It took a little longer than expected, but we have created a website for people to view the footage collected from Gaza in one place. You no longer have to download the entire archives to see them.
It includes:
64,537 videos
17,905 photos
Ability to download individual videos
Searchable index
Exhaustive sources list (300+ journalists)
Geolocation data
Livemap with minute to minute updates
Victim list
It can be accessed here: https://t.co/s0Se94PXWF
Please share & quote tweet to help this post break out of the twitter algorithm prison.
We will keep adding the rest of the archives to the site, be patient- it is difficult work. Continue to seed the torrents provided, as that is the best way to ensure the footage remains stored in decentalized way.
God bless all those who sacrificed their lives to get this footage out, and everyone invovled in collecting/archiving it.
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@ZionismExposedx & @IsraelExposedAr
A pergunta q eu acho mais interessante aqui nem é sobre religião em si.
Até pouco tempo, ela era uma pessoa publicamente intensa, circulava em festas, se relacionava com mulheres, defendia o pai gay e falava dessa história familiar com naturalidade. Isso não era algo q ela “descobriu” agora: fazia parte da vida dela há anos.
Aí, depois de um período aparentemente difícil nos EUA, em poucos meses vem uma mudança profunda: nova religião, novo discurso, rejeição de comportamentos anteriores e até rompimento com o próprio pai.
Pode ser uma conversão genuína? Claro.
Mas será q toda mudança religiosa repentina precisa ser interpretada automaticamente como “ela encontrou Deus”?
Sem diagnosticar ninguém, mudanças tão bruscas de personalidade, valores, vínculos e visão de mundo, principalmente depois de períodos de estresse, tb podem aparecer em crises emocionais, crises de identidade ou até episódios psiquiátricos. A religião pode ser a causa da mudança, mas tb pode ser o lugar onde uma pessoa vulnerável encontrou estrutura, pertencimento e respostas absolutas.
O ponto q me chama atenção não é ela deixar festa ou mudar hábitos. É alguém reinterpretar quase toda a própria história em pouquíssimo tempo e romper com quem sempre esteve ali.
Talvez antes de transformar isso apenas numa guerra entre “crente x LGBT”, valha perguntar: o q aconteceu com ela nesse intervalo?
@EuAlePavanelli Oxi, tá usando celular, internet banking, redes sociais porquê?
Ainn vou ser controlado pela ordem mundial pq comprei um carro elétrico!
Volta pra idade da pedra!
O comentário de Gabriel Fontenelle, filho de Astrid Fontenelle, sobre o apoio de famosos (inclusive a mãe dele) a Rodrigo Branco e seu pronunciamento sobre a condenação do crime de danos morais e racismo que ele sofreu por parte de Thelma Assis.
Aulas! “Narradores e comentaristas brasileiros, uma dica rápida: o nome de um jogador faz parte de sua identidade. Pronuncia-lo corretamente é uma questão de respeito e profissionalismo.”
É só conferir o chart:
1. Brasil
2. Latinos (menos Argentina)
3. Africanos
4. Países woke e anti-imperialistas
5. Leste/Sudeste asiáticos
6. Oceania
7. Oriente médio
8. Leste europeu
9. Argentina
10. Demais países da Europa
11. Estados Unidos
@theiaincameron Colombia y Spain have a bigger population than Argentina. Mexico is the spanish speaking country that has the biggest spanish population.
Egypt has the largest arabic speaking population followed by Sudan.
Therefore you're comparing the third place countries in each language.