Rebeca Ramagem:
“Sou servidora pública concursada há 22 anos, com trabalho efetivo e ininterrupto, nunca tendo respondido a nenhum processo criminal.
Sofri agora o absurdo de ter minhas contas bancárias bloqueadas.
Mais um ato abusivo e violador de direitos humanos praticado por ministro do STF.”
Apoio à Proposta de Compensação Simbólica aos Aposentados com Paridade do Município de Araucária https://t.co/2cCnSTb0ZR #peticaopublica#peticao via @peticaopublicab
Um símbolo da corrupção, assim reconhecido pelo próprio STF no Mensalão, beneficiado agora por anulação de condenações na Lava Jato. Trechos de meu discurso na tribuna do Senado.
Se alguma condenação da Lava Jato fosse reformada pelo reconhecimento da inocência do condenado, eu seria o primeiro a reconhecer o erro. Mas ninguém tem coragem de dizer isso, pois as provas são categóricas e os condenados culpados. A corrupção nos Governos Lula foi ampla e real. Então se criam narrativas fantasiosas e inexistentes vícios processuais, buscando inverter a responsabilidade pela impunidade. Triste Justiça do Governo Lula.
O ministro Gilmar Mendes, sempre ele, anulou todas as condenações de José Dirceu na Lava Jato, além de todos os atos processuais assinados pelo ex-juiz Sergio Moro em relação a Dirceu.
Com isso, Dirceu deixa de ser ficha-suja e já pode voltar a se candidatar a deputado federal pelo PT em 2026, como o próprio Dirceu já deixou claro ser seu plano em várias entrevistas.
Dirceu tinha uma condenação pendente por ter recebido propina da empreiteira Engevix no esquema de corrupção na Petrobras revelado pela Lava Jato. A pena, definida pelo STJ em 2022, era de 27 anos de prisão. Dirceu está, agora, livre, leve e solto.
Enquanto Dirceu retoma seus direitos políticos e é blindado por Gilmar Mendes, a cabeleireira Debora Rodrigues, mãe de duas crianças pequenas, segue presa por ordem de Alexandre de Moraes, que considera que ela tentou dar um golpe de Estado ao escrever “Perdeu, mané” com batom na estátua do Supremo. Debora tem direito a responder em liberdade por ter filhos pequenos, como reconhecido pelo próprio Supremo, mas segue presa há mais de um ano.
Além de Debora, o ex-policial e motorista de Uber Marco Alexandre também está preso, sem provas e sem denúncia (o que é ilegal), há mais de 18 meses por suposta participação nos atos do 8 de janeiro. Marco sequer viu a filha mais nova nascer e foi encaminhado à ala psiquiátrica da Papuda depois de apresentar sintomas de esquizofrenia, condição que nunca teve antes.
Graças ao STF, o projeto de “recivilizar” o Brasil está indo de vento em popa. Deixe sua indignação nos comentários 👇🏻