Só eu acho que jornalistas profissionais, ou que se dizem, deveriam assinar matérias vinculadas a sites e plataformas???? Ou só o povo e as plataformas são responsáveis pelo que postaram?
🚨GRAVE - Augusto Nunes detona Toffolli, ministro do STF, que está anulando ações da Lava Jato devolvendo dinheiro aos bandidos
“Ele não para de tomar decisões que favorecem a bandidagem, o que mostra que é um comparsa, evitando que as apurações cheguem a ele!”
Esses são os deputados que assinaram a PEC da Alforria até agora.
Me ajude a conseguir mais assinaturas, cobre o seu deputado.
ASSINATURAS PEC DO TRABALHO FLEXÍVEL
- Última Atualização: 13/11 - 10:38
Adriana Ventura
Allan Garcês
Any Ortiz
Bia Kicis
Cabo Gilberto Silva
Capitão Alden
Carla Zambelli
Carlos Jordy
Clarissa Tércio
Coronel Assis
Coronel Chrisóstomo
Coronel Fernanda
Coronel Meira
Coronel Ulysses
Covatti Filho
Daniela Reinehr
Delegado Caveira
Delegado Éder Mauro
Delegado Paulo Bilynskyj
Delegado Ramagem
Dra. Mayra Pinheiro
Evair Vieira de Melo
Fernando Rodolfo
General Girão
General Pazuello
Gilson Daniel
Gilson Marques
Giovani Cherini
Gustavo Gayer
Julia Zanatta
Kim Kataguiri
Lincoln Portela
Luiz Lima
Luiz Philippe de Orleans e Bragança
Marcel van Hattem
Marcelo Moraes
Marcos Pollon
Mario Frias
Mauricio Marcon
Messias Donato
Nelson Barbudo
Nikolas Ferreira
Pedro Lupion
Pezenti
Pr. Marco Feliciano
Ricardo Salles
Roberta Roma
Rodrigo Valadares
Rosangela Moro
Sanderson
Sargento Fahur
Sargento Gonçalves
Silvia Waiãpi
Vermelho
Zé Trovão
Zé Vitor
Zucco
Mais um absurdo! A dona de casa Jaqueline Gimenez, condenada a 17 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro, está há cinco meses sem contato com seu advogado, que reside no Distrito Federal. Jaqueline, que é de Juiz de Fora, Minas Gerais, encontrou-se pela última vez com seu advogado em 23 de maio deste ano.
A distância inviabiliza reuniões presenciais, mas isso poderia ser solucionado com encontros virtuais, que, no entanto, só são autorizados para advogados inscritos na OAB/MG. Essa restrição impede que o advogado de Jaqueline converse com ela virtualmente.
Devido a essa burocracia, advogados que não estão registrados na seccional de MG precisam se deslocar pessoalmente para conversar com seus clientes ou terceirizar o serviço, o que torna o acesso ao advogado algo caríssimo para Jaqueline e sua família.
O advogado solicitou que Jaqueline cumpra pena em regime domiciliar, como é seu direito, devido às condições de saúde e por ter dois filhos menores de doze anos, mas o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes.
O ministro, mais uma vez, desconsidera precedentes do próprio Supremo, que autoriza mães de filhos pequenos a cumprirem penas em regime domiciliar. Moraes já havia negado o mesmo direito a Débora Rodrigues, que segue presa há mais de um ano por ter escrito "Perdeu, mané" na estátua do Supremo.
A postura punitivista e rigorosa de Moraes com os réus do 8 de janeiro contrasta com a de Gilmar Mendes em casos de corrupção e crimes de colarinho branco, como na Lava Jato.
Gilmar Mendes concedeu prisão domiciliar à esposa de Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, condenada por lavagem de dinheiro e envolvimento nos esquemas de corrupção do marido, justamente por ela ser mãe de crianças pequenas.
Gilmar Mendes chegou a escrever em sua decisão que a prisão de mulheres grávidas ou com filhos sob seus cuidados é "absolutamente preocupante" e que a pena não pode se tornar uma "punição excessiva" para a mulher ou para a criança.
Quando se trata dos réus do 8/01, entretanto, nem Gilmar nem Moraes demonstram preocupação com os filhos das presas políticas, que sofrem com a "punição excessiva" de um STF tigrão com pessoas comuns, mas tchutchuca com políticos e empresários acusados de corrupção.
Segundo a defesa, as evidências contra Jaqueline se resumem a fotos dela em prédios públicos já danificados. Mesmo assim, Moraes a condenou por “associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça”, alegando que, em vídeos e imagens, ela “aparece em postura de claro apoio ao movimento”.
De acordo com o marido de Jaqueline, o caminhoneiro Wanderson Freitas da Silva, ela sofre por ver seus filhos crescendo longe da mãe. Essa é apenas uma das milhares de famílias afetadas pelos acontecimentos de 8/01, que clamam por ajuda diante dos abusos cometidos pelo STF.
Provavelmente, se Jaqueline fosse traficante, homicida ou estivesse envolvida em casos de corrupção, receberia um tratamento mais favorável ou já estaria solta. Mas, como participou dos atos de 8/01, segue presa e é submetida a todo tipo de sofrimento nas mãos do STF, que continua anulando processos da Lava Jato e suspende multas bilionárias de empreiteiras que admitiram envolvimento em corrupção.
Compartilhe a história de Jaqueline e deixe seu comentário sobre mais esse absurdo da justiça brasileira 👇
não foi atentado, foi suicídio...
o que presenciamos o jornalismo militante e a base do desgoverno distribuir de fake news, daria pra mais 4 inquéritos do Alexandre.
Assistimos o pior da militância, usando uma pessoa mentalmente doente, para pedir regulamentação, censura e manutenção de prisões arbitrarias.
Nunca foi pela democracia.