Dívida de R$ 1 bi, gestões duvidosas, baixo nível profissional, picuinha política... está na hora dos sócios do São Paulo, proprietários patrimoniais do clube, entenderem que entregar o futebol para uma boa gestão externa seria benéfico para todos. O clube não está valendo nada.
Há um acordão sendo tramado nos porões do Conselho Deliberativo. Os grupos, três deles, se fechando, com algumas participações externas a eles, para salvar Dedé, Casares e Massis, a saber:
Patiño, presidente do Conselho de Ética, ao lado de Leandro Alvarenga, coordenador do grupo SSP (do Dedé), fechando acordo com Participação (coordenado pelo Themis, grupo do Casares, Aidar & Cia) e Vanguarda (grupo do Massis, Pupo e Serafim), nos seguintes termos:
Participação e Vanguarda ajudam a salvar Dedé;
SSP e Vanguarda ajudam a salvar Casares;
SSP e Participação ajudam a salvar Massis.
Ainda há uma tentativa de convencer o Legião a participar da ação danosa, para buscar salvar Belmonte. O responsável por essa negociação de porão é Marcio Sayeg, primeiro secretário do Conselho Deliberativo.
Além de Patiño, Leandro Alvarenga e Sayeg, Lanfredi e Themis estariam participando diretamente desta negociação espúria.
Alô, Ministério Público. Nos socorra.