Asking a woman to refer to her male rapist or violent assaulter as 'she' in court is a form of state-sanctioned abuse. Female victims of male violence are further traumatised by being forced to speak a lie.
O feminismo radical é a única arma que temos, o nosso real poder. O caso dessa jovem é um alerta para nós: precisamos fazer presença real e combativa, precisamos ser destemidas como ela, mas em conjunto, unidas. Sozinhas somos fortes; juntas, somos potência revolucionária.
Na última sexta-feira (14/04), uma mulher lésbica de apenas 21 anos de idade tentou suicídio na sua universidade. A jovem sofria constantes ameaças de estupro, espancamentos e outras violências por parte de transativistas. O motivo? Ela é feminista radical e defende suas iguais.
Devemos parar de achar que estamos isoladas - isso é um mito. A jovem lésbica deve ter se sentido sozinha e desamparada, por isso atentou contra si mesma. Nós precisamos ser a rede de apoio de todas as mulheres, para que usem a coragem que o Patriarcado nos nega.
📢 Atenção, mulheres do DF e entorno! Ansiosas para o 8M com a Coletiva MARIZ?
🚩 O nosso 8M terá como tema a Revogação da Lei de Alienação Parental. Queremos a presença de vocês com seus cartazes e suas vozes para somar com a gente em defesa das mães e das crianças!
🚨Enquanto isso, que tal ir se aquecendo para o dia e se informar melhor sobre a LAP? Deem uma conferida aqui na nossa última newsletter sobre o assunto: https://t.co/6Pu9AAVgKN
Dos mesmos criadores de “ O que vc fez pra apanhar?” “com que roupa vc estava?”
Veio aí: “Ela estava lubrificada, logo, não foi estupro”.
E dizem por aí que ser mulher é fácil!
Pelo menos, sabemos que estamos do lado certo da História. Queremos dignidade e proteção para nós e nossas crianças. Lutaremos para que associações como essa não tenham descanso diante da nossa rebeldia. Feministas estamos atentas. Não irão nos intimidar!
Dias atrás, mulheres ocuparam os comentários de um post do Ministério das Mulheres, questionando por que homens estão sendo recebidos em reuniões pela ministra Cida Gonçalves, enquanto nenhum coletivo feminista comprometido com mulheres e suas crias foi ouvido até o momento.
Apesar disso, não nos surpreende que uma associação tão desonesta tenha tamanha legitimidade enquanto as feministas seguimos sendo atacadas e vilanizadas. É natural que governos deem atenção a quem segue a cartilha de bilionários, da indústria farmacêutica e do proxenetismo.