Bela moça que desce a rua,
de calções e blusa,
perambula nua, pela rua.
E lá vai o homem,
que se delicia a olhar
e lê no seu olhar (dela) :
Vem me estuprar!
Mundo moderno,
sorriso sincero que não existe mais!
quem se refaz? Molduras iguais,
verdades carnais.
E num mundo sem trancendência e os demais,
transcendo sobre a minha alma:
Coisas materiais já não me compram mais.