A esquerda ficou chateada porque eu mostrei a realidade no mercado. Pois os companheiros de Lula podem ter certeza que nós vamos denunciar todos os dias o terror que é o custo de vida no Brasil.
🇧🇷 President @JMilei on Lula:
“The things I said are actually true. What are the issues? That I called him corrupt? And wasn't he jailed for corruption? That I called him a communist? And isn't he a communist? Since when do you have to apologize for telling the truth? Or are we so sick with political correctness that nothing can be said to the Left, even when it’s true?” 🔥
I love how Milei speaks the truths that many are afraid to say
Após ser acusado de interferir na política brasileira por participar da Convenção Nacional do PL, o presidente argentino Javier Milei respondeu às críticas em entrevista à rádio El Observador e trouxe à tona verdades inconvenientes para Lula.
Milei afirmou que o Brasil teve “um papel muito ativo” na eleição presidencial argentina de 2023, alegando que assessores ligados a Lula participaram da campanha do então candidato Sergio Massa. Diante disso, desafiou diretamente a narrativa de que sua atuação configuraria interferência na política brasileira, questionando por que a atuação de Lula na Argentina seria aceitável, enquanto a dele no Brasil passou a ser tratada como “interferência”.
O argumento usado pelo governo Lula contra Milei retorna agora como um bumerangue político. A presença de Javier Milei no evento do PL foi tratada por Lula e seus aliados como “interferência” em assuntos internos. Milei responde lembrando que Lula atravessou a fronteira para defender Cristina Kirchner e posar com a placa “Cristina Libre”, mesmo após a confirmação de sua condenação pela Suprema Corte argentina por corrupção.
Lula fez na Argentina exatamente aquilo que hoje condena em seus adversários políticos: participou ativamente da disputa política, fez campanha em favor de Cristina Kirchner e transformou um processo judicial estrangeiro em um ato político. Lula pôde visitar e abraçar sua aliada política Cristina Kirchner, ligada ao Foro de São Paulo, durante sua prisão domiciliar.
É isso que Milei está denunciando ao mundo: o Brasil, sob o governo Lula, deixou de garantir liberdades fundamentais e passou a perseguir adversários políticos despudoradamente, tudo em nome da “democracia” e da “soberania”, que pertencem somente a eles.
A presença do presidente da Argentina, Javier Milei, na Convenção Nacional do PL, neste sábado, 25 de julho, transformou um evento partidário brasileiro em um episódio de repercussão internacional. Não é comum que um chefe de Estado participe de uma convenção partidária em outro país e declare apoio explícito a um candidato em uma eleição estrangeira.
A presença de Milei para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro evidencia uma transformação na dinâmica das disputas eleitorais contemporâneas. As eleições deixaram de ser fenômenos estritamente nacionais e passaram a integrar uma disputa política transnacional, na qual governos e lideranças se articulam em blocos cada vez mais definidos.
De um lado, forças de esquerda reunidas em torno de organizações como o Foro de São Paulo; de outro, lideranças conservadoras e liberais que passaram a atuar de forma coordenada, compartilhando estratégias, discursos e apoio político além de suas fronteiras.
Milei apresentou a disputa brasileira como parte de um confronto continental entre o socialismo e os movimentos liberais e conservadores. Criticou o Foro de São Paulo, responsabilizou a esquerda latino-americana pelo declínio econômico da região e afirmou que o Brasil representa hoje o principal bastião desse projeto político sob a liderança de Lula da Silva.
Milei comentou a decisão que o impediu de visitar Jair Bolsonaro.Disse que não pôde encontrar um “amigo injustamente preso”, chamou o ministro Alexandre de Moraes de “lixo careca” e comparou o tratamento dispensado ao ex-presidente com o recebido por Lula durante sua prisão. Lembrou que Lula recebeu livremente líderes estrangeiros, entre eles o então presidente argentino Alberto Fernández, e afirmou que a decisão demonstra que Bolsonaro é alvo de uma perseguição política
O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou uma nota de repúdio classificando como inaceitáveis os ataques às instituições brasileiras e ao ministro Alexandre de Moraes.
Milei deixou claro que a eleição brasileira será decisiva para toda a América Latina. O Brasil passou a ser visto como a principal e mais importante disputa política do continente.
Eu cresci vendo meu pai lutar por este país. Vi ele ser perseguido. Vi ele levar uma facada. Vi ele ser arrancado da vida pública por quem tem medo do povo.
Quando olhei para toda aquela gente no Pacaembu, entendi que o legado do presidente @jairbolsonaro está vivo e que estamos apenas no começo da nossa luta.
O Brasil tem futuro. O Brasil pode ser grande novamente
Obrigado a todos vocês que confiam no legado do presidente Bolsonaro e no nosso projeto.
Após ser acusado de interferir na política brasileira, Milei dispara contra Lula em uma rádio: “Jogaram contra mim em 2023, dando assessores ao Massa. Agora não me deixaram ver meu amigo Jair, que está injustamente preso, mas o ex-presidiário pôde vir visitar Cristina Kirchner”
LOS NIÑOS NO TIENEN NADA QUE VER CON ESTO!
Mis hijos sufren las consecuencias de una persecución implacable.
Ellos jamás pasarían por esto si tuviéramos una democracia en Brasil.
O governo Trump já designou 20 grupos perigosos em nosso hemisfério como organizações terroristas estrangeiras e terroristas globais especialmente designados. Com essas medidas, impedimos que esses grupos tenham acesso ao sistema financeiro dos Estados Unidos e aos recursos de que precisam para realizar ataques.
Fachin teve a cara de pau de soltar uma nota do STF para rebater Trump, em que diz que todas as decisões do STF são “públicas”. PÚBLICAS, Fachin?
Eu fui o primeiro advogado do inquérito das fake news, em defesa da revista Crusoé, censurada por Moraes, e não tive acesso ao processo até HOJE. Que nota vergonhosa, é mais um vexame do STF
https://t.co/ouaVSaGBh3
Lindbergh mandou quase R$ 2 milhões em emendas para o Paraná, estado de sua namorada, Gleisi Hoffmann. Como ela não tinha mais direito a emendas por ter se licenciado para assumir o cargo de ministra, ele deu um jeitinho de burlar decisão de Dino para ajudar a namorada. Será que agora Dino vai investigar lindinho também?
Alexandre de Moraes decidiu manter Jair Bolsonaro em cárcere privado, proibir por 30 dias todas as visitas - exceto advogados e atendimento médico - e vetar, até o fim das eleições, encontros “com finalidade político-eleitoral” e manifestações políticas feitas diretamente ou por terceiros. A justificativa “ilegal” apresentada foi a divulgação, por Flávio Bolsonaro, de uma carta escrita por seu pai, embora o senador já estivesse impedido de visitá-lo por 90 dias.
Não existe no Código de Processo Penal uma cautelar chamada “proibição de visita política”. O Judiciário cria restrições por interpretação própria, sem lei específica aprovada pelo Congresso.
Em pleno ano eleitoral, um ministro do STF passa a decidir quem pode encontrar o principal líder da oposição, sobre quais assuntos podem conversar e quais palavras poderão chegar ao público. Até Javier Milei, presidente da Argentina e aliado de Bolsonaro, dependerá de autorização judicial para visitá-lo; a defesa já apresentou o pedido.
Isso é ativismo judicial convertido em lawfare - o uso expansivo do aparato jurídico para isolar, silenciar e reduzir a influência política de um adversário. Moraes não restringe apenas redes sociais, ele controla visitas, conversas, manifestações e contatos políticos durante uma campanha presidencial.
Isso não vai acabar bem. O Brasil está em meio a uma crise internacional e comercial sem precedentes. O STF amplia a tensão institucional e entrega novos argumentos aos críticos do Brasil no exterior. A conta dessa escalada não será paga pelos ministros, mas pelo país - a história da Venezuela nos mostrou isso.
Uma democracia não pode depender da vontade de um único magistrado para definir quem um preso em prisão domiciliar pode receber e o que pode dizer sobre uma eleição. Quando o juiz cria a regra, interpreta a regra e aplica a punição com impacto direto sobre a oposição, já não estamos diante de uma simples cautelar; estamos diante de uma intervenção judicial no processo político. Isso se chama ditadura da toga.
Estou há meses acompanhando os bastidores e dizendo que o Lula estava negociando de má fé, colocando o próprio ego acima do Brasil e cavando as tarifas com fins eleitorais. Agora, as palavras não são minhas, mas do Secretário de Estado. Lamentável, mas o povo não é idiota e está percebendo a verdade. Que o setor produtivo se organize para defenestrar esse bandido do poder em outubro. Aqui, ainda há trabalho a ser feito: mais setores podem ser isentos e, no seu tempo, a própria tarifa pode ser revertida. O instrumento correto para a punição das condutas são as sanções aos indivíduos, não a tarifa.
Tribunais que se transformam em partidos políticos não podem ser levados a sério. O STF está sob suspeição desde que se associou ao governo num consórcio que inventou a democracia à brasileira
Não que seja relevante atualmente, mas a constituição diz que mesmo numa situação grave como o estado de defesa, ainda assim, é proibido deixar o preso incomunicável.
Lembrando que uma das hipótese de aplicação do estado de defesa é justamente risco às instituições (democracia).
A imprensa, que foi cúmplice de toda a perseguição e das covardias contra o presidente Bolsonaro, agora se cala diante de mais uma falsa acusação que caiu por terra.
Para acusar, manchetes, condenações antecipadas e espetáculo. Para reconhecer a verdade, silêncio.
Nunca foi jornalismo. Sempre foi perseguição política disfarçada de notícia.