"10 anos passaram desde aquele dia inesquecível em Paris. O tempo dá-nos distância para olhar para tudo com maior serenidade e perceber ainda melhor a dimensão do que alcançámos. Se há uma ideia que guardo desse percurso é esta: o nós esteve sempre acima do eu. Foi esse o maior segredo da nossa caminhada.
Tivemos jogadores de enorme talento, mas o talento, por si só, não chega. O que fez a diferença foi a confiança que todos depositaram uns nos outros, a capacidade de trabalhar diariamente pelo mesmo objetivo e a união que se criou dentro daquele grupo. O Cristiano Ronaldo, enquanto capitão, teve um papel absolutamente determinante, dentro e fora de campo. Liderou pelo exemplo, pela ambição e pela forma como nunca deixou de acreditar.
Aquela seleção tinha qualidade, talento e jogadores de nível mundial. Mas, acima de tudo, tinha uma identidade. Era uma equipa que acreditava no valor do trabalho, da disciplina, do compromisso e da solidariedade. Foi essa união que nos permitiu superar todas as dificuldades e escrever a página mais marcante da história do futebol português."
— Fernando Santos, à @Lusa_noticias
O melhor que conseguem arranjar de um torneio onde o Cristiano tem participação em 66% dos golos da seleção são 26 segundos de erros técnicos, de um gajo que tinha acabado de marcar 16 golos a caminho da sua 3ª Liga dos Campeões.
Ao menos gozem com algo que tenha lógica
Um não assunto. Jogo na parte decisiva, tinha marcado 1 grande golo anulado por pouco, marcou o do empate, queria ficar em campo para ajudar. Estranho seria se não sentisse. Não gostou mas passado 5 segundos estava a dar força ao seu colega que ia entrar.
Aos 90+4' estava abraçado ao companheiro de posição Gonçalo Ramos com um sorriso gigante. Nos últimos segundos desesperava pelo apito final. Não criem teorias da conspiração, já basta a nossa CS.