Assistam esse vídeo até o final e o compartilhem ao máximo - “explodam”, como diz o general. A página “Geopolítica Hoje” foi derrubada pela Meta e precisamos reagir com urgência.
🚨 FLÁVIO NÃO VAI ABRIR O SIGILO, POIS ENCHEU O BOLSO COM LAVAGEM DE DINHEIRO DE BET!
A revista piauí revelou conexões de Flávio Bolsonaro com a Best Bet e o empresário Willer Tomaz, além de uma conta bancária conjunta no exterior.
Agora, a Polícia Federal investiga a suspeita de sociedade oculta do senador na casa de apostas e possíveis irregularidades financeiras.
Flávio precisa explicar essas relações e esclarecer a origem do dinheiro. ABRE O SIGILO, FLÁVIO!
Ninguém tem R$ 5 bilhões para mandar PIX, muito menos para gastar em Bet. Confira a análise de Bruno Torturra, Heloisa Vilella, Rodrigo Vianna e Gabriela Varella.
#repost • @richarlison
O Willer Tomaz me desafiou a provar que eu comprei a minha casa na Ilha Comprida de forma legal.
Eu e o deputado Alencar compramos a área em outubro de 2020. Investimos cerca de 10 milhões de reais entre pagamento aos antigos posseiros (R$4.660 milhões), reformas e segurança contra INVASÕES. Indenizamos todos os antigos moradores, com acordo em cartório e a Justiça do Rio de Janeiro validou a nossa posse. Fizemos tudo dentro da lei.
A recompensa? O nosso pedido de regularização foi jogado na gaveta do Governo Federal (SPU) por 10 meses. Enquanto isso, o grupo do advogado ressuscitou uma empresa (inapta desde 2018), com sócios já falecidos, e ludibriou uma viúva de 78 anos para tomar a nossa ilha. O que o Governo Federal fez? Aprovou a transferência do patrimônio para a empresa deles a jato, numa “modalidade especial”.
Ganhamos na Justiça de Angra dos Reis, mas tudo começou a mudar quando o Willer contratou um advogado filho de um ministro do STJ. Aí, mudaram a sentença e se sentaram em cima do processo!
Hoje a ilha está no nome de uma empresa (WT Administração) presidida por uma senhora que confessou ser empregada doméstica.
Eu quero a ilha de volta, com a casa reconstruída do mesmo jeito que estava antes de você demoli-la.
Abaixo estão os números de todos os processos e investigações. O dossiê completo, com recibos, contratos e conversas, já foi entregue a jornalistas investigativos independentes e às autoridades.
A juíza Dálethe Borges Messias, empossada há apenas seis meses após aprovação em concurso público, negou nesta terça-feira (20) um pedido de transporte fluvial gratuito, água potável e alimentação para indígenas de 43 aldeias do Vale do Javari, no Amazonas, durante o segundo turno das eleições, marcado para domingo (25)."
"A solicitação foi apresentada pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que buscava garantir condições de deslocamento aos moradores das comunidades indígenas até os locais de votação. Na região, as grandes distâncias entre as aldeias e a dependência do transporte fluvial dificultam o acesso às urnas."
"Na decisão, a magistrada apontou questões relacionadas aos prazos eleitorais, à disponibilidade orçamentária e às dificuldades logísticas para organizar a operação em poucos dias. As condições de navegação, afetadas pela estiagem e pela redução do nível dos rios, também foram consideradas."
"Embora tenha reconhecido a importância de assegurar o direito ao voto dos povos indígenas, a juíza entendeu que não havia necessidade."
"@expresso_jus
🚨 URGENTE: Richarlison não se intimidou e foi para cima de Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro. Ontem, o amigo/sócio de Flávio pediu à Justiça que o jogador fosse IMPEDIDO de divulgar conteúdos sobre o caso. Richarlison jogou tudo no ventilador e provou que a ilha é dele. ��🏾
#FlavioDevolveAIlha