“A janela não está fechada e estamos apenas começando. Temos um futuro muito glorioso. Não podemos pensar que o que aconteceu hoje ou ontem dita o nosso futuro. O futuro está apenas começando. Não apenas nesta janela, mas por muitos anos, temos o compromisso de montar uma equipe vencedora.
Não pensávamos em mudar o técnico, mas o que aconteceu no Peru foi uma surpresa para todos. A torcida já pedia uma mudança. Inicialmente, não achávamos que precisávamos fazer mudanças esportivas neste momento, mas teve que acontecer, o que acelerou o processo. No entanto, o futuro está apenas começando.
Quero agradecer a toda a torcida do Botafogo, à instituição e a todos os jogadores pela oportunidade de estar aqui no Estádio Nilton Santos, um estádio histórico. E muito animado para amanhã. Será um jogo difícil, mas temos um time vencedor. Estamos muito ansiosos e acreditamos neles.”
— Gabriel de Alba, ao GE
ATENÇÃO: ELE EXISTE!
“Falei três coisas. Primeiro, respeito. Eles terão uma instituição que os respeite e que cumpra com seus compromissos. Segundo, falei que acredito neles, tanto para amanhã quanto para o futuro. Queremos fazer do Botafogo o time vencedor que a torcida merece. O melhor time das Américas, que dispute todos os anos os campeonatos locais e sul-americanos e que esteja sempre competindo no Mundial de Clubes. Estamos comprometidos com isso. Vamos contribuir, investir e estruturar o clube para alcançar esse objetivo. E terminei falando sobre esperança. Muita esperança de ter um time vencedor e de fazer parte dessa família.
Estarei aqui de coração e também muito presente fisicamente. É um compromisso direto com a torcida e com os jogadores para construirmos uma equipe vencedora. Isso exige presença, além de compromissos institucionais e financeiros. É algo que fiz muitas vezes ao longo de toda a minha vida: sempre construindo, reconstruindo e formando times melhores e vencedores. Acredito que o Botafogo será o principal projeto de transição vencedora da minha vida, com o qual estarei mais empolgado e comprometido do que nunca.”
— Gabriel de Alba, ao GE
Tem jogador que joga pelo clube. Tem jogador que veste a camisa. E tem jogador que entende o que ela carrega. Alex Telles entendeu.
No momento em que o Botafogo era atacado, questionado e diminuído por todos os lados, ele não se escondeu. Foi pra frente das câmeras e defendeu o clube como se defende algo que é seu: “É uma falta de respeito o que falam do Botafogo e a história que tem no futebol mundial. O Brasil tem muitos títulos graças ao Botafogo. A gente é um dos que ficam pra mostrar que o Botafogo é gigante e a gente vai fazer de tudo por essa camisa.”
E ele ficou.
Poderia ter escolhido outro caminho. Poderia ter assinado um pré-contrato, escutado propostas e pensado apenas no próximo passo da carreira. Não fez. Foi sincero, respeitou o clube, respeitou o torcedor e mostrou nas atitudes o que sempre deixou claro nas palavras: entende o tamanho do Botafogo.
Alex Telles não precisou nascer botafoguense para sentir o peso da Estrela Solitária. Chegou, conheceu essa torcida, vestiu essa camisa e tratou o clube como gigante. Como deve ser.
É campeão. É decisivo. É craque. É líder. Mas, acima de tudo, é um jogador que escolheu estar aqui.
Hoje, renova seu vínculo com o Glorioso. E algumas assinaturas valem muito mais do que um contrato. Representam respeito, identificação e compromisso.
Que bom que você fica, Alex.
Alex Telles. Camisa 13. Campeão. Líder. Ídolo do Botafogo.