Tem que respeitar o hexacampeão! 🐺 O maior campeão da Amazônia se chama Paysandu! 🔥 O Papão saiu atrás no jogo de ida com um 3 a 1 e foi buscar a virada no Mangueirão! 😮💨😮💨 Que história absurda!!!
#CoberturaCazéTV#CopaVerde#Paysandu#cztv02
🇧🇷 NÃO NORMALIZEM ISSO AQUI!!!!
Uma pausa no que está acontecendo no mundo das Finais da NBA, porque basquete não é só NBA.
Queria falar com vocês sobre o que MARCELINHO HUERTAS acabou de fazer na Espanha.
Aos 43 anos de idade, Huertas conseguiu levar seu humilde Tenerife para ELIMINAR O REAL MADRID.
Seus números no decisivo jogo 3?
- 23 PONTOS
- 3 assistências
- 53% de FG%
- 50% de 3 pontos
📊 DEPOIS DE 18 ANOS, um 8º classificado na tabela geral conseguiu eliminar o líder geral no 1º round de um Campeonato Espanhol.
Mas não é só isso…
📊 Seus 15.6 pontos por jogo em 29 partidas disputadas na temporada do campeonato espanhol são um RECORDE NA CARREIRA.
📊 Alem disso, terminou a temporada como membro do clube dos 50/40/90 pela 2ª vez na carreira (2020-2026).
📊 Huertas foi o 8º maior cestinha do campeonato e o LÍDER em assistências do campeonato.
📊 Isso fez com que, mesmo com seus 43 anos, Huertas recebesse votos para MVP da Liga ACB e terminasse a corrida em 7º (detalhe que ele era o MVP vigente, tendo vencido o mesmo com 42 anos).
📊 3 das 5 maiores temporadas em pontos totais nos seus 20 anos de Espanha aconteceram NOS ÚLTIMOS 3 ANOS, ou seja, aos 41/42/43 anos.
E não estamos falando somente de nível nacional, mas também em âmbito de COMPETIÇÃO EUROPEIA!
📊 Huertas chegou até a semifinal da BCL deste ano, e foi 3º na lista de maiores assistentes da competição e membro do 2º time ideal da competição.
… TUDO ISSO AOS 43 ANOS DE IDADE!
🗣️ - “Já passei por muitas batalhas, mas hoje foi um feito histórico.”
Marcelinho é interminável, o nível que ele joga em basquete FIBA na Espanha é a elite da elite.
Um dos ATLETAS mais SUBESTIMADOS dos esportes!
Converse com pessoas mais velhas.
Leia livros antigos.
Assista a filmes antigos.
A sabedoria do passado muitas vezes é a matéria-prima das ideias do futuro.
Eu tenho muita dó de quem não gosta de futebol.
Imagina a pessoa não ter expectativa nenhuma pra chegada de uma Copa do Mundo inédita com 48 seleções?
Eu tô contando os dias.
Militão, Wesley e Estêvão. Não são apenas 3 lesões, ou mesmo 3 titulares ausentes. É um lado inteiro do time que Ancelotti provavelmente escalaria. Um pré-Copa cruel com um trabalho de apenas 12 jogos.
Esse jogo da Liga das Nações foi marcado para às 11h e nem assim entrou na TV aberta... E pensar que o Grand Prix tinha todos os jogos do Brasil na Globo, incluindo as tardes de dias úteis. Cada vez mais surreal e lamentável o ocaso do vôlei no canal.
Wesley não é um GRANDE lateral, mas sua saída da Copa do Mundo por lesão seria DESASTROSA.
Na pré-lista o Brasil tem Paulo Henrique e Vitinho. É até piada o lateral do Vasco ser mencionado.
Vitinho é bom jogador, mas beeeem abaixo de Wesley. A queda de nível vai ser visível.
As camisas tailandesas dominarão o mundo.
Em cada esquina, centenas expostas em varais.
Baita prejuízo para Nike, Adidas e outras fabricantes.
Isso só vai mudar quando reavaliarem a política de precificaçao.
Impressionante a quantidade de lesões musculares em 2026 pré-Copa do Mundo. Parece que todo dia surge um novo caso. Calendário cada vez mais insano, pouco tempo de recuperação e jogadores chegando no limite físico justamente no momento mais importante da temporada.
Os jornalistas do The Athletic elegeram Brasil 4x1 Itália na final da Copa do Mundo de 1970 como o jogo mais importante na história dos Mundiais.
O restante do Top10;
2. Brasil 1x2 Uruguai (1950)
3. Argentina 3x3 França (2022)
4. Argentina 2x1 Inglaterra (1986)
5. Brasil 1x7 Alemanha (2014)
6. Suécia 2x5 Brasil (1958)
7. Alemanha 2x1 Holanda (1974)
8. Uruguai 4x2 Argentina (1930)
9. Alemanha 3x2 Hungria (1954)
10. Itália 3x2 Brasil (1982)
Opiniões? 🤔
Artigo pesado do Fernando Schüler, mas necessário. 😢
“O que me fica na cabeça é a imagem daquele quarto. Este tipo monstruoso chamado Jairinho levando um guri alegre, de 4 anos, com a vida pela frente, lá para dentro, trancando a porta, ligando a TV em volume alto para ninguém escutar e enchendo de pancadas. Depois o guri saindo, mancando, o olhar apavorado, o choro contido, indo pro colo da empregada, a Thayná.
No dia fatal, foram vinte e tantas pancadas. Na cara, na cabeça, no nariz, na barriguinha, hemorragia interna, edema cerebral. Peço desculpas por escrever estas coisas, em uma coluna onde geralmente trato do Brasil. Mas hoje não dá. Preciso falar sobre o menino Henry.
A verdade é que não me conformo. Tenho um filho pequeno, imagino a dor do pai do Henry, nestes anos todos, e acho que ninguém deveria ficar indiferente, diante disso. Não me conformo com uma pena de apenas 40 anos para este assassino monstruoso. Uma pena que vai se transformar em muito menos, pelas progressões e pela brandura de nossa legislação. E de jeito nenhum me conformo com o “perdão judicial” para a mãe do Henry, Monique.
Ela inequivocamente sabia de tudo. Sabia das agressões, viu os hematomas no filho e mantinha aquele sujeito dentro do apartamento. A Thayná avisou, mandou mensagem, mandou vídeo com o guri violentado. E ela estava lá, dentro daquele apartamento, quando o espancamento final aconteceu, e era de fato a única pessoa que podia salvar o Henry.
Ao invés disso, não fez nada. E diante do menino morto mandou a empregada ficar quieta para não incriminar o casal. É simplesmente um sintoma da nossa completa perda de valores sugerir que a culpa atribuída a Monique seja algum tipo de “discriminação de gênero”.
Há poucas coisas mais desprezíveis do que usar retórica ideológica para justificar a maldade e o crime. Monique era a mãe. Não se trata de ser perfeita, mas de fazer o mínimo. Ela tinha a guarda do filho, era responsável por ele. E sabia o que estava acontecendo. (…)
O caso do menino Henry está longe de ser um caso isolado. O Disque 100, nosso canal de denúncias, só em 2024 registrou 289 mil denúncias sobre violações contra crianças e adolescentes. 33 registros por hora, Brasil afora. Violência, maus-tratos, abandono, agressão sexual.
No caso de crianças de 0 a 6 anos, perto de 80% dos casos acontece dentro de casa. As mães são as mais identificadas como agressoras. Depois os pais, e ainda depois padrastos, madrastas e outros parentes. Há uma barbárie silenciosa espalhada pelo País. Por alguma razão, falamos pouco sobre isso. E a não-sentença dada a Monique diz algo bastante sombrio sobre tudo isso.
A melhor homenagem que podemos fazer ao Henry é sermos pessoas melhores. Melhores pais e melhores mães. Melhores padrastos e madrastas. Melhores avós e o que mais pudermos ser. Podemos prestar atenção, falar sobre este assunto e ajudar organizações que protegem crianças. E ainda agora podemos exigir que um crime bárbaro como este não seja perdoado ao sabor de alguma retórica.
A ideologia é um tipo perverso de indiferença. O ato soberbo de quem no fundo não se importa que o menino Henry não terá uma vida para viver. Que morreu aterrorizado, em um apartamento com a mãe e o padrasto, espancado, fruto da displicência criminosa de quem deveria ter cuidado para que ele pudesse viver, e não morrer daquela maneira.”