"Quando os brancos vieram para a África, nós tínhamos terra, eles a Bíblia. Eles nos ensinaram a rezar com os olhos fechados. Quando abrimos, os brancos tinham a terra, nós a Bíblia" — Jomo Kenyatta
🇵🇾 Recentemente, iniciou-se uma narrativa aqui no Brasil de que o Paraguai é algum tipo de paraíso latino-americano para se viver.
Essa moça paraguaia mostrou a realidade da capital, Assunção, a cidade mais desenvolvida de todo o país.
A conclusão fica por conta de cada um.
Resumo dos fatos:
Estava acompanhando uma amiga no médico, na saída, quando estávamos atravessando a rua um indivíduo desconhecido tocou o carro em cima de nós, eu olhei para tentar identificar a pessoa, ele abaixou o vidro e agiu como “pitboy”, xingando e intimidando para a porrada.
O ódio dele, ao meu ver, só se motiva por racismo ou extremismo ideológico.
Sabendo disso não abaixei a bola e confrontei, ele percebendo que eu não estava sozinho, recuou.
Mas logo em seguida veio ele e mais dois de apoio, filmando, e dizendo que estávamos em dois contra um. E que agora a briga deveria ser mano a mano.
Eu tentei evitar o quanto pude, embora agora eu perceba que pude pouco, pois caí na provocação que me pareceu planejada.
Discutimos, evitei iniciar qualquer agressão, mas quando desviei o olhar e a atenção, ele, de forma covarde, deu o primeiro soco na minha cabeça.
Então o conflito se iniciou; dei dois chutes nas pernas pois não queria uma briga sangrenta na rua, mas tomei um soco no nariz e o sangue na rua acabou sendo o meu.
Então parti para cima, dei um chute na cabeça dele (cortado nos vídeos, já que eles é que eram os cinegrafistas), meu tênis voou do meu pé (reparem que meu amigo depois do corte está com meu tênis na mão).
Depois disso, sem muita dificuldade, imobilizei o “pitboy” numa guilhotina. Foi quando alguns curiosos, que pelo visto torciam para ele, apareceram e separaram a briga.