Como carioca, a partir de agora é o seguinte:
Vai reclamar de segurança? Foda-se.
Vai reclamar que milícia e facção acaba com sua vida? Foda-se.
Vai reclamar de mobilidade, saúde, estado entregue na mão de bandido? Foda-se.
Merecem se fuder. População de merda. Lixo de lugar.
FAZ O KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
#RespeitaTeuPai
O fim está próximo. Vai doer - e muito -, mas é da vida/futebol.
Ídolo vem do grego “eidolon”, que significa “imagem”. Confesso que em meus 27, quase 28 anos de vida, vi poucas vezes - talvez nenhuma - alguém tão identificado com a imagem atleticana como Guilherme Antônio Arana Lopes.
Pra começar pelo número da camisa: o 13. Não foi uma escolha, algo midiático. Desde os tempos de Corinthians já usava essa numeração. O destino já estava escrito e nós não imaginávamos.
Numa fase turbulenta, Arana foi o primeiro a chegar no Galo para participar de um projeto que foi, por ora, vencedor. E como foi importante nas conquistas. O gol contra o Fortaleza na semi da Copa do Brasil 2021, o desafogo ao ir a rede contra o América-MG pelo brasileiro do mesmo ano… e ele é lateral (o melhor que já pisou no lado esquerdo de defesa do Galo, por sinal), não é a sua função marcar gols!
No grito da torcida pra anunciar a escalação pré jogo, foi unanimidade por diversas vezes. “Ão, ão, ão o Arana é seleção”. E era. Representava o Galo todas as vezes que usava o verde e amarelo de nosso país (foram 13, por sinal).
Numa utopia distante, onde o homem não é o lobo do homem, ele ficaria. Por 10, talvez 15 anos ou mais. Mas infelizmente vamos ter que lidar com o luto de um ATLETICANO partindo, seguindo novos caminhos.
Obrigado por tudo, Arana. Jamais esqueceremos de você.
Pai fala sobre a perda do filho em megaoperação no RJ 🗣️
A operação policial contra o Comando Vermelho na última terça-feira (28/10) foi a mais letal já registrada no país. 121 pessoas morreram, sendo quatro policiais.
Movimentos de direitos humanos classificam a operação como uma chacina e questionam sua eficácia como política de segurança.
Entre os suspeitos mortos, estava um adolescente de 14 anos. Em entrevista à BBC News Brasil, o pai do jovem afirmou que o filho foi 'iludido' pela chance de dinheiro fácil e a 'ostentação' mostrada nas redes sociais.
#BBCBrasil #Criminalidade #RJ #Megaoperação
A gente precisa defender esse cara com unhas e dentes igual ele defende o Galo. Hulk é claramente MUITO perseguido pela arbitragem brasileira, precisamos
comprar a briga dele e parar de criticar o nosso maior ídolo a qualquer custo. Sentou no banco ontem, não fez bico, não ficou putinho, ajudou e incentivou o time 100% do tempo, esse cara é ídolo demais e precisa que nós compramos a briga dele. Vamos juntos, vamos GALO