Que batida é essa que na balada, no asfalto, no morro e onde quer que toque, é sensação? Charme, Rap, Melody, Montagem… são tantos tipos de beats, que nem sabemos qual ouvir!
O dia de hoje é para celebrar o ritmo musical que faz todo mundo dançar, mas que também é responsável por relatar que nem só de festa vive essa cidade. Todo mundo devia nessa história de luta e resistência se ligar, pois o Funk é não é modismo. É uma necessidade. O Funk salva vidas. É expressão de arte, cultura e um movimento que vai muito além da música: é estilo de vida. É forma de manifesto. Nos becos e vielas das comunidades, o vermelho e o preto se unem ao batidão e quase que numa distorção da realidade, se juntam como se fossem um só. Não se vê um favelado sem ser Flamengo, não se vê a Favela sem ter o Flamengo.
Hoje, reverenciamos a Massa Funkeira, seus artistas e arquitetos, que lutaram contra toda a discriminação e celebramos o passado, o presente e o futuro do Funk, no Dia Nacional desse movimento cultural que é patrimônio da nossa cidade, do nosso estado, do nosso país!
📸: Mariana Sá/CRF