@James01222092@CanoaDaLagoa Cara, seria interessante pegar aquela cena do Futurama do Doutores debatendo a evolução do humano, e o cara procurando o elo perdido. Hahaha vou achar e colocar aqui.
@LucasFranc03@DuquesaDetax@ZattarRafael Cara, não é imposto, porque o trabalhador pode pegar novamente, é mais uma poupança força. Se fosse imposto seria é outra tratativa, até em conceito. Mas são coisas bem diferentes, por finalidade e operação.
@izzynobre Tipo o médico fala que paciente tem um câncer que pode ser tratado. Há o tratamento e a pessoa viver mais, e depois vem alguém e fala que o câncer não ia dar em nada, sendo que não deu em nada porque foi tratado. Haha nego é foda.
@Eduardo61521605@ZattarRafael O que rolou foi o seguinte, teve um cara tirando as fotos e outro com a parte de financeira/atendimento, separando assim, a fila para foto, o cara só tirando as fotos e os cliente iam para a fila para pagar e receber as fotos.
A felicidade de finalizar o ano com a minha aprovação de Perito Contábil no último momento do Ano.
Que venha 2025! Porque será o ano de muitas mudanças e novos desafios.
Que venham os tribunais!!
@_AlessandroSE@DuquesaDetax Meus Deus, o governo não quer eficiência e transparência, ele quer facilidade para ele e complexidade para o resto, uma vergonha isso.
Há 3 assuntos que eu adoraria fazer vídeos a respeito de assuntos graves sobre a internet que estão voando por debaixo do radar da imprensa, mas nem se eu fosse um Unibanco para ter 30h no dia eu daria conta de fazer. São eles:
# A internet brasileira pode ser estatizada #
A Anatel está se consolidando para além das suas atribuições legais (regular telecomunicações) para regular a internet (que não é telecomunicações). É graças a essa distinção que para ter um domínio .com.br, ter um blog, ou uma conta numa rede social (internet), você não precisa de autorização do governo enquanto abrir uma operadora ou uma emissora de rádio FM precisa (telecomunicações).
A mesma separação ocorre na TV: ter uma emissora aberta emitindo uma frequência (telecomunicações) no ar exige autorização da Anatel, mas o desfecho da novela (conteúdo) não é de controle da agência.
Na fala do presidente da Anatel, uma das ideias é acabar norma 4, regra que separa as duas coisas para que tudo vire telecomunicações e portanto tudo será regulado pela agência, incluindo o site em que você me lê, sua conta de e-mail, domínios, redes sociais, sites, DNS, IP, BGP, peering, rota, ASN, Internet Exchange (PTT) etc.
# Botão vermelho da censura secreta #
Um conselheiro da Anatel disse em entrevista que a agência está testando o que ele chamou de lacre virtual, uma forma remota da Anatel bloquear nos roteadores das operadoras e provedores endereços IP, segundo ela, usados pelo IPTV pirata. Mas quem escolhe esses IPs é ela, por constatações dela, num prazo que ela quiser, sem possibilidade de pedido de revisão, sem contraditório e tudo em sigilo.
Hoje já é quase assim, mas com uma importante diferença: ao menos cada uma das 20 mil empresas que compõem a cadeia recebem ordens semana sim, semana não de bloquearem conteúdos e nós (sou destinatário dessas ordens) somos obrigados a manter sigilo sobre essas listas de bloqueios.
Pelo menos hoje temos essas 20 mil testemunhas que, algum dia, quem sabe, podem notar algo errado indevidamente bloqueado nesses milhares de endereços. Por acidente (não por ofício) podemos notar que algo que não é criminoso está sendo bloqueado.
O que a agência está testando é tirar essas testemunhas sigilosas e automatizar o processo. Sem que o judiciário saiba, nem o legislativo e nem a sociedade, sem prestar contas a ninguém, possam remotamente nos roteadores de borda das operadoras bloquear qualquer conteúdo automaticamente.
Se alguém apertar esse botão de forma maliciosa ou por acidente ou por terem invadido ciberneticamente a Anatel, teremos instalado o botão nacional instantâneo da censura na internet brasileira. A Anatel terá o poder de bloquear IPs (e todo conteúdo por ele hospedado) instantaneamente em todo país.
# O governo federal está doando bilhões de reais em imóveis da União à falida Oi #
Quando o governo faz uma concessão pública de uma estrada e o contrato acaba, a estrada volta para o patrimônio público até para ser concedida a outro ente. Damos o nome de bens reversíveis a esses bens que voltam para a União com o término da concessão. Não vão de brinde com o fim do contrato. Nas a Oi está levando esse brinde.
Os milhares de imóveis pelo país que pertenciam a Telebrás, Telesp, Telerj etc. que a Oi usou nesses 30 anos estão sendo doados a falida operadora para que ela venda como se fosse dela e quite suas dívidas com credores. Como isso virará jurisprudência, Vivo receberá a custo zero a doação desses imóveis.
Existe algum aí na sua cidade, no seu bairro, algum prédio quase sem janela e com o logotipo ainda da estatal de telecomunicações? Esse é um bem reversível sendo doado. Nas contas do TCU, esse patrimônio vale mais de R$100 bilhões.
Temo que a imprensa evite esse assunto dos bens reversíveis com medo de boicote aos seus veículos das operadoras que são grandes anunciantes. É mais um motivo do porquê precisamos discutir o financiamento do jornalismo.
Pronto. Pus esses tópicos como garrafas no mar e espero que alguém faça bom uso deles.