Desamparo, Abandono, desde sempre a alma em vaziez, buscava nomes, tateava cantos, vincos, acariciava dobras, quem sabe se nos frisos (...) nos visíveis cotidianos, no ínfimo absurdo, nos mínimos, um dia a luz, o entender de nós todos o destino, um dia vou compreender (...)
Ou você é feliz e vive sem arrependimentos ou você teve o azar de ter um episódio maníaco em plena adolescência que te rendeu uma tatuagem ridícula de uma frase clichê do Kant na virilha porque jurou ser uma ótima ideia.
E agora você é alguém na casa dos trinta que morre de vergonha toda vez que olha no espelho e vê a pataquada que você fez há mais de 15 anos. Bad ending.