Oi. Tá ligado que o catálogo da Editora Âyiné tá com 55% só até hoje, né. O maravilhoso Duas Vidas, do italiano Emanuele Trevi sai apenas por 22,45 lulinhas da sorte. Vai nessa e seja feliz.
https://t.co/OzmlSrMCUj
Yasmina Reza chegou ao Brasil com o livro “O Deus da Carnificina”, publicado em julho de 2021 pela @Ed_Ayine. Agora, a mesma casa editorial publica entre nós um segundo livro da dramaturga francesa. https://t.co/wplTkUzQ0N
Editora @Ed_Ayine com desconto de 55%. Óbvio, não ganho nada com isso. Só quero indicar 3 obras fantásticas muito úteis na minha pesquisa atual:
- Contra o ódio, de Carolin Emcke
- O medo do medo, de Simona Vinci
- Por que o liberalismo fracassou, de Patrick Deneen
Recomendo esta beleza de Emanuele Trevi com toda a ênfase possível, torcendo para que a Âyiné – linha editorial mais arriscada e consistente do mercado atual - aproveite o centenário de Pasolini e lance Qualcosa di Scritto ainda este ano.
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“Porque nós vivemos duas vidas, ambas destinadas a acabar: a primeira é a vida física, feita de sangue e respiração; a segunda é a que se desenrola na mente de quem nos ama.”
Emanuele Trevi
«Nunca voltar para a Líbia, compreendi, significava nunca me permitir pensar de novo sobre ela, o que só me levaria a outra forma de resistência, e eu já não queria saber de resistir».
— O Retorno, Hisham Matar
Nova coletânea de ensaios de Natalia Ginzburg é deleite certo para quem estremeceu de júbilo com As Pequenas Virtudes. Essa coleção Das Andere da @Ed_Ayine é perdição, se pudesse comprava tudo.
https://t.co/yGo1BVPydM
“Recomendo ‘Correio literário: ou como se tornar (ou não) um escritor’, de Wisława Szymborska, publicado pela @Ed_Ayine. Humor e inteligência dão a tônica desse livro, que traz as respostas de Wisława a cartas de aspirantes a escritores."
Maíra Nassif, editora da @relicarioeds
Sorteio duplo da Âyiné com a @bazardotempo rolando lá no Instagram de ambas as editoras. Participe!
Link de acesso à publicação com as regras do sorteio: https://t.co/GUdQUO9uKg
No livro “Mudar de ideia” @Ed_Ayine, a espanhola Aixa de la Cruz mergulha na própria história com uma honestidade ímpar, mostrando que a autoficção pode ser um modelo narrativo brutal. https://t.co/GlPeLs4NnF