Conheci Paulo Roberto Oliveira. Ele não me pediu nada, pois alega comprar seu alimento e suas coisas com trabalho. Parei para conversar com ele ao ser chamada de madrinha, porque eu o ajudei em alguma ocasião (não lembro quando foi).
Veterinário de formação, serviu o exército brasileiro. Morou 2 anos nos EUA e lá provou o êxtase. Dali em diante, provou a pior: crack. O vício foi aumentando e hoje, aos 42 anos, mora nas ruas da capital gaúcha, cata reciclados e usa drogas diariamente.
Alega ser contra a liberação da maconha, pois não quer ver mais pessoas no mundo do vício. Ele disse que não consegue sair da sua vida de drogadito, mesmo sob tratamento, pois está enfrentando uma dor emocional com relação ao seu casamento que terminou por traição, um dos motivos que provou drogas no exterior. Tentou inúmeras vezes com apoio familiar internar, mas fugiu de sua cidade natal para a capital, com o intuito de não incomodar a família.
Hoje, nas ruas, sem dignidade por conta de uma escolha infeliz, Paulo não possui mais esperanças de cura.
Um relato para nossos jovens entenderem que "curtir um barato" pode arruinar sua vida para sempre.
Porto Alegre, 5 de fevereiro de 2026.
🚨Police officer is warning teens and women about a new safety threat: if you’re taking a taxi or Uber and the driver offers you a bottle of water, don’t accept it. There have been incidents where the drinks were found to be laced with drugs.