Em apenas seis meses de prisão, Lula recebeu 572 visitas na sede da Polícia Federal. Entre os visitantes estavam advogados, dirigentes partidários e o então candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad.
Saíam da cela e corriam para os microfones, transformando cada conversa com o preso em pronunciamento político nacional.
E ninguém propôs que Lula fosse privado do contato com a família, impedido de escrever cartas ou condenado ao silêncio absoluto. Nem deveria.
O respeito às garantias legais não é um favor concedido aos amigos: é justamente o que separa a Justiça da vingança.
Jair Bolsonaro perseguido político já divulgou outras cartas desde sua injusta condenação.
O que será que mudou agora?
O debate não é sobre uma carta, mas sobre a garantia de direitos e o respeito às regras, que deveriam valer para todos.
O Brasil precisa urgente de instituições que atuem conforme determina a Constituição.
@jairbolsonaro@FlavioBolsonaro
Detalhe importante.
@FlavioBolsonaro é também ADVOGADO do Jair na execução da pena domiciliar.
Rasgaram a OAB hoje também.
Via @rafaelgloves
Vamos aguardar a reação dos permitidos:
A Gleisi falando sobre o Flávio ter lido a carta do Jair, então eis que a internet mantém o registro dela lendo uma carta do Lula quando ele estava preso.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Por isso querem tanto regular a Internet.
😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
O mesmo Lula que já chamou a pauta da família e dos valores de uma pauta atrasada agora tenta usar exatamente esses mesmos valores para conquistar o voto dos evangelicos.
Lula não respeita a fé como convicção. Ele trata a fé como um ativo eleitoral, algo a ser conquistado quando convém e deixado de lado quando passa a eleição
A diferença entre convicção e estratégia é simples: convicções permanecem; estratégias mudam conforme a eleição se aproxima.
A sua fé virou peça central da estratégia de marketing petista.
Não se deixem enganar.
Começou a temporada de propagandas do Lula candidato. Até outubro, ele vai aparecer malhando, rezando, sorrindo, jogando bola e até plantando — mesmo sem nunca ter chegado perto de uma enxada.
Sindicalista e político profissional, o petista deixou a fábrica na década de 1970 e nunca mais viu a carteira de trabalho. Desde 2003, passou a maior parte do tempo em palácios bancados pelos trabalhadores do país — com um intervalo de 580 dias na cela gourmet de Curitiba.
BREAKING: Brazil’s Supreme Court justice Alexandre de Moraes just banned Sen. @FlavioBolsonaro from contacting our own father - @jairbolsonaro , under house arrest - until the election.
A son forbidden from speaking to his father by judicial decree.
This isn’t law. This isn’t democracy. This is abuse of power.
The world cannot look away while Brazil’s judiciary silences an entire political movement.
An election isn’t just a vote, it’s a voice. And Moraes is trying to take that voice away.
🇧🇷 Watch. Share. Speak up.
#BolsonaroFree
#FreeBrazil
Bolsonaro é um injustiçado, um perseguido, um homem censurado. Você aguentaria passar por aquilo que Bolsonaro está passando?
Me conta aí nos comentários
Oi, Erika Hilton.
Oi, Tabata Amaral.
Oi, Samia Bomfim.
Oi, Talíria Petrone.
Tudo bem?
Vocês já saíram em defesa desta MULHER NEGRA, FAVELADA e PERIFÉRICA que virou saco de pancadas de narcoterroristas e teve a sua cabeça raspada apenas porque não quis ficar com um deles?
É esta a "soberania" que vocês tanto defendem?
Há pessoas que querem enterrar o presidente @jairbolsonaro vivo, mas nós não permitiremos que o homem que despertou milhões de brasileiros para a política seja abandonado propositalmente em nome de projetos de poder pessoal.
Conversem com seus amigos e familiares. Levem os fatos à mesa, incentivem o diálogo e não permitam que oportunistas reescrevam a história.
É por ele. É por nossos filhos. É pelos perseguidos políticos. É pela verdade. É pelo Brasil.
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NOTA À IMPRENSA
A pré-campanha de Flávio Bolsonaro desmente, de forma categórica, a informação de que um eventual apoio do Republicanos esteja condicionado à indicação de seu presidente, Marcos Pereira, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Essa hipótese é absolutamente falsa e jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação.
As tratativas para a construção de uma ampla aliança em torno do projeto de resgate do Brasil são conduzidas com base na convergência de princípios, no alinhamento programático e no compromisso com os interesses do país — nunca em troca de cargos, favores ou indicações para qualquer Poder da República.
Em diversos Estados, PL e Republicanos poderão caminhar juntos nos palanques regionais. O Republicanos também será bem-vindo à construção de uma coalizão nacional comprometida com o enfrentamento da violência, a superação da miséria, a defesa das liberdades, o respeito à democracia e o fim da perseguição política.
ROGÉRIO MARINHO
Senador da República (PL-RN)
Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro
Em 2018, quando Lula estava preso por corrupção, concedeu 22 entrevistas. No que o Estadão chamava de “cela-comitê”, em Curitiba, recebia visitas, fazia reuniões, tinha a porta da cela deixada aberta pelo carcereiro e até arrumou uma namorada.
Em 2026, Jair Bolsonaro preso injustamente não pode receber visita do próprio filho.
NOTA
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro, é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável. Uma clara interferência no jogo político.
A medida reforça a percepção de perseguição política e de tratamento desigual. Parte do Supremo Tribunal Federal abandona a necessária posição de árbitro institucional e passa a atuar como adversário político de Jair Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro e de todo o campo de oposição.
O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais.
Há um claro padrão de comportamento: parlamentares do PT substituíram o Ministério Público em uma dobradinha com o Supremo que desequilibra o jogo democrático.
Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contato familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento.
A mais alta corte da Itália apontou a parcialidade e as anomalias do STF no julgamento de membros da direita. Tribunais da Espanha, Estados Unidos e Argentina, também já se manifestaram contrários às decisões do supremo por verem parcialidade e perseguição política na conduta de Alexandre de Moraes.
Calar um preso dessa maneira é inconstitucional e representa a retomada de práticas próprias de regimes autoritários. Calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa. Milhões de brasileiros vão levantar as suas vozes em todo o país, para que possamos retomar a necessária e perdida normalidade democrática.
Senador Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado Federal
🚨AVISO🚨
Não haverá eleição em 2030, exceto se elegermos @FlavioBolsonaro. É impensável haver um país com Lula consolidando o atual regime e ainda botando +4 juízes no STF.
Se já estão confortáveis hoje para fazer isso, imagina daqui a 4 anos, com controle total do STF+TSE?