Si Marruecos tiene capacidad para organizar el Mundial de fútbol 2030 y gastarse miles de millones en construir un estadio para 115.000 espectadores, tiene dinero para acoger de vuelta a los menores que han saltado a Ceuta.
El Gobierno de España publica la zona de exclusión temporal a la Navegación del 1 al 24 de agosto, en 732.000 m2, en Costa Teguise, Lanzarote, para que nadie se acerque por mar al Palacio de La Mareta donde pasa sus vacaciones Pedro Sánchez.
Para que nadie se acerque usará una patrullera de la Guardia Civil y 60 agentes.
No sé si esto será demagogia, pero sinceramente creo que ahora mismo es mucho más difícil entrar por tierra o mar a La Mareta que a Ceuta.
RT si te parece un escándalo intolerable.
Todo aquí:
https://t.co/hYHJGAzra0
Quando alguém já investiu reputação, carreira, amizades ou poder numa narrativa, admitir o erro deixa de ser apenas uma questão intelectual. Passa a significar reconstruir a própria identidade.
É por isso que grandes mentiras históricas raramente terminam com uma confissão pública. Em geral, elas morrem de outro modo: seus defensores envelhecem, mudam de assunto, reescrevem a própria participação ou afirmam que “naquele contexto parecia a decisão correta”. A mentira desaparece antes que seus autores a reconheçam plenamente.
Quanto maior o absurdo cometido em nome de uma crença, menor costuma ser a disposição de quem a defendeu para admitir que estava errado. O peso da culpa torna a verdade psicologicamente mais cara do que a própria mentira.
É isso que está acontecendo com os fauciminions.
La política moderna ha perfeccionado un truco prodigioso: no hace falta resolver una tragedia si logras sustituirla por otra. La Palma, Adamuz, la operación DANA, los incendios… Ahora Ceuta. Cambian los titulares, las tertulias y las lágrimas oficiales. Los damnificados, no. Ellos siguen esperando. Pero tranquilos: en cuanto llegue la próxima crisis, también dejarán de molestar. El olvido institucional funciona con una eficacia que ya quisieran para las ayudas.
- Nos mentiram que covid não poderia ter vindo do laboratório de Wuhan.
- Nos mentiram que os lockdowns de 15 dias reduziriam a propagação.
- Nos mentiram sobre as máscaras nos manterem seguros.
- Nos mentiram que os testes PCR podiam diagnosticar covid de forma confiável.
- Nos mentiram sobre a “ciência” da regra de distanciamento de 1,80 m.
- Nos mentiram que fechar as escolas beneficiaria crianças e professores.
- Nos mentiram que enviar pacientes para casas de repouso era seguro.
- Nos mentiram que HCQ e IVM eram perigosos e ineficazes.
- Nos mentiram que a imunidade natural não era eficaz.
- Nos mentiram que vitaminas e suplementos não aumentariam a imunidade.
- Nos mentiram que parques e praias eram perigosos.
- Nos mentiram ao fechar pequenos negócios e favorecer grandes empresas.
- Nos mentiram sobre o remdesivir ser seguro.
- Nos mentiram sobre a definição fundamental de uma vacina.
- Nos mentiram que o mRNA não era uma terapia genética admitida (legalmente definida).
- Nos mentiram sobre a vacina prevenir infecção.
- Nos mentiram que a vacina ficava no braço.
- Nos mentiram que a vacina não afetava leite materno ou menstruação.
- Nos mentiram sobre a imunidade de rebanho e a vacina interromper a transmissão.
- Nos mentiram ao tentar esconder os dados dos testes da vacina por 75 anos.
- Nos mentiram para encobrir sequências SV-40 da vacina e efeitos de proteínas com frameshift.
- Nos mentiram que afrouxar as especificações cardíacas dos pilotos em 2022 foi irrelevante.
- Nos mentiram que nosso governo não estava por trás da censura de opiniões contrárias.
- Nos mentiram sobre os efeitos adversos graves da vacina e o dano à imunidade.
- Nos mentiram que as vacinas não prejudicavam a imunidade contra o câncer (p53, exaustão de células T).
- Nos mentiram sobre crianças precisarem da vacina para serem saudáveis.
E quando questionamos as narrativas do sistema, ainda somos chamados de loucos ou teóricos do complô 🤷🏼♀️
Lamento informar, mas você foi doutrinado a não pensar por si e a acreditar cegamente no Estado (sistema educacional, médico, etc) como se ele fosse seu deus.
Desperte!
Marco Rubio fez uma declaração que causa estranheza porque toca num assunto que o vocabulário público aprendeu a evitar: existe terrorismo de extrema esquerda.
Observe como funciona a linguagem: quando aparece um grupo de extrema direita, a classificação vem pronta. A palavra “extrema” aparece no título, na legenda, na abertura do jornal e, se possível, antes mesmo de sabermos exatamente o que aconteceu. E não há problema nisso. Grupos violentos, racistas, supremacistas ou revolucionários precisam ser chamados pelo nome.
O curioso é que o mesmo cuidado desaparece quando a violência nasce do outro lado.
A extrema esquerda raramente é apresentada como extrema esquerda. Seus integrantes viram militantes, ativistas, antifascistas, manifestantes, jovens revoltados ou integrantes de movimentos sociais. Se queimam prédios, sabotam ferrovias, atacam policiais ou destroem empresas, o debate logo se desloca do crime para a causa. A violência passa a ser explicada pela desigualdade, pelo capitalismo, pelo racismo, pela opressão ou por qualquer outra palavra que lhe conceda uma espécie de autorização moral.
Foi isso que manteve o terrorista italiano Cesare Batiste vivendo tranquilamente no Brasil. Era o "lutador pela democracia fugindo do regime tirânico".
Foi esse ponto cego que Rubio expôs.
Durante décadas, organizações marxistas e revolucionárias sequestraram, explodiram bombas, assassinaram adversários e tentaram derrubar governos. A América Latina conheceu os Tupamaros, as FARC, o Sendero Luminoso e vários grupos treinados e financiados por regimes comunistas. A Europa conheceu as Brigadas Vermelhas, na Itália, e a Fração do Exército Vermelho, na Alemanha. Os Estados Unidos tiveram o Weather Underground e outras organizações que atacaram prédios públicos e agentes do Estado.
Nada disso nasceu do conservadorismo.
É importante fazer essa distinção porque a palavra “direita” foi sendo transformada numa categoria suspeita. Um conservador que defende a propriedade privada, a liberdade religiosa, a responsabilidade individual, a família ou limites para o poder do Estado é frequentemente empurrado para perto da extrema direita. Já um revolucionário que sonha em destruir o capitalismo, abolir instituições e impor um novo modelo social raramente é apresentado como extremista. Ele é tratado como alguém movido por excessiva preocupação com a justiça.
É uma assimetria impressionante, que há muito se transformou em cinismo.
A direita precisa responder até pelos crimes de grupos que rejeita. A esquerda moderada, em compensação, pode conviver com símbolos, ideias e personagens revolucionários sem ser cobrada pelas consequências históricas dessas ideias. Um conservador é chamado a explicar qualquer gesto de um extremista. Um socialista jamais é convidado a explicar os milhões de mortos produzidos por regimes que governaram em nome do socialismo.
Rubio chama atenção para algo ainda mais profundo: nós não julgamos apenas os atos. Julgamos também as intenções que atribuímos aos autores.
Se alguém destrói em nome da raça, sentimos repulsa imediata. Se destrói em nome da igualdade, aparece uma fila de intelectuais dispostos a contextualizar. O primeiro é visto como mau. O segundo, como idealista que se excedeu. É assim que nasce a violência do bem.
A mídia não precisa apoiar abertamente a extrema esquerda para protegê-la. Basta retirar a palavra “extrema”, suavizar os substantivos, destacar a causa e transformar o criminoso em personagem de um conflito social. O ato violento continua diante de nossos olhos, mas chega acompanhado de uma explicação que o torna menos condenável.
Rubio está dizendo que essa licença terminou. Isso não significa criminalizar a esquerda, perseguir divergentes ou confundir protesto com terrorismo. Significa algo muito mais elementar: aplicar à extrema esquerda o mesmo critério aplicado à extrema direita.
Quem organiza atentados, financia sabotagens, promove assassinatos ou usa o terror para impor um projeto político não é ativista. É extremista.
É claro que a maior resistência à fala de Rubio virá justamente daí. Durante muito tempo, uma parte da sociedade aceitou que existissem extremistas dos dois lados, desde que apenas um dos lados recebesse esse nome.
Será o fim do cinismo?
A liberdade econômica é inseparável das outras liberdades. Liberdade econômica é a a liberdade de gastar o seu dinheiro como você quiser, de manter a maior parte do dinheiro que ganha para si, de transferir os seus bens para os seus filhos, de criar empreendimentos e de contratar através de uma livre negociação. Se não existe liberdade econômica, não existe nenhuma outra liberdade.
Todo grande líder socialista é rico.
É impossível constatar isso e continuar acreditando em socialismo, porque a principal bandeira socialista é a tal “redução da desigualdade”.
Ninguém é tão desigual quanto um líder socialista.
Brazilian agribusiness can do five things no other country on Earth can replicate.
The first: two harvests on the same land in the same year.
About 40% of Brazil's soybean fields are immediately replanted with corn after the soy harvest.
In Mato Grosso, irrigated farms are now growing three crops per year on the same hectare.
The second: eucalyptus that matures in 6 to 7 years.
Pine in the U.S. South takes 22 to 40 years.
Pine in Canada and Scandinavia takes 60 to 100 years.
The third: cattle finished primarily on grass.
About 78% of Brazilian beef still comes from grazing systems.
In the United States, almost all beef cattle pass through feedlots in their final phase.
The fourth: sugarcane that produces both sugar and ethanol on the same crushing run.
Brazilian flex plants switch the output ratio between sugar and ethanol based on which price is higher.
The fifth: coffee, soy, beef, cellulose, and orange juice all grown on the same continental landmass.
Brazil is the world's largest producer or exporter in every single one of those categories.
Brazil functions as an agricultural civilization.
Climate, soil, and decades of breeding research at Embrapa built it.
Three structural advantages no other country can replicate.
The world's quiet bread basket is operating at a scale most investors have never measured.