Desde junho, o Governo do Estado do Rio de Janeiro vem fazendo um pente-fino em contratos assinados durante a gestão do ex-governador Cláudio Castro. Desde então, 30 auditorias foram enviadas ao Ministério Público.
Uma delas se debruça sobre um gasto milionário da Secretaria das Cidades, comandada na época por Douglas Ruas, hoje candidato do PL ao governo. A auditoria é sobre um aumento no valor do contrato de R$ 45 milhões, o dobro do limite legal, segundo a Controladoria-Geral do estado.
O contrato tem relação com a mineradora Santa Edwiges, da família de Altineu Côrtes, presidente do PL no Rio de Janeiro. Como Altineu é também deputado federal, o caso foi remetido a Brasília por causa do foto privilegiado do parlamentar. Assista a um trecho da reportagem.
Altineu Côrtes afirmou que não há nenhum contrato entre a Santa Edwiges ou a Normandia com o poder público, e que as denúncias são fruto de perseguição política por causa do período eleitoral. A campanha de Douglas Ruas confirmou a sociedade com Altineu Côrtes em um terreno, e o ex-governador Cláudio Castro não quis se manifestar.
A GloboNews não teve retorno da empresa BTC, e não conseguiu contato com a empresa FP Vieira.
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⚠️ Agenda Improvável ⚠️
Rio de Janeiro RJ, 25/07 a 26/07
São Caetano do Sul SP, 15/08
Barueri SP, 16/08
Fortaleza CE, 12/09 a 13/09
Campinas SP, 19/09 a 20/09
Recife PE, 24/10 a 25/10
Belo Horizonte MG, 21/11 a 22/11
Porto Alegre RS, 28/11 a 29/11
RECORDE 🇧🇷BRASILEIRO
Nubia Oliveira é 8ª na meia-maratona de Buenos Aires com 1:11:13 e quebra o recorde brasileiro da prova, que durava desde 1991!!
Na mesma prova, tivemos o WR do etíope Yomif Kejelcha com 56:51
Alguém tem que falar:
A atmosfera hoje do Botafogo como mandante no Nilton Santos é HORRÍVEL.
Baterias que se embolam, uma organizada não canta música da outra.
E uma total falta de tato para momentos importantes que precisam de incentivo.
Nossa arquibancada padece. Triste.
“Dinheiro não pode ser recusado porque é moeda corrente.”
Mas na prática, entrar num ônibus do Rio com uma nota de 20 é meio que ver o motorista te olhando como se você tivesse levado um dinossauro vivo pra pagar a passagem.
E é curioso como o debate sobre pagamentos mais tecnológicos deixam de fora parte da população.
Porque quem tem cartão, celular com NFC pra recarregar, internet funcionando e app atualizado nem vai sentir a mudança.
Agora pensa:
no turista perdido (o Rio ainda é cidade turística, né?),
na senhora que usa dinheiro vivo desde sempre,
no trabalhador sem banco,
em quem teve celular roubado agora agorinha,
ou simplesmente em quem saiu correndo e esqueceu de recarregar o Jaé.
A digitalização facilita muita coisa.
Também transfere a responsabilidade pro cidadão: se o sistema cair, a bateria acabar, o app travar ou o cartão der erro… o problema é de quem?
A gente vai conseguir chegar em casa se der a sorte de o ônibus passar?
(Alô concessionárias que somem com as minhas)
Poderia falar das condições precárias desses ônibus, mas isso deixo pra próxima.
Um ponto de extrema atenção pro Anselmi trabalhar no Botafogo é a maneira como o time esmorece em momentos mais complicados.
Sempre que toma gol se desajusta, perde coragem, ímpeto.
Não dá pra ser assim. Estabilidade emocional é ponto chave pra um time mais regular.
Usando o termo daquela série Pluribus, food noise é um "imperativo biólogico". Uma pulsão sua, biológica, por comida além da conta. Um defeito como miopia.
Chamar isso de "falta de força de vontade ou disciplina" é igual falar que míope não enxerga por preguiça de forçar a vista.
Vemos pessoas super esforçadas, disciplinadas, capazes de acordar 4 da manhã e trabalhar o dia todo no pesado pra sustentar uma família sem deixar a peteca cair, mas que não consegue fazer dieta. Como ter coragem de chamar uma pessoa dessas de preguiçosa ou com falta de força de vontade? Diante de tudo mais que fazem com excelência e dedicação na vida?
Mounjaro fez a sociedade e a própria medicina entender que da mesma forma que tem gente que nasce sem um braço ou que perde um braço num acidente, tem gente que nasce ou desenvolve um imperativo biólogico por comida além da conta.
A gente oferece uma prótese pra quem não tem o braço. Agora a gente descobriu a "prótese" que corrige o food noise.
Sou surdo-cego-cadeirante.
A vida sem audição e visão é bem limitada.
Hoje, 90% do que tenho percepção do mundo é imaginado.
Vivo do tato 24 horas.
Exemplo: agora, 19 horas.
Sou eu que imagino o céu escuro.
Se meus relógios fossem codificados e, ao invés de 19, fosse 7 da manhã, minha percepção permaneceria a mesma, a não ser que eu sentisse o calor do sol.
Porém, esse calor quase não é bem percebido em manhãs nubladas.
O que deixo de motivador aqui é a construção de um psicológico em uma situação assim.
A visão amplia, né, uma ideia de vastidão: é aquela coisa que alcança longe.
Mas, no tato, o mundo fica mais reduzido.
Some-se a isto ser cadeirante.
Mesmo assim, programo em IntMUD, Swift, PHP; sei C, sei C++, sei mais.
Diferença de um árbitro para o outro.
Daronco teria parado o jogo, dado amarelo e finalizado a partida.
Raphael Claus priorizou o jogo, deu vantagem e gol do Vasco.
AFIRMO: O DARONCO ATRAPALHA O JOGO!
https://t.co/Dsrxts73Ys
Para vcs sentirem um pouco mais do drama: uma ONG usou R$ 183 mil dos cofres prefeitura do RJ para bancar um evento com Paes em Deodoro sem nenhuma prova de que ele esteve lá ou que o evento existiu. @eduardopaes garante que fará uma devassa nos contratos que venho mostrando.+
Regra número 1 de toda pelada:
“Todo mundo ali é pai de família e tem que trabalhar no dia seguinte, se chegar na maldade, não precisa nem voltar pra jogar na semana seguinte”
a playboyzada deu mais um show de resenha, chiação a cada erro de passe e no intervalo muitas confraternizações
a nossa arquibancada está morta, vamos apenas aceitar isso q é melhor
nunca mais vamos vencer um jogo no gogó como cansamos de ver qnd esse time era fudido
ATENÇÃO: Bancada do PT protocola na Câmara projeto de lei que acaba com supersalários, impedindo que acumulo de cargos, indenizações, gratificações, bônus, e outras situações, ultrapassem o pagamento previsto no teto constitucional. Regra valeria para todos os Poderes, a nível federal, estadual, municipal, inclusive militares.