Eu conheço esse sentimento, eu conheço essa alta confiança, que há muito não se via. Tava aqui pensando que a Copa me trouxe uma alegria que eu não sentia desde à pandemia! Como é gostoso sentir esse sentimento de positividade. Vai dar certo!
Muitas empresas já estão testando a escala 5x2, incluindo o Gabriel, dono da @midnightburguer_
Vem ver o relato que ele postou nas redes sociais. Será que deu bom? 🧐
Gardpam homenageia Plá em painel gigante no centro de Curitiba
Edifício Schwiderski, localizado na esquina da rua Alfredo Bufren com a Presidente Faria, recebe arte de Gardpam
https://t.co/5O0m3lqO2B
Os colegas aqui no trabalho mega empolgados jogando e eu até achei que era bet. Hehehe
Pensando pela minha área, deve ter sido um baita trabalho de coleta de dados, interessante!
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Cada R$ 1 investido no Bolsa Família gera R$ 1,78 no PIB (Ipea). O programa também reduziu a pobreza extrema em 28% no Brasil (Banco Mundial).
Luciano, as bets que você divulga e o Familhão prejudicam a vida financeira da população pobre e brincam com os sonhos.
Na hora que o Intercept mostrou o áudio do senador Flávio Bolsonaro enviado ao banqueiro Daniel Vorcaro, a campanha presidencial mudava tudo.
“Irmão, estou e estarei sempre contigo.”
Isso era a mais clara declaração de parceria entre um candidato à Presidência e um banqueiro com a polícia no seu pé pelas fraudes do Banco Master.
Nesse teatro da política bolsonarista, o senador atacava as fraudes bancárias e dizia: “O caso do Banco Master é de Lula” e, na moita, pedia grana para Vorcaro em um projeto que só tem confusão.
Daí em diante, nada ajudou o senador Bolsonaro, com uma explicação sendo desmentida atrás da outra.
E tudo que brota é pior do que o dia anterior.
Na visão popular: “cada enxadada, uma minhoca”.
A partir do áudio do Intercept, tudo muda no campo da direita. O candidato, que era forte e tinha chances, passa a ser visto como um fardo para seus correligionários.
O grande problema é que o candidato, indicado pelo ex-presidente Bolsonaro, continua lá e de lá não sai.
Nesse ponto, aparece um grande problema para os que defendem uma alternativa eleitoral que não seja sangue do Bolsonaro.
É dificílimo encontrar alguém viável e que não tenha abraçado o bolsonarismo e seus projetos.
Como sabemos, essa extrema direita sempre teve na cabeça romper o pacto de 1988, que recolocou o Brasil no caminho democrático.
Por isso, Bolsonaro sempre atacou a constituição de 1988: das urnas ao SUS; do Plano Real à defesa do meio ambiente; da defesa das minorias às políticas de apoio social. Tudo é obra que nasceu a partir de 1988 e, por isso, precisa ser desfeito.
Aí fica um problema: qualquer um que tenha namorado o bolsonarismo fica contaminado pelo calor antidemocrático que ele traz.
Por essa razão, a articulação democrática que recolocou Lula na Presidência ganhou outro perfil e pode receber pessoas como o vice Geraldo Alckmin, democrata que não namorou o bolsonarismo.
A dificuldade para arrumar alternativa ao senador Flávio nasceu aí. Não nascerá de bolsonaristas ou de quem teve namoro com o bolsonarismo. Essa é uma tarefa ingrata.
🚨 Esses foram os deputados pernambucanos que assinaram a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho semanais de 52 horas 👇🏽
- Pastor Eurico (PSDB)
- Coronel Meira (PL)
- Clarissa Tércio (PP)
- Fernando Coelho Filho (UNIÃO BRASIL)
- Augusto Coutinho (REPUBLICANOS)
O brasileiro que ajudou a criar o som de vários hits do Michael Jackson
> Paulinho da Costa nasceu no Rio de Janeiro
> começou tocando samba e percussão brasileira ainda muito novo
> anos depois se muda para os Estados Unidos
> e lentamente vira um dos músicos de estúdio mais procurados da indústria
> produtores diziam que ele conseguia criar texturas e ritmos que quase ninguém mais fazia
> Quincy Jones percebe isso rapidamente
> e começa a chamar Paulinho para várias gravações gigantes
> incluindo trabalhos com Michael Jackson
> o percussionista brasileiro participa de faixas do álbum “Thriller”
> disco que se tornaria o mais vendido da história da música
> muitos sons de percussão que marcaram a era de Michael passaram pelas mãos dele
> enquanto o mundo inteiro olhava para Michael dançando
> existia um brasileiro ajudando silenciosamente a construir parte daquela sonoridade nos bastidores
> Paulinho também trabalhou com Madonna
> Diana Ross
> Lionel Richie
> Earth, Wind & Fire
> e dezenas de outros artistas gigantes
> alguns músicos da indústria chegaram a chamar Paulinho de “arma secreta” de vários produtores dos anos 80
> porque bastava ele entrar numa gravação
> e a música parecia ganhar outra vida
> o mais curioso é que milhões de pessoas ouviram o trabalho dele durante décadas… sem fazer ideia de quem ele era
é estranho pensar que parte da sonoridade de uma das maiores eras da música pop mundial teve influência direta de um músico brasileiro escondido nos créditos.
enquanto Michael Jackson virava um fenômeno global na frente das câmeras, Paulinho da Costa ajudava silenciosamente a construir aquele universo sonoro nos bastidores. e talvez isso explique porque tantos artistas gigantes continuavam chamando ele de novo… durante décadas.
Boa tarde, @FlavioBolsonaro, vi que você parece confuso, e quero te ajudar a raciocinar.
Então, sabe aquele prédio que você vai toda semana falar asneira? Aquele é o Senado.
Você trabalha lá, como senador, e um senador precisa se justificar se ele pedir 134 milhões prum mafioso que sumiu com o dinheiro de aposentados e causou um rombo de 47 BILHÕES pro país.
Não sei se seu papai te avisou na época da campanha, mas o cargo para o qual você foi eleito é público, político e cheio de responsabilidades.
Se você fosse um cidadão comum, aí, realmente, você só deveria explicações à Justiça.
Mas, caso você queira ter essa liberdade de um cidadão comum, eu também posso te ajudar.
É um procedimento super simples chamado "renúncia". Pra você fazer a renúncia e não ter mais essa preocupação, é só colocar o conteúdo abaixo num PDF (o pessoal que fica no seu gabinete sabe o que é), assinar, imprimir e entregar pessoalmente na Mesa Diretora do Senado.
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Eu, Flávio Nantes Bolsonaro, brasileiro nato, venho, por meio deste, renunciar ao cargo de senador para o qual fui eleito pelo estado do Rio de Janeiro no ano de 2018 e que assumi em 1° de fevereiro de 2019.
Renuncio de livre e espontânea vontade para seguir meu sonho de trabalhar com cinema, contabilidade criativa, interlocução com banqueiros mafiosos e toda a sorte de atividades que podem vir a ser classificadas como "criminosas" pela justiça.
[ASSINATURA]
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Brasília, 15 de maio de 2026.