@Maia02168633217@Daniel96261637 Vc paga um patrocínio do que vc sabe que vai receber retorno, por isso assim que foi regulamentado, o patrocínio veio rápido agora as outras empresas podem até patrocinar mas você acha que estão dispostas a pagar o mesmo tanto que as bets investiam?
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
@pupumdean Eu sou um homem Bissexual, temos os mesmos direitos de uma pessoa hetero, que direito que foi negado? Eu estou procurando até agora junto. Vocês estão procurando privilégio e isso é INCONSTITUCIONAL, todos são iguais perante a lei, direitos e DEVERES.
@luixnandinho Se você olha para um homem baixo e consegue ver uma criança a ponto de parecer na sua cabeça que está sexualizando criança, sinto muito mas você deveria procurar tratamento, pq não tem como visualizar uma criança num homem adulto só pq ele tem 1,55.
@Quelduvale@mulherbiologica Bissexual não é a mesma coisa de Pansexual, BI pode ter preferência SIM só por pessoas Cis. Vocês que querem transformar as Bissexualidade em sinônimo de Pansexualidade
@shitorasubonbaa Qual país é a maior campeã em copas? Qual país nunca esteve fora de uma copa? Única pentacampeã, não subestime nossa seleção, jogaram bem mas deveria ser uma honra para vocês serem eliminadas pela maior.
@kajinotwitto Aquele jogo Brasil contra Marrocos, foi um jogo totalmente diferente o nosso time estava todo desalinhado, se tivéssemos jogando contra o Marrocos da mesma forma que jogamos contra o Japão teríamos vencido fácil.
@lourivalcbmn Já existe um programa chamado Gás dos brasileiros a pessoa cadastrada no cad recebem em conta e compra onde quiser, agora me fala, não é estranho a mãe de família ao invés de poder comprar onde quer, ter que ir num fornecedor credenciado?
@KriskaCarvalho Já existe um auxílio Gás, a pessoa do CAD se cadastra e recebe em dinheiro, você não acha suspeito o Lula mudar e querer obrigar os beneficiários a ir diretamente a um fornecedor credenciado???
@AdnapLeo@guxoxo_ Camisinha se compra por grossura e não por comprimento. Camisinhas normais tem 52 mm, se sentir que está muito apertado aí usa a XL 55 mm.
@siteptbr Isso aí é fake news pois não tem como saber qual botão a pessoa apertou para anular o voto no Boletim de Urna e na apuração, só retorna que o voto foi anulado.