Flávio Bolsonaro diz que estão brincando com a vida do pai dele. No vídeo abaixo, o pai dele brincando com a morte das mais de 700 mil pessoas mortas pela COVID19
O grande erro da esquerda é ainda acreditar que a verdade prevalecerá. A verdade, para o grande público, é a versão que lhe contam. O caso Master é exemplar. Apesar de Vorcaro ter doado milhões à campanha de Bolsonaro e Tarcísio e zero Real para Lula. Apesar de ter emprestado avião dez vezes para Nikolas. Apesar de chamar Ciro Nogueira de 'amigo de uma vida' . Apesar dos R$ 12 bilhões desviados por Ibaneis e do R$ 1 bilhão de Claudio Castro, muita gente ainda acredita que o escândalo é da 'esquerda'.
— Sergio Prado Moura
Um deputado negro é chamado de verme por um deputado branco que literalmente ASSASSINOU duas pessoas ao dirigir entupido de cachaça.
20 de novembro, Dia da Consciência Negra.
A imagem de uma deputada federal sentada num trono de balas e fuzis é mais do que provocação estética, é um sinal alarmante da normalização da violência como valor político.
Quando uma representante eleita pelo voto popular adota símbolos de morte como emblema de poder, o problema deixa de ser individual e passa a refletir algo estrutural.
Esse gesto expressa a consolidaç��o de uma cultura política armamentista, na qual força e intimidação substituem diálogo e democracia.
É “violência simbólica legitimada”, o poder sendo reproduzido por símbolos que oprimem, mas são aceitos como naturais.
O mais preocupante é que essa estética da força foi chancelada nas urnas, o trono de fuzis é também o trono da legitimação popular.
Quando a violência vira símbolo de autoridade e fé, a democracia adoece em silêncio, aplaudindo o próprio colapso.