Strainght from Brazil 🇧🇷
A constituição foi mal feita pois criou várias entidades que a violam e esqueceu de criar uma que a defenda.
Luiz P. O. Bragança
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O Príncipe Imperial do Brasil, Dom Rafael de Orléans e Bragança, publicou uma mensagem dirigida aos brasileiros e aos amigos da Família Imperial Brasileira em seu novo perfil oficial nas redes sociais.
No vídeo, Dom Rafael explica que decidiu criar o perfil após receber, há bastante tempo, diversos pedidos de monarquistas para estabelecer um contato mais próximo com ele e acompanhar mais diretamente suas atividades.
A criação da conta representa uma nova forma de comunicação entre o Príncipe Imperial e aqueles que acompanham a Família Imperial Brasileira, permitindo que Dom Rafael compartilhe pessoalmente mensagens, registros e informaç��es sobre sua atuação.
O perfil oficial vem recebendo grande atenção desde sua abertura e rapidamente alcançou milhares de seguidores.
Os documentos em anexo provam que eu só fui preso em um flagrante fajuto e forjado em uma “delegacia” de Campinas, para onde eu havia sido conduzido somente para prestar depoimento, apenas para ser alvo de abusos sexuais e morais travestidos de “revistas íntimas”.
De fato, inventaram uma “lesão corporal” que não existe contra o criminoso Plamen Koshloukov, fraudador de seleções públicas na unicamp- universidade Estadual de Campinas, onde me formei, sem realizar corpo de delito ou qualquer exame médico, pois obviamente estavam mentindo e não iriam querer falsificar um laudo para aumentar ainda mais as fraudes nesse “processo”.
A “polícia” “militar” foi até o campus e eu permaneci ali pois também queria denunciar os crimes dos “professores” envolvidos no incidente. Fiquei aguardando em frente à sala de aula onde ocorreu o incidente com o sujeito, e eles também ficaram no local. Assim, a “pm” apenas encaminhou as partes para prestar esclarecimentos na “delegacia”, eu não fui capturado ou preso por eles.
Mesmo recusando de forma explícita o que se conhece como revista íntima vexatória, proibida pelo STF esse ano para visitas em presídios, me obrigaram a fazer isso nas “delegacias” de Campinas sob ameaça e tirando a minha roupa. E não foi só uma vez, mas três vezes consecutivas em questão de umas 14 horas, uma na primeira “delegacia” e depois deles transferirem quem estava preso ali no dia seguinte para a outra onde acontece a audiência de custódia, mais duas vezes, sendo que entre a segunda e a terceira devem ter decorridos uns 15 minutos, mostrando se tratar de algo desarrazoado, utilizado como punição clandestina.
Para piorar havia uma câmera em uma das salas em que isso ocorreu, e recebi diversas mensagens indiretas e de várias formas, insinuando que filmaram e vazaram as imagens. No mínimo houve vazamento de detalhes do “procedimento”, pois nessas mensagens as pessoas citavam com precisão certos detalhes, como por exemplo a quantidade de vezes que fizeram tal “procedimento”, sendo que até então eu não havia exposto essas informações em público como estou fazendo agora e não havia comentado com amigos, então só pode ter sido vazamento.
Note que na última página consta um email enviado pela “procuradora”/ “advogada” da unicamp chamada Clarisse Pinto, no qual ela comprova que o sujeito não realizou o corpo de delito. Mais interessante foi a escolha de uma “procuradora” com esse nome, o qual grifei pelo motivo que será mostrado melhor a seguir, para atuar nesse caso e no processo 1038965-08.2025.8.26.0114do “tj”-SP, pois o objetivo era usar isso para sugerir que viram as imagens e riram das minhas partes íntimas, em mais um ato de assédio moral institucional sem limites, dedicado à práticas de tortura psicológica e gangstalking que eu já havia denunciado aqui em 31/07/2025 na publicação sobre a Meg. Por mais surreal que possa ser, o processo 1038965-08.2025.8.26.0114do “tj”-SP, que consta no site do “tribunal” como uma ação de prestação de contas, na verdade é uma ação movida pela unicamp contra mim para me impedir de entrar no campus, e não uma verdadeira ação de prestação de contas. Isso é o que se chama no direito de inadequação da via eleita, pois tal ação serve para cobrar alguém que deve dinheiro à universidade, o que obviamente não é meu caso pois a unicamp é pública e não tem mensalidade, e nunca fui funcionário público da universidade para ter acesso à sua conta bancária ou movimentar seu dinheiro. Tal ação tramita na 3ª Vara da Fazenda Pública de Campinas e foram 3 “revistas íntimas”. Em assim sendo, fica comprovado mais uma vez outra mensagem indireta aqui, que tais “revistas íntimas” foram uma “prestação de contas” clandestina entre os criminosos da unicamp e eu, que os denunciei com conjunto fático-probatório robusto em diversas ocasiões.
Nenhum desses supostos crimes é inafiançável, de forma que era possível o “delegado” ter estabelecido fiança para eu pagar e ir embora, mas não o fez pois o intuito era mesmo me submeter à tratamento degradante. Pelo sobrenome do sujeito, desconfio que ele pode ser parente do “advogado” criminalista Maurides de Melo Ribeiro, conhecido por advogar para o narcotráfico e militante político defensor da descriminalização do uso de drogas no Brasil, o qual eu já processei criminalmente por ter me xingado em ação judicial. Se o parentesco for comprovado, será mais uma prova de vingança pessoal contra mim empreendida por criminosos.
Para finalizar, noto que a única “testemunha” do caso, como aparece no anexo, é o “pm” que atendeu o chamado e chegou mais de uma hora depois do incidente na unicamp, de forma que ele não é testemunha de fato do que ocorreu em sala de aula, mas sim do suposto “desacato” contra a “funcionária” da “delegacia”, a qual me insultou de forma grave para provocar uma reação e classificar como desacato. @jairbolsonaro@CarlosBolsonaro@BolsonaroSP@AlmirantGarnier
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