Lembre-se: temos um encontro marcado amanhã!
A partir das 10h, na calçada da Fiesp, realizaremos a ação +Saúde Dor nas Costas, onde profissionais esclarecerão dúvidas sobre a doença, por enquanto incurável, que pode incapacitar o paciente. NÃO IGNORE A SUA DOR NAS COSTAS! #vem
Nesta sexta-feira (13), na calçada da Fiesp, teremos a edição +Saúde, em parceria com a Sociedade Brasileira de Reumatologia e a AbbVie sobre Espondilite Anquilosante, que apresenta como principal sintoma a dor nas costas. NÃO IGNORE A SUA DOR NAS COSTAS! #saude#dornascostas
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"Potencializar e compartilhar as boas práticas são obrigações que temos de fazer já a partir do próximo ano", afirmou Eduardo Santana, diretor adjunto do ComSaude no encerramento do debate.
"O que precisa avançar é a conversa de se fazer a gestão da saúde populacional a um custo suportável pela sociedade e pelas empresas", destacou Leandro Fonseca, da #ans, agora no debate.
No debate, Wilson Pollara, superintendente do @iamspe, destaca que o setor está no caminho certo, mas os resultados ainda são poucos. "Temos que agir na disponibilidade da assistência, em telemedina e na remuneração dos prestadores."
Para @ruybaumer e @claudiacohn, a gestão da tecnologia e da comunicação, parcerias estratégicas e colaboração são possibilidades para escalonar o benefício e melhorar a eficiência da gestão.
No debate eficiência em #saúdecorporativa, Adriano Londres afirmou que cuidar da saúde é mais barato que tratar a doença, sem fragmentar o cuidado e prejudicar a qualidade da assistência, além de promover a eficiência da gestão.
"As vantagens de cuidar da saúde de seus colaboradores, como o uso do Gamification - estratégia para tirar as pessoas do sedentarismo -, é que esta vida irá se manter na carteira depois", disse Carlos Barros, da Dasa.
Para Ishibashi, "a integração das informações, o acesso à telemedicina e o potencial ainda inexplorado da tecnologia da informação são percalços para a consolidação do modelo de saúde do setor privado".
Agora, Paulo Ishibashi, comenta a experiência do Sírio-Libanês que começou a cuidar da saúde dos seus colaboradores como forma de operacionalizar os custos e trazer maior oferta de valor à saúde.
A defasagem de investimento em saúde no Brasil ainda é alarmante. Investimos US$ 1.286 per capita/ano enquanto que a Espanha investe US$ 3 mil e os EUA US$ 10 mil.
"Os principais desafios para a saúde no Brasil são o desperdício, o envelhecimento populacional, pois viver mais requer mais cuidados, e a inversão epidemiológica", disse Guerra.
Rodrigo Guerra, superintendente da Central Nacional da Unimed, diz que focar no desperdício da saúde é uma das soluções para racionalizar os custos do setor.
No painel "Estratégias de saúde populacional e a transformação da medicina ocupacional", Leandro Fonseca, presidente da #ans, afirma que o país precisa de retomada para o crescimento e que a saúde pode ser o condão para este processo.