@urano_aquario@Kauan8895353910 Pior que os Democratas apoiavam a anexação de todo o México. O projeto só não foi adiante porque os EUA ficaram com receio da população mestiça e indígena.
Dizer que ele é o maior só mostra o tamanho da sua ignorância. O legado do cara se resume a esmola estatal e retrocesso. Um país que teve gigantes como Dom Pedro I, Vargas e Médici sendo rebaixado a ter LULA, coroado como maior nome é um pesadelo, o ápice da mediocridade.
A maior ameaça ao Brasil hoje é o conluio entre STF, Globo e PT com o objetivo de sufocar a população sob a tirania do pensamento único politicamente correto.
Estou falando há muito tempo que o Brasil vai se tornar um grande campo de refugiados nos próximos anos. A ideologia excessivamente humanit��ria do regime de 1988 não pode conduzir o país a outro fim.
Uma hora a Europa vai inevitavelmente fechar suas portas; seja pela ascensão da direita nacionalista, seja pelo colapso social de um continente inteiro em crise alimentar e energética (e à beira da guerra).
Isso para não falar na possibilidade de Bruxelas simplesmente pedir ao Brasil para ajudar no "acolhimento" dos refugiados. Algo que o Brasil obedeceria imediatamente, seja com Lula querendo acabar com a fome no mundo, seja com o STF judicializando uma possível recusa com alegações de direitos humanos.
E quando isso acontecer, para onde irá toda a horda de migrantes e refugiados? Para o Brasil.
E aos que falam em "assimilação": até que ponto isso é realmente uma vantagem? Não estamos falando de imigrantes japoneses e libaneses chegando no começo do século XX, onde ainda havia um país por aqui. A situação agora é totalmente diferente.
De um lado, o país mais woke do mundo, de outro uma legião de imigrantes radicalizados, muitos dos quais com background extremista. Essa assimilação tem como dar certo? E se ela falhar, o que vai acontecer?
Estamos condenados.
Estou ansioso por esse novo capítulo da política pós-Lula, no qual a nova base da esquerda tentará substituir os projetos sociais e a imagem de Lula exclusivamente por pautas identitárias e de gênero, acreditando que o eleitorado fora das capitais vai comprar essas ideias.