqui descobri numa nota do Lourenço e vai me levar pra São Paulo esse fim de semana).
@hegelerahippie então: a literalidade (tomando o partido de Benjamin) que talvez esteja em Chouraqui, mas também no Cavallari e no Lourenço; o caráter “ecumênico” declarado na tradução de Oxford; e a sonoridade da tradução latina e do Lutero, se seguirmos pela história da música. por aí, segui.
@hegelerahippie se a gente considerar que “sem a música, a vida seria um erro” (vendo o erro como negativo, e não achando que essa frase chama a terapia), a música vem antes mesmo. que nem já falaram que a questão do suicídio deveria vir antes. agora é só a teoria musical ser música também — só!
i’m back to the archaeology of the subject and analysis of the use of books! a breach (the fact that i don’t work on saturdays) allowed me to enroll in a specialization course on ancient and medieval history (it occurs on saturdays). i may study the concept of psyché in medicine.
but it was all so sudden, after years of not being able to fit any research course with my working time. a literature master on Char didn’t fit. all i did in the last years was a short essay on library science and fascism in Italy (2024) that until now is being held unpublished.
@cleonasme and also, from the Foucault-Chomsky debate, the idea that our task is to criticize the institutions (instincts and institutions…) where power is exerted silently. the question for me was: here’s an “institution” i must act (library). what’s to be described, depresentified there?