Aproveitei que saiu a respeito do jogo no blog @JogaoD20 pra subir no DriveThruRPG a versão 1.01, que é basicamente alguns ajustes derivados da nossa primeira sessão de testes. https://t.co/rFxgUjNoD9
Tem uma coisa que me incomoda em D&D, mas não pretendo solucionar no meu jogo: o ganho de novos talentos e habilidades acontece de uma forma nada orgânica, com os PCs adquirindo tudo de uma vez, quando sobem de n��vel.
Se eu não achasse que T&T tem "obrigação" de guardar alguma compatibilidade com os jogos que são sua inspiração, optaria por uma mecânica assim. PCs vão evoluindo ponto por ponto, mas o nível está ali, como um indicador geral e alavanca de acesso a certos benefícios do sistema.
Had the rare chance to see John Boorman’s Excalibur (1981) on the big screen. There is nothing like this film - an Arthurian fever dream with images that defy description. The use of Carmina Burana when Arthur rides again and the land comes back to life - that’s cinema baby!
O paladino de T&T não tem restrição de código de conduta ou alinhamento. Em vez disso, buscamos criar uma classe de personagem cuja mecânica gerasse boa sinergia para esse estilo de jogo. Você pode ser um paladino caótico e mau, as habilidades da classe só não ajudam muito nisso.
O paladino tradicional tem a capacidade de curar um número de pontos de vida. O paladino de T&T tem pontos de vida temporários e pode sacrificar um número deles para curar um número semelhante de um aliado. A diferença é mecânica, mas também conceitual.
A habilidade de curar doença funciona de forma semelhante. O paladino é imune a doença e pode “emprestar” essa imunidade temporariamente a um aliado. Sua imunidade retorna no próximo nascer do Sol, mas o aliado é curado da doença que o aflige.
More daily Lord Soth 😈
A statue of Lord Soth overgrown with roses, the Kevin McCann cover art for the 1999 Ravenloft novel “Spectre of the Black Rose”, by James Lowder and Voronica Whitney-Robinson, a sequel to 1991’s Knight of the Black Rose.
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