O VASCO FEDE A FRACASSO
O TIME É FRACASSADO
A TORCIDA É FRACASSADA
ALÉM DE FRACASSADOS SÃO SOBERBOS PRA CARALHO SEM GANHAR PORRA NENHUMA
O VASCO E SUA TORCIDA DE MERDA TEM QUE TOMAR NO CU TODOS OS DIAS
Eu já falei anos atrás e vou repetir
Merecem CADA GOTA refinada de angústia e agonia.
VERMES FILHOS DAS PUTAS.
Vocês merecem se fuder SEMPRE.
VASCAÍNOS DE MERDA. SERES DESPREZÍVEIS. VOCÊS SÃO ESSA MERDA.
Arrotaram um caviar absurdo por ter ganhado o primeiro jogo falando de camisa pesada. CAMISA PESADA É O MEU PIRU NEGRO. A camisa de vocês é mais leve que a do Athletico PR
O VASCO É UM INSETO CONTINENTAL.
O maluco deu um prejuízo de 400 milhões ao Flamengo de dinheiro privado e perdoou quase 700 milhões do Corinthians com dinheiro publico e ainda tem flamenguista que vai votar nesse lixo.
Mãe, protetora e padroeira. 🙏
Hoje, o Brasil celebra o Dia de Nossa Senhora Aparecida. Uma data de profunda fé, esperança e amor para milhões de famílias em todos os cantos do país.
Que a luz da Padroeira cubra de bênçãos, paz e proteção a nossa imensa Nação Rubro-Negra e ilumine os nossos caminhos. Um dia abençoado a todos os devotos!
O mínimo que deveriam fazer é: retirar Daronco e Toski da arbitragem do duelo Palmeiras x Corinthians. Não faz sentido ambos estarem na arbitragem em um clássico paulista envolvendo um dos postulantes ao título com o Flamengo, time MUITO prejudicado por conta da péssima arbitragem ontem na Vila Belmiro.
Arbitragem é determinante para resultado de Santos x Flamengo
A atuação de Anderson Daronco, árbitro de campo na partida entre Flamengo e Santos, e Rodolpho Toski Marques, responsável pelo VAR, foi marcada por erros graves, falta de critério e completa ausência de autoridade para conter a pressão exercida pelos jogadores do Santos ao longo do jogo.
Ainda no primeiro tempo, Barreal protagonizou uma entrada violenta sobre Carrascal, em lance claro de jogo brusco grave, com as travas da chuteira em força alta atingindo a parte posterior da perna. Em qualquer campeonato do mundo resultaria em expulsão. Daronco aplicou apenas o cartão amarelo, enquanto o VAR sequer recomendou uma revisão.
Na segunda etapa, o Flamengo foi triplamente prejudicado em um único lance. Após um toque de braço de Jorginho, sem qualquer movimento deliberado, Daronco marcou falta e aplicou cartão amarelo. Depois de uma intervenção desastrosa do VAR, a decisão foi alterada para pênalti e expulsão. Além das duas punições discutíveis, a partida ficou paralisada por 9 minutos e 56 segundos, recorde de interrupção em um lance com intervenção do VAR na história do Brasileirão.
A demora expôs a insegurança da arbitragem, prejudicou o andamento do jogo e trouxe consequências que vão além da partida. O Flamengo não apenas ficou com um jogador a menos em campo, como também perderá Jorginho para o próximo compromisso, em plena reta final da disputa pelo título. Como justificar tamanha punição em um lance que gerou tantas dúvidas, a ponto de exigir quase dez minutos para uma decisão? Uma arbitragem cercada de incertezas não pode impor consequências tão severas a um clube e seu jogador em um momento decisivo da competição.
Poucos minutos depois, um novo pênalti foi marcado para o Santos, desta vez por infração de Luiz Araújo. No entanto, a falta que deu origem à jogada simplesmente não existiu. As imagens são claras e comprovam o erro, que acabou resultando no segundo gol de pênalti do adversário.
Além dos lances citados, Daronco e Toski demonstraram falta de uniformidade nos critérios, alternando o rigor ao longo da partida, aparentemente em reação às mudanças no placar. As regras não podem mudar de acordo com as circunstâncias do jogo. Curiosamente, os mesmos profissionais estão escalados para atuar no próximo domingo, no clássico entre Palmeiras e Corinthians, partida de um concorrente direto do Flamengo na disputa pelo título.
Os números do Brasileirão ajudam a dimensionar as distorções e a falta de critério. Em 29 jogos, o Flamengo acumula sete expulsões, sendo o segundo clube com mais cartões vermelhos na competição. Ao mesmo tempo, ocupa a 17ª posição no ranking de faltas cometidas e lidera a média de tempo de bola rolando. Os dados evidenciam, no mínimo, uma incoerência nas punições: o Flamengo é um dos três times que menos cometem faltas no campeonato e, ainda assim, o segundo que mais recebe cartões vermelhos.
O Flamengo trabalha com seriedade e trata o futebol com a responsabilidade que ele merece. Não reivindica privilégios. Exige apenas que as regras sejam cumpridas com rigor, coerência e imparcialidade. Neste ano, o clube representa o Brasil e a América do Sul entre os cinco finalistas ao prêmio de Melhor Clube Masculino do Ano da Bola de Ouro (Ballon d’Or), a mais prestigiada premiação do futebol mundial. Um reconhecimento que simboliza o retorno da imagem do futebol brasileiro ao lugar de destaque que jamais deveria ter perdido.
Não é aceitável que, em um campeonato tão equilibrado, erros de arbitragem continuem interferindo diretamente nos resultados da competição e manchando a imagem do futebol brasileiro dentro e fora do país.
Quem vê o ponto de diferença do lider pro Vice pensa que o campeonato é equilibrado.
Falso equilíbrio construído na força bruta de erros de arbitragem.
Por muito menos o teve a CPI do Textor
Vitor Birner, na ESPN: "Se não fosse a arbitragem, o Flamengo teria vencido o Santos. O primeiro pênalti é um 'neopênalti', é uma destruição à essência do jogo. É uma agressão à essência do jogo, porque o jogador (Jorginho) não tem o que fazer com o braço. Ele cai naturalmente, não quer colocar a mão na bola, até tenta evitar. O segundo pênalti, desculpa o termo, é ridículo. É ridículo. Porque tem um toque do Luiz Araújo no pé do Gabigol, o Gabigol ainda dá um passo antes de dobrar o joelho e cair. É claro que ele se jogou no chão. É claro."
Pedro Ivo Almeida: "Eu discordo muito da expulsão (do Jorginho)."
Eugênio Leal: "O Gabigol claramente força (o segundo pênalti), é uma cavada clara. Ele dá um passo antes de cair no chão."
Pedro Ivo Almeida: "Também achei. O Gabigol cai quando vê que perdeu o tempo. Eu não daria pênalti, não."
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📸 Reprodução/ESPN