O governo Lula juntamente com o governo do Pará está invadindo as terras de pequenos produtores rurais e levando embora as cabeças de gado.
Vejam o caso deste senhor!
Tirania desse governo comunista contra o brasileiro indefeso!
Ajudem a denunciar ao mundo essa barbárie!
@realDonaldTrump@SecRubio@DeputySecState@elonmusk@JasonMiller
Atualização do caso Ed Raposo.
Como todos sabem, Ed se encontra silenciado desde 2024 por decisão do Ministro Alexandre de Moraes.
Este ano, ele se filiou ao Partido Liberal (PL) e é pré-candidato a Deputado Federal pelo Rio de Janeiro.
Ed já possui, inclusive, uma declaração assinada pelo Diretório Estadual.
Assim, ingressamos com pedido de habilitação nos autos da PET 12.404 e requeremos, em caráter de urgência, a liberação de suas redes sociais, visto que Ed não está inelegível e concorre, inequivocamente, em total desigualdade com os demais pré-candidatos, em evidente violação à paridade de armas.
O Ministro Alexandre de Moraes tem ignorado, há meses, o pedido de habilitação nos autos.
Diante disso, ingressamos com Reclamação Constitucional em razão da evidente violação à Súmula Vinculante nº 14 do STF.
Aparentemente, o Ministro Cristiano Zanin é o relator prevento de todas as ações relacionadas à PET 12.404. E assim ocorreu com a nossa Reclamação.
O Ministro Zanin negou seguimento à Reclamação, afirmando que "não cabe Reclamação contra ato de Ministro".
Sem entrar no mérito dessa bizarra jurisprudência, ela sequer se aplica ao caso. Isso porque os precedentes tratam de atos comissivos praticados por Ministros, e não de omissão ou negativa tácita.
Permitir a omissão do Ministro Alexandre de Moraes é esvaziar completamente a eficácia da Súmula Vinculante nº 14 do STF.
Portanto, recorreremos da decisão do Ministro Zanin, mesmo diante de um cenário totalmente desfavorável.
E continuaremos lutando pela liberdade de expressão de Ed Raposo, principalmente para que ele possa concorrer de forma igualitária e justa com os demais candidatos ao cargo pretendido.
Ricardo Lacerda acaba de oferecer um retrato quase perfeito de um dos maiores erros de avaliação política e econômica da elite brasileira nas últimas décadas.
Depois de tudo o que aconteceu no Brasil nos últimos anos - explosão da dívida pública, destruição do teto de gastos, déficits bilionários, expansão do Estado, insegurança jurídica crescente e crise institucional permanente - o banqueiro aparece para afirmar que Lula é a opção mais segura porque é “previsível”.
É difícil acreditar que isso esteja sendo dito de forma séria.
O mais curioso é que não estamos falando de um defensor de Lula. Estamos falando do mesmo Ricardo Lacerda que classificou este governo como fraco, ruim e inepto, criticou a deterioração fiscal, alertou para o crescimento dos gastos públicos e comparou a trajetória atual aos erros que antecederam a crise do governo Dilma.
Segundo o próprio Lacerda, o governo é economicamente desastroso, fiscalmente irresponsável e incapaz de enfrentar os problemas estruturais do país. Ainda assim, seria a alternativa mais segura. O que mudou?
Foi exatamente esse tipo de análise que ajudou a conduzir o Brasil ao cenário atual. A mesma elite que assinou manifestos pela “democracia”, garantiu que Lula havia mudado, prometeu responsabilidade fiscal, moderação e estabilidade. Erraram em tudo.
A tese é tão absurda que chega a ser ofensiva à inteligência de quem acompanha minimamente a realidade brasileira.
Falar em risco institucional futuro enquanto há anos o país vive sob denúncias de censura, perseguição política e ativismo judicial. Fingir que nada disso existe é cegueira seletiva.
O trecho mais absurdo é quando Lula é apresentado como uma escolha desejável por ser “previsível”.
Sim, Lacerda. Lula é previsível. É previsível que o gasto público continue crescendo, que a dívida aumente, que o contribuinte pague mais e que o setor produtivo siga sufocado.
A verdade é que parte desta elite não quer mudança; quer conforto, previsibilidade e lucros. Certos banqueiros deixaram de analisar o Brasil para racionalizar o Brasil que lhes convém. Essa distância entre a realidade e a narrativa já custou caro demais ao país.
@siigacristovive "Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor, e deleita-se no seu caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a sua mão."
— Salmos 37:23-24
Receita para o fracasso sanitário:
1) Ignore uma vacina já testada, aprovada e disponível porque seus aliados estão desenvolvendo uma concorrente.
2) Assista à população morrer em números recordes por anos enquanto a solução fica na gaveta.
O coração humano não se preenche acumulando experiências, possibilidades ou seguranças temporárias: ele se preenche quando descobre uma vocação, quando compreende que a vida só atinge a plenitude quando é doada. Seguir a Cristo não empobrece a existência, mas a expande. #ViagemApostólica
Bruna Torlay chamou atenção para o que está sendo construído contra Flávio Bolsonaro. Depois de uma semana forte, com agenda nos Estados Unidos, avanço na pauta contra PCC e Comando Vermelho e uma tentativa de desgaste pelo caso Vorcaro que não colou, começou uma nova frente para tentar convencer o eleitor de que Flávio não é viável.
A pesquisa entra como peça dessa narrativa. O recado é inverossímil: candidatos menores, sem a mesma força na base e sem o mesmo peso político, aparecem como mais competitivos contra Lula do que Flávio.
Bruna disparou: “Quando eu vejo uma pesquisa que traz Renan Santos, que está em terceiro lugar, que é um nanico e alguém que ninguém leva a sério, a gente tem que ficar um pouco de olho, falar: bom, isso aí me parece que é muito mais manipulação da verdade.”
Não conseguiram derrubar Flávio no fato. Agora tentam derrubar na percepção, com método de falseamento de opinião pública.
Seleção jogando com a camisa demoníaca. Mas o brasileiro é guerreiro e não desiste nunca. "Na casa do Senhor não existe satanás, xô satanás" diz leitor.
Artigo pesado do Fernando Schüler, mas necessário. 😢
“O que me fica na cabeça é a imagem daquele quarto. Este tipo monstruoso chamado Jairinho levando um guri alegre, de 4 anos, com a vida pela frente, lá para dentro, trancando a porta, ligando a TV em volume alto para ninguém escutar e enchendo de pancadas. Depois o guri saindo, mancando, o olhar apavorado, o choro contido, indo pro colo da empregada, a Thayná.
No dia fatal, foram vinte e tantas pancadas. Na cara, na cabeça, no nariz, na barriguinha, hemorragia interna, edema cerebral. Peço desculpas por escrever estas coisas, em uma coluna onde geralmente trato do Brasil. Mas hoje não dá. Preciso falar sobre o menino Henry.
A verdade é que não me conformo. Tenho um filho pequeno, imagino a dor do pai do Henry, nestes anos todos, e acho que ninguém deveria ficar indiferente, diante disso. Não me conformo com uma pena de apenas 40 anos para este assassino monstruoso. Uma pena que vai se transformar em muito menos, pelas progressões e pela brandura de nossa legislação. E de jeito nenhum me conformo com o “perdão judicial” para a mãe do Henry, Monique.
Ela inequivocamente sabia de tudo. Sabia das agressões, viu os hematomas no filho e mantinha aquele sujeito dentro do apartamento. A Thayná avisou, mandou mensagem, mandou vídeo com o guri violentado. E ela estava lá, dentro daquele apartamento, quando o espancamento final aconteceu, e era de fato a única pessoa que podia salvar o Henry.
Ao invés disso, não fez nada. E diante do menino morto mandou a empregada ficar quieta para não incriminar o casal. É simplesmente um sintoma da nossa completa perda de valores sugerir que a culpa atribuída a Monique seja algum tipo de “discriminação de gênero”.
Há poucas coisas mais desprezíveis do que usar retórica ideológica para justificar a maldade e o crime. Monique era a mãe. Não se trata de ser perfeita, mas de fazer o mínimo. Ela tinha a guarda do filho, era responsável por ele. E sabia o que estava acontecendo. (…)
O caso do menino Henry está longe de ser um caso isolado. O Disque 100, nosso canal de denúncias, só em 2024 registrou 289 mil denúncias sobre violações contra crianças e adolescentes. 33 registros por hora, Brasil afora. Violência, maus-tratos, abandono, agress��o sexual.
No caso de crianças de 0 a 6 anos, perto de 80% dos casos acontece dentro de casa. As mães são as mais identificadas como agressoras. Depois os pais, e ainda depois padrastos, madrastas e outros parentes. Há uma barbárie silenciosa espalhada pelo País. Por alguma razão, falamos pouco sobre isso. E a não-sentença dada a Monique diz algo bastante sombrio sobre tudo isso.
A melhor homenagem que podemos fazer ao Henry é sermos pessoas melhores. Melhores pais e melhores mães. Melhores padrastos e madrastas. Melhores avós e o que mais pudermos ser. Podemos prestar atenção, falar sobre este assunto e ajudar organizações que protegem crianças. E ainda agora podemos exigir que um crime bárbaro como este não seja perdoado ao sabor de alguma retórica.
A ideologia é um tipo perverso de indiferença. O ato soberbo de quem no fundo não se importa que o menino Henry não terá uma vida para viver. Que morreu aterrorizado, em um apartamento com a mãe e o padrasto, espancado, fruto da displicência criminosa de quem deveria ter cuidado para que ele pudesse viver, e não morrer daquela maneira.”
É o cúmulo da falta de vergonha na cara. Essa senhora faz uso político descarado do jornalismo, sendo totalmente parcial, facciosa, desinformando, espelhando toda sorte de baboseiras, despautérios e mentiras em geral e vai criticar alguma coisa ??
“ Entenda como é bom “ Miriam.
A caridade não admite demoras. Esta é a nossa responsabilidade perante aqueles que estão necessitados: uma responsabilidade que consagra cada encontro com o outro como um momento de graça único e irrepetível para amar, que não se deve perder nem adiar. O amor de Cristo impele-nos para os irmãos e a caridade e a solicitude com que respondemos são a prova da nossa fé. #ViagemApostólica #Espanha