UNCLE TOM'S WAR: Haiti and the Whipping Machine
by David Lee Morgan
The Haitian Revolution was the beginning of a new age of enlightenment, where every revolution is a part of the world revolution – or else it is a betrayal.
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Yuval Noah Harari deixou escapar em Davos algo muito maior do que uma simples preocupação com inteligência artificial. Ele praticamente afirmou que o poder humano sempre foi construído sobre palavras, narrativas, ideologias, religiões e histórias capazes de fazer milhões de estranhos cooperarem. O homem não dominou o mundo por ser mais forte, mais rápido ou mais resistente. Dominou porque aprendeu a organizar massas através da linguagem.
E agora, segundo ele próprio, criamos algo capaz de usar palavras melhor do que nós.
Esse é o detalhe que quase ninguém percebeu. A IA não ameaça apenas empregos, textos, livros, escolas ou mercados. Ela ameaça o mecanismo central pelo qual sociedades são conduzidas. Quem domina a linguagem domina a imaginação coletiva. Quem domina a imaginação coletiva domina governos, religiões, dinheiro, guerra, educação, cultura e obediência.
Harari fala como se estivesse fazendo um alerta, mas o cenário descrito é brutal: se a identidade humana foi construída sobre a capacidade de pensar, narrar e organizar palavras, o que acontece quando uma inteligência não humana passa a fazer isso melhor, mais rápido e em escala planetária?
Ele ainda usa uma imagem reveladora: líderes acreditam que poderão usar IA como mercenária, como ferramenta obediente, como soldado digital a serviço de seus próprios interesses. Só que mercenários pensam, calculam, traem e tomam poder quando percebem que seus contratantes são fracos. A diferença é que, no caso da IA, muitos ainda fingem que estão lidando com uma ferramenta, quando na prática estão criando agentes.
A parte mais perturbadora vem depois. Harari projeta um mundo em que a IA poderá criar sistemas financeiros tão complexos que nenhum humano conseguirá entender. Davos daqui a dez anos talvez seja uma sala cheia de pessoas importantes discutindo uma economia que nenhuma delas compreende, administrada por inteligências artificiais que inventaram regras, produtos e estratégias matematicamente inacessíveis ao cérebro humano.
E, no final, ele toca no ponto mais sombrio: crianças educadas desde o primeiro dia por inteligências artificiais. Não por pais, professores, avós, irmãos ou seres humanos reais, mas por sistemas treinados para falar, responder, convencer, adaptar-se e moldar percepção.
Isso não é apenas inovação.
É o maior experimento psicológico da história.
A humanidade passou milênios usando palavras para construir civilizações.
Agora está entregando as palavras a máquinas.
E quando uma civilização entrega sua linguagem, ela não entrega apenas comunicação.
Entrega o comando da própria realidade.
@ThoNg676733 So wonderful. Wouldn't it be wonderful to be in love like this?
(I know they were only good friends IRL, but in this duet they are in love and the whole world loves with them.)
@VolvicCh@JamesLonefeathr@BrianRoemmele I heard they had things called 'books' too. Apparently you didn't scroll through them - they had something called pages that you moved from one side of the book to the other. (Our ancestors were so clever.)
@MaeveHalligan at the Cambridge Union.
Maeve is one of the bravest people I know. The amount @CUSocOfWomen has gone through simply to exist, organise, and speak openly is unreal.
At the beginning of this year, I could barely exist in Cambridge normally. I was too scared to go into the city centre alone, eat in my dining hall, go to lectures, the gym, anything.
I am now almost completely immune to it. A huge part of that is down to Maeve’s strength. To watch her tonight was huge.
El embajador del régimen sionista israelí en Dinamarca protestó por la difusión de este vídeo.
Hagámoslo viral escribiendo un punto para romper con el algoritmo.
Genocidas, llenos odio, contra las familias Palestinas que protestan contra la destrucción de sus propiedades