📌A perseguição política continua!
Filipe Martins, condenado a 21 anos de prisão injustamente, teve seu pedido de regime semiaberto rejeitado por Dias Toffoli, sem sequer uma análise do mérito.
Para sua defesa, o caso é mais um retrato da injustiça que denuncia há anos.
As acusações de perseguição política e de um Estado de exceção no Brasil são graves demais para serem ignoradas.
É triste ver a liberdade de um cidadão negada enquanto questões fundamentais permanecem sem resposta…
O PRONUNCIAMENTO DA RESISTÊNCIA: FLÁVIO BOLSONARO DESMONTA A ARMAÇÃO DE MORAES E CONVOCA O BRASIL PARA A TRINCHEIRA DO SENADO
Quem achava que o silêncio dos últimos dias era sinal de recuo assistiu nesta noite de sexta feira a uma demonstração histórica de coragem moral, lucidez tática e liderança política.
Direto dos Estados Unidos, onde está em segurança ao lado da esposa Fernanda e de suas duas filhas, o senador Flávio Bolsonaro quebrou o silêncio em uma transmissão ao vivo para falar de peito aberto aos quase 60 milhões de brasileiros que o escolheram como líder da oposição.
Em dezesseis minutos de vídeo, Flávio não apenas desmontou o teatro montado pela velha imprensa: ele reconstituiu, minuto a minuto, a armadilha do regime e apresentou o mapa de combate da direita para salvar o país.
1. A Reconstituição da Emboscada de Segunda Feira
O relato do momento em que a decisão foi tomada é o retrato cru de como opera o Estado policial de Brasília.
Na segunda feira de manhã, horas após o encerramento da apuração, Flávio foi à residência do pai para a visita autorizada de trinta minutos como advogado.
Quando o tempo acabou e bateram à porta, o recado não era apenas para encerrar a conversa: viaturas da Polícia Federal estavam posicionadas na entrada da casa.
Flávio caminhou até o portão e recebeu em mãos a intimação de uma decisão monocrática de Alexandre de Moraes, expedida poucas horas após o resultado do TSE, ordenando a apreensão de seus passaportes e a proibição de deixar o território nacional.
A justificativa do despacho beira o delírio persecutório: Moraes tentava vincular Flávio a movimentações bancárias suspeitas de uma empresa de um amigo por meio de uma suposta "senha mágica", quando no próprio domingo da eleição o Banco Santander já havia emitido e juntado ofício oficial atestando que Flávio jamais teve qualquer conta ou vínculo financeiro com aquela empresa.
Flávio foi cirúrgico na analogia: estavam fabricando contra ele a mesma farsa grosseira da falsa viagem de Filipe Martins aos Estados Unidos, mantendo a narrativa de pé mesmo após desmentida por provas documentais irrefutáveis.
Ali mesmo, no portão, Jair Bolsonaro olhou nos olhos do filho com lágrimas nos olhos e disse: "Você já sabe onde eles querem chegar com isso, né?".
E Flávio respondeu ao pai: "Pai, eu já sei. Deus está no comando e eu sei exatamente o que tenho que fazer".
Flávio voltou para casa, reuniu se com a esposa Fernanda e tomou a decisão estratégica de deixar o país pelas vias regulares antes que o cerco se fechasse.
Não para fugir, mas para impedir que o sistema o transformasse no segundo refém da família para chantagear a oposição:
"Eu não saí do Brasil. Eu saí pelo Brasil."
2. O Jogo Viciado dos Gols de Mão
Sem meias palavras, Flávio afirmou com todas as letras que não reconhece a legitimidade de um processo manchado por ilegalidades escandalosas cometidas pelo adversário:
"Foram vários gols de mão que o meu adversário fez e que não foram anulados pelo VAR.
O adversário jogou completamente fora da legislação eleitoral."
Flávio lembrou que governadores de Estado, como no Rio de Janeiro e em Roraima, foram cassados pela Justiça Eleitoral por muito menos ou por quase nada em matéria de abuso de poder político e econômico.
No caso presidencial, a máquina pública foi escancarada com trezentos e cinquenta e quatro bilhões de reais despejados na boca da urna, compra institucional de votos e distorções matemáticas sem explicação física no mundo real.
Ele deixou claro que não perdeu para um adversário nas urnas: perdeu para um sistema sequestrado por um regime de exceção que usa a mais alta corte do país como comitê político partidário.
3. A Convocação à Unidade e a Blindagem dos Aliados
Em um dos momentos mais nobres da transmissão, Flávio desmontou as tentativas de intriga plantadas por colunistas do regime para tentar dividir o nosso campo:
Pediu expressamente que a base conservadora não aponte o dedo para ninguém, não procure culpados entre aliados e não caia na armadilha da divisão. Afirmou que a decisão da saída foi tomada exclusivamente por ele e sua esposa, sem o conhecimento prévio de aliados justamente para preservá los de perseguições.
Flávio prestou homenagem pública à lealdade e à coragem de líderes da direita que caminharam ao seu lado, como a senadora Damares Alves, o governador Tarcísio de Freitas, o deputado Nikolas Ferreira e o pastor Silas Malafaia, rechaçando qualquer narrativa mentirosa que tente colocar aliados em rota de colisão.
O momento, segundo Flávio, exige unidade de aço e foco na trincheira correta.
4. A Trincheira Decisiva: Rogério Marinho na Presidência do Senado
Com a autoridade de quem recebeu quase 60 milhões de votos, Flávio traçou a missão prioritária da direita brasileira para os próximos meses:
"A nossa trincheira neste momento será o Congresso Nacional, em especial o Senado Federal. E a pessoa que eu indico é o senador Rogério Marinho para a presidência do Senado."
Flávio convocou cada brasileiro patriota a cobrar dos senadores eleitos o voto fechado em Rogério Marinho em 1º de fevereiro de 2027.
O Senado é a única muralha constitucional capaz de frear o avanço autoritário, barrar as arbitrariedades judiciais e impedir o desastre institucional. Flávio classificou como "nojentas" as tentativas de negociar a presidência do Senado usando a liberdade de Jair Bolsonaro como moeda de troca pelo sistema.
5. O Colapso Econômico e o Retorno: Antes de 2030
Por fim, Flávio fez o diagnóstico frio da economia real.
O cenário herdado pelo governo Lula é infinitamente mais grave do que o de Dilma Rousseff em 2015. Com a Bolsa derretendo, o rombo das estatais batendo recorde histórico e a dívida pública em 11 trilhões de reais, o regime entrará em colapso acelerado pelas próprias contradições fiscais.
E Flávio cravou o recado que tirou o sono do Palácio do Planalto:
Ele está forte, com voz ativa, liderando a oposição de fora da jaula e pronto para disputar e conduzir a nação brasileira novamente.
E arrematou com precisão cirúrgica:
"Eu não estou falando de 2030, não. Eu estou falando de muito antes disso."
O jogo institucional não acabou.
A direita brasileira tem comando, tem propósito, tem o candidato de 60 milhões de patriotas de pé e tem uma trincheira clara no Senado Federal.
Nós marchamos com Flávio Bolsonaro.
Pelo Brasil e pela liberdade.
"Moraes tentou repetir com Flávio a farsa de uma falsa acusação bancária já desmentida pelos fatos para aprisionar o segundo líder da oposição; Flávio atravessou a fronteira, desarmou a armadilha e convocou 60 milhões de brasileiros para a batalha decisiva no Senado Federal."
-Mooska
Zumm...
#FlavioBolsonaro #RogerioMarinho #Senado2027 #JairBolsonaro #ResistenciaConservadora #DireitaUnida #60Milhoes #BrasilReal #Mooska #LagSignal
Recado Mooska.
Eu não queria fazer este post.
Em que mundo essa gente vive e onde estavam durante essa semana inteira?
O segundo turno acabou no domingo.
Na segunda feira começou a caçada implacável do regime.
Na terça feira @FlavioBolsonaro teve que atravessar a fronteira para tirar as filhas e a esposa do país.
Na quarta feira Washington colocou o líder da oposição sob proteção política.
Durante quatro dias inteiros de luto, revolta e desespero de 60 milhões de brasileiros, o silêncio dessa ala foi ensurdecedor.
Aí, na sexta feira à tarde, quando a militância da calçada começa a cobrar explicações dos parlamentares e líderes que sumiram da trincheira para negociar cargos com Alcolumbre e Hugo Motta, ela finalmente reaparece nos stories do Instagram.
Não para denunciar a Janela Zanin.
Não para peitar o arbítrio de Moraes.
Não para amparar a dor de quem foi assaltado nas urnas.
Aparece para blindar o condomínio de Brasília e passar pano para Tarcísio, Damares e a cúpula do partido, tratando o próprio marido, que está trancado em prisão domiciliar vigiado pela polícia, como se fosse uma memória afetiva distante, um porta voz espiritual para mandar a militância calar a boca e não procurar culpados.
Desde quando @jairbolsonaro virou oráculo de resignação para proteger político que não bota a cara na rua?
Na hora de pedir voto, de lotar comício e de usar a imagem do homem para eleger bancada recorde no @plnacional_, todo mundo era valente.
Agora que o cerco fechou e que a fatura da traição está sendo cobrada pela rua, o discurso vira pregação de cartilha para dizer que a culpa é de quem quer likes e engajamento.
Quem está na chuva e na rua não quer curtida: quer liderança com espinha dorsal.
Tratar cobrança legítima de covardia como divisão é o truque mais velho de quem já se acomodou com o resultado e só quer que o povo volte para casa em silêncio.
"Passaram a semana inteira calados enquanto Flávio partia para o exílio; quando a rua resolveu cobrar os covardes de Brasília, reapareceram na sexta feira usando Jair Bolsonaro como escudo afetivo para mandar o povo parar de reclamar."
-Mooska
Zumm...
#MichelleBolsonaro #JairBolsonaro #DireitaRaiz #PL #AcordaDireita #BrasilReal #Mooska #LagSignal
Leia o quarto parágrafo da notícia para assistir ao espetáculo mais patético da história da diplomacia brasileira.
A manchete tenta posar de machona dizendo que o Itamaraty "convocou" a representante da Argentina.
Aí você lê o texto e descobre que a conversa durou "poucos minutos" e que os diplomatas de Lula fizeram questão de avisar que "não tiveram a intenção de fazer nenhuma reprimenda ou reprovação" porque a ordem expressa do Palácio do Planalto é "não tensionar com @JMilei e com @DonaldTrump.
Traduzindo para o português da calçada: chamaram a diplomata argentina para tomar um cafezinho de três minutos, pediram desculpas pelo incômodo e imploraram para ela contar como foi que Santiago Caputo e a Casa Branca colocaram @FlavioBolsonaro dentro de um jato Gulfstream em quarenta minutos enquanto a Polícia Federal de Andrei Rodrigues olhava para o teto.
Quando Lula mandou avião da Força Aérea Brasileira buscar ex primeira dama condenada por corrupção no Peru com dinheiro do nosso imposto, o Itamaraty bateu no peito e chamou de gesto soberano.
Agora que Javier Milei, o presidente do Equador e Donald Trump montaram um corredor livre da América do Sul até Miami para salvar o líder da oposição brasileira de virar refém sem denúncia criminal, o governo Lula treme de medo de levar uma resposta atravessada da Casa Branca e manda avisar pelo jornal que não estava reclamando de nada, só estava curioso.
Contra cidadão desarmado aqui dentro eles rugem como leões; diante de Milei e Trump lá fora, miam baixinho e pedem licença para perguntar.
Zumm...
https://t.co/byUlOEwiyF
Javier Milei: "Não tenho nada contra os artistas. Inclusive, eu tive uma banda de rock.
Se para viver de arte você precisa de subsídios do Estado, você não é um artista: você é um funcionário público.
E se você é um instrumento de propaganda política, você está fazendo política, não está fazendo arte."
Sr. @igorgadelham, ontem às três da tarde você escreveu uma coluna inteira jurando que o Brasil vive numa democracia plena e pedindo para a direita confiar nas instituições.
Hoje, menos de doze horas depois, você publica cinco parágrafos confessando com a maior naturalidade do mundo que @FlavioBolsonaro só não foi preso porque saiu do país e que qualquer deputado ou senador eleito que fizer oposição firme no Congresso "pode acabar na mira do Supremo, sujeito até mesmo a prisão".
Decida se, Igor: ou o Brasil é uma democracia onde parlamentar tem imunidade constitucional no artigo 53 para fazer oposição, ou é uma ditadura onde deputado vai preso se desobedecer ao regime.
Você não pode vender a Suíça na coluna de quinta feira e descrever a Coreia do Norte na nota de sexta.
E mande um recado para essas "lideranças do PL" que foram chorar no seu ouvido com medo de serem chamadas de traidoras: ninguém foi obrigado a colocar o sobrenome Bolsonaro no santinho nem a embolsar milhões do fundo eleitoral para pedir voto no dia 4 de outubro.
Quem teve coragem para usar os 60 milhões de votos da família @jairbolsonaro para ganhar crachá, salário de quarenta e seis mil reais e gabinete em Brasília, mas agora treme na base e planta notinha na imprensa para justificar covardia, não está em sinuca de bico nenhuma.
Já escolheu a traição e só está contratando você como assessor de desculpas.
Zumm...
#PL #SenadoFederal #CamaraDosDeputados #FlavioBolsonaro #JairBolsonaro #Fisiologismo #DireitaRaiz #Mooska #LagSignal
Ou seja, a Constituição no Brasil é um mero detalhe. O poder familiar não termina na porta da escola. A Constituição estabelece que a educação é dever do Estado e da família e atribui aos pais o dever de criar e educar os filhos menores. A escola participa desse processo, mas não substitui a família nem pode afastar os pais das questões relevantes para a formação de seus filhos.
Em temas sensíveis, especialmente aqueles que envolvem sexualidade, valores e convicções morais ou religiosas, os pais têm o direito de conhecer, acompanhar e questionar conteúdos e métodos pedagógicos. Defender o poder familiar não é negar educação, mas reafirmar um princípio essencial: o Estado não substitui os pais na formação de seus filhos.
ABSURDO! O STF decidiu que os pais não podem mais retirar seus filhos de aulas sobre gênero e sexualidade, mesmo quando discordam do conteúdo apresentado.
Ao derrubar leis municipais que garantiam às famílias o direito de decidir sobre a participação dos filhos nessas atividades, o Supremo avança sobre uma prerrogativa que deveria ser respeitada: o direito dos pais de educar seus filhos de acordo com seus valores e convicções.
A educação dos nossos filhos não pode excluir as famílias. Quem conhece, ama e tem a responsabilidade de educar uma criança são seus pais, não o Estado.
Vou continuar defendendo a liberdade das famílias e o direito dos pais de participarem das decisões sobre a formação dos seus filhos!
Esse é o tamanho do buraco moral que o Brasil se enfiou.
Um réu confesso pelo crime de rachadinha, com medida protetiva da ex-mulher por violência e que teve sua OAB cassada por apropriação indébita de um cliente ganhando status de celebridade no Fantástico.
O primeiro presidente eleito da história que consegue essa façanha
Ser eleito mesmo com a rejeição maior que a aprovação
e ainda puxou 10 milhões de votos a mais em 21 dias
Esse é o cara mesmo!!!
COVARDE.
Moraes arquivou um inquérito que ele tinha determinado contra um juiz.
Esse juiz tinha soltado, acidentalmente, um envolvido no 8 de janeiro.
Contra esse juiz, não teve esse papinho contra "crime de hermenêutica". Moraes mandou esse juiz DEPOR NA POLÍCIA FEDERAL.
Agora, quando o PRÓPRIO Moraes deve ser investigado por questões que NÃO TEM NADA A VER COM "HERMENÊUTICA", ele manda arquivar o procedimento contra o juiz.
NENHUM progressista reclamou.
NENHUM membro do "prerrogativas" deu um PIO.
NENHUM colunista do Conjur falou em abuso de autoridade.
NENHUM jornalista do Intercept, do 247, da Revista Forum, falou em abuso de autoridade.
Mas... eu pergunto:
Só esse juiz pode ser investigado por ato jurisdicional?
SERÁ QUE NESSE INQUÉRITO DAS FAKE NEWS TAMBÉM NÃO PODERIA GERAR ALGUMA INVESTIGAÇÃO CONTRA O SR. ALEXANDRE?
APENAS PERGUNTANDO, claro.
Flávio também exagerou, né. É normal:
-Peticionar uma cautelar criminal de 16 páginas num domingo à noite;
-O relator ler e deferir no mesmo domingo à noite, e;
-Na manhã seguinte já ter sido expedido e cumprido o mandado de intimação.
Qualquer advogado sabe que a justiça brasileira se move de forma rápida e eficiente assim mesmo.
Por isso o Brasil é um país tão seguro.
De forma alguma isso foi uma exceção de um regime de exceção.